Categoria: Não classificado

Para aqueles posts rápidos que agente faz voando e não quer pensar na classificação!

  • Eu cantando a música Clave de Lua, de Miguel Marques!

    Tempo de leitura: < 1 minuto

    Olá, amigos e leitores!

    Ainda não chega de vídeos? Eu mesmo respondo: não, e está longe disso!

    Hoje trago a música Clave de Lua, com letra de Nilo Bairros de Brum e música de Miguel Marques, cantada por mim e gravada em janeiro de 2020. Talvez alguns se perguntem por que só agora postei essa música no canal. Eu respondo: não sei! Que resposta excelente, né? Pois o fato é que ela estava aqui mofando há quase 3 anos e só agora resolvi “desmofá-la”. Espero que gostem e, claro, curtam, compartilhem e divirtam-se! Vídeo abaixo!

  • Henfil: Muita história para tão pouco tempo

    Tempo de leitura: 4 minutos

    Oi, turma!

    Tudo legal?

    Pois… Para aqueles que, como eu, gostam de conhecer a história do Brasil e de não permitir que certas coisas sejam esquecidas — como as que aconteceram ao longo de 21 anos e cinco presidentes, se é que sabem do que estou falando —, hoje trago mais um texto de Rosani Martins sobre uma das personalidades mais importantes na luta contra a ditadura.

    Henfil foi, naturalmente, um dos maiores cartunistas do Brasil, além de jornalista, escritor e muitas outras coisas que vocês verão abaixo. Lutou contra a ditadura de maneira muito sutil e inteligente, dando bastante trabalho aos “defensores da ordem nacional”…

    Em 1972, por exemplo, a cantora Elis Regina fez uma apresentação para o Exército Brasileiro. Henfil, em uma de suas charges, “enterrou-a”, apelidando-a de “regente”, junto a outros artistas que, segundo ele, agradavam ao regime.

    Bom, mas chega de comentários. Vamos ao texto, e deixo o restante para vocês:

    Henfil: muita história para tão pouco tempo


    Henrique de Souza Filho foi um brasileiro que poderia ser definido como uma personificação da identidade brasileira. Inteligente, criativo, ousado e dotado de um bom humor intraduzível, sabia fazer graça até com a desgraça. Antenado e pelo menos vinte anos à frente de seu tempo, tinha uma capacidade surpreendente de antecipar fatos e comportamentos.

    Por tudo o que representa para a cultura brasileira, Henfil dispensaria apresentação. Contudo, diante da lamentável tradição de nosso país de esquecer personagens importantes da própria história, é necessário apresentá-lo aos leitores mais jovens.

    Henfil foi um dos maiores cartunistas do país. Atuou como jornalista, quadrinista e escritor. As contribuições desse mineiro de Ribeirão das Neves podem ser encontradas em revistas como Alterosa, Realidade, Placar e O Cruzeiro. Entre os jornais para os quais colaborou estão Diário de Minas, Jornal dos Sports, Jornal do Brasil e O Pasquim.

    Henfil criou personagens que ficaram famosos. Como não dá para falar de todos nem analisá-los com a atenção que merecem, o melhor é escolher aquele que mais representa o senso crítico e a preocupação de Henfil com a realidade brasileira.

    Para isso, ninguém melhor do que a Graúna, uma ave pretinha, magricela, atrevida e que fala tudo o que lhe vem à cabeça. Ela retrata a miséria nordestina, o preconceito e o desejo de mudar essa realidade.

    Henfil era um ferrenho opositor do regime militar, que combateu com muita criatividade, sutileza e inteligência. Entre os livros que escreveu, merecem destaque Diário de um Cucaracha, obra em que fala sobre o choque cultural e toda a discriminação que sofreu quando tentou conseguir espaço para trabalhar nos Estados Unidos, e as famosas Cartas à Mãe.

    Nessas cartas, o escritor dirige-se realmente à mãe, atira para todos os lados, faz críticas ao regime ditatorial e cobra posicionamentos de personalidades brasileiras.

    Henfil também passou pelo cinema ao escrever e dirigir o filme Tanga (Deu no New York Times?), obra em que critica os fatos que a imprensa inventa para que sejam aceitos como verdades pelos espectadores.

    Por essa breve apresentação, dá para ter uma ideia de quem foi Henfil e do que ele representa para a história do país. Triste é constatar que esse corajoso brasileiro poderá cair no esquecimento.

    Dentro das instituições de ensino superior, por exemplo, Henfil não é lembrado. Por conta disso, cursos como o de Comunicação Social e outros deixam de dar às novas gerações a oportunidade de conhecer o trabalho, o senso crítico e a competência de um personagem muito importante para a história do país.

    Por quais motivos será que a obra e o legado desse brasileiro não encontram espaço nos cursos de Comunicação Social?

    Desde que ingressam na faculdade, os estudantes dessa área aprendem que devem ser críticos, antenados e criativos. Contudo, ninguém se ocupa em mostrar exemplos tão importantes quanto o de Henfil, capazes de aguçar a sensibilidade e o humor desses futuros profissionais.

    Henfil morreu há vinte e um anos, e hoje quase ninguém sabe nada sobre ele. Até a causa que abreviou a vida do cartunista está, pouco a pouco, caindo no esquecimento.

    Henfil, assim como os irmãos Herbert de Souza — o sociólogo Betinho — e Chico Mário — músico —, era hemofílico. Os três foram contaminados pelo HIV em transfusões de sangue.

    Eles não foram as únicas vítimas da falta de uma política de saúde voltada às questões ligadas ao sangue humano que marca o passado do país. Contudo, são exemplos que, por serem pessoas com visibilidade na mídia, acabaram contribuindo para a mudança dessa realidade.

    No cenário atual, os cuidados com o sangue são realizados com muita responsabilidade, mas o descaso de um passado muito recente causou perdas enormes à nossa história.

    Henfil, assim como os irmãos, morreu em decorrência de complicações provocadas pela aids. Viveu apenas quarenta e três anos e deixou uma vasta contribuição cultural, contando, de forma muito bem-humorada, a história do contexto em que viveu.

    Sempre às voltas com os problemas ocasionados pela hemofilia e agravados pela contaminação, Henfil tirava forças da própria fragilidade para enfrentar o regime militar.

    Talvez esteja aí uma possível explicação para o fato de o regime de exceção não ter calado a voz desse brasileiro. Henfil era doente, poderia não resistir a uma “correção” e provavelmente morreria logo. Os ditos defensores da ordem nacional pensavam assim e, enquanto esperavam pela morte natural de Henfil, acabaram permitindo que as críticas continuassem, sem falar naquelas que nem sequer eram entendidas pelo regime.

    Quando Henfil morreu, em 1988, o regime militar já havia acabado, e as eleições diretas para presidente da República estavam marcadas para o ano seguinte.

    Por ironia do destino, uma das maiores expressões do movimento “Diretas Já”, de 1984, não assistiu ao resultado de uma de suas maiores lutas. Essa só não pode ser considerada a maior luta de Henfil porque sua grande luta foi contra a morte, que sempre o ameaçava.

    Henfil costumava dizer: “Viver é uma tarefa urgente”, e isso ele soube fazer. Em uma curta trajetória, deixou um grande legado. Cabe àqueles que sabem de sua importância contar essa história.

    Rosani Martins


    E, só para terminar, não se esqueçam de dar seus “pitaquinhos” nos comentários…

    Abração!

    Fernando

  • DIÁRIO DE PIERRE: A HISTÓRIA DE UM CAMPONÊS

    Tempo de leitura: 6 minutos

    Oi, turma!

    Tudo legal?

    Pois… Por aqui, tudo.

    Creio que, às vezes, ainda mais na situação atual — violência, desemprego, miséria e corrupção entre aqueles que deveriam governar em benefício do povo e, em vez disso, governam em benefício próprio ou das classes mais altas —, a gente se pergunta:

    — Onde estão os “grandes revolucionários”? Onde estão aqueles que realmente são capazes de “mudar o mundo”?

    Pois o texto que trago hoje mostra um pouco disso, além de contar, de forma incrivelmente cativante, parte da história da Revolução Francesa.

    De minha parte, deixo para dizer o que penso sobre tudo isso quando surgirem os comentários. Contudo, já posso dar uma palhinha:

    — Eu, ao contrário, nunca desistiria…

    Vamos ao texto, então:

    Diário de Pierre: a história de um camponês

    Rosani Martins

    Lembro-me como se fosse hoje. Tantos anos já se passaram, e as lembranças não se apagam. Em pensar que fiz parte de um sonho que, em minha visão, não chegou à realidade, embora não possa negar que os feitos daquela revolução acabaram transformando a História.

    Naquele contexto, eu era um simples camponês que, como todo o chamado Terceiro Estado, era explorado pelo clero e pela nobreza francesa — o Primeiro e o Segundo Estados, respectivamente. Éramos nós, camponeses, e a ascendente burguesia que trabalhávamos e pagávamos impostos, o que garantia a riqueza e a mordomia dos outros dois grupos.

    A França, sob os efeitos da chamada Revolução Industrial, ainda era um país que adotava velhas práticas feudais e dependia do setor agrário. Politicamente, o absolutismo francês tentava sobreviver ao avanço das ideias liberais e ao bombardeio dos chamados filósofos iluministas.

    O cenário era de insatisfação, e nós, do Terceiro Estado, maioria da população francesa, queríamos sair da condição de explorados e contribuir para que a França acompanhasse as novas transformações.

    A burguesia, detentora de capitais, queria ainda mais: desejava dinheiro e poder político, o que tornava o rei absoluto um terrível obstáculo. As ideias iluministas foram os ingredientes da revolução, e a consciência da condição de explorados movia o povo e a burguesia.

    Assim, o povo, do qual faço parte, foi o corpo da revolução, o braço forte que partiu para a luta, enquanto a burguesia foi a cabeça, ou seja, a mentora da Revolução Francesa.

    A burguesia sugeriu que todos pagassem impostos, o que, é óbvio, não foi aceito pelos grupos dominantes. Com isso, iniciou-se o choque de classes que culminou com a “Tomada da Bastilha”, em 14 de julho de 1789. O local onde os presos políticos eram punidos transformou-se em centro da resistência.

    Eu contava apenas dezenove anos e entendia pouco de política e de poder, mas sabia o que era ser explorado e viver sem o mínimo de dignidade. Por isso, lutei, peguei em armas e acho que até matei.

    Eu tinha um sonho: queria ajudar os camponeses, a classe da qual fazia parte, embora ainda não soubesse disso com a clareza e a consciência que tenho hoje.

    A primeira grande conquista do movimento foi a monarquia constitucional, que limitava os poderes do rei. Depois veio a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, que pode ser entendida como a concretização do lema: “Igualdade, Fraternidade e Liberdade”.

    A burguesia tomou terras do clero e da nobreza e começou a apoderar-se da política e da economia francesa. O rei traiu o movimento, buscando ajuda externa para resistir, e pagou com a vida, sendo decapitado.

    A partir daí, a resistência francesa teve de endurecer cada vez mais, radicalizando o movimento. Uma ameaça de invasão externa fez com que os jacobinos tomassem o poder, e lá estava eu novamente, ao lado de Danton, Robespierre e tantos outros, lutando por uma França mais justa e igualitária.

    O período jacobino foi a fase mais radical do conflito. O povo estava no poder e se valia daquilo que mais conhecia para não ser derrotado, isto é, da força.

    O saldo de mortos foi mesmo assustador, e eu, em meio a tudo aquilo, comecei a me desiludir e a questionar todo o processo. Não queria que meu nome figurasse na História entre os chamados “cortadores de cabeças” — era assim que os jacobinos eram chamados.

    Abandonei a resistência e fugi do exército na calada de uma noite fria. Poucos dias depois, ofereci minha força de trabalho a uma ainda tímida indústria têxtil para sobreviver e esquecer tudo o que vivera até ali.

    Não demorou muito para que os girondinos tomassem o poder por meio de um golpe, retirando o povo do jogo político. A burguesia chegava aonde queria e não poderia permitir que o povo tivesse mais força do que ela.

    As conquistas do período jacobino foram todas revogadas pelos girondinos — a alta burguesia. Foi então que cheguei à conclusão de que a burguesia usou o povo para chegar ao poder e se livrou dele na primeira oportunidade que teve.

    Foi duro perceber que, para nós, não houve revolução, e sim participação. Bastou a burguesia chegar ao poder para voltarmos à nossa velha condição de explorados, sustentando uma nova e poderosa classe social. Essa foi a única coisa que realmente mudou.

    Não posso negar que, com a ascensão de Napoleão ao poder, houve progressos e conquistas. Afinal, ele investiu na indústria, criou o Código de Leis, fundou a escola técnica francesa para qualificar profissionais e revolucionou a educação.

    Eu mesmo fui beneficiado. Estudei bastante para tentar compreender melhor todo aquele processo do qual participei e que, muitas vezes, fugia à minha capacidade de compreensão.

    Todavia, para mim, a grande obra de Napoleão foi despertar nos franceses o senso de nação, o que colocava a França acima de tudo e unia os grupos em torno da ideia: “Somos todos franceses”.

    Infelizmente, Napoleão não se contentou com o poder que exercia sobre a França e passou a impor uma política agressiva que o fez anexar praticamente toda a Europa à chamada Confederação do Reno.

    A exceção foi a Inglaterra, que resistiu às investidas do imperador francês e conseguiu sobreviver ao Bloqueio Continental imposto por ele aos países anexados. Alguns países europeus não obedeceram às ordens de Napoleão e continuaram consumindo produtos britânicos.

    A Era Napoleônica terminou na Batalha de Waterloo, na qual o líder francês foi finalmente derrotado após seu retorno durante o chamado Governo dos Cem Dias.

    Após o Congresso de Viena, a França retomou velhas práticas absolutistas, e a burguesia foi a grande derrotada, tendo de assistir a todas as suas conquistas caírem por terra.

    De 1815 até hoje, ela não conseguiu recuperar seu poder político e agora convoca a nação francesa para uma nova revolução. Novamente, quer usar o povo para voltar ao poder e, o que é pior, acho que está conseguindo.

    Porém, não precisam mais contar comigo, pois sei que, quando chegarem aonde querem e alcançarem o que pretendem, novamente afastarão o povo do cenário e o recolocarão em sua condição de explorado.

    Não me arrependo do que fiz. Lutei pelo que achava justo. Hoje sei que fui usado, mas cheguei a pensar que havia contribuído para melhorar a vida dos pobres e explorados.

    Acho até que, do meu jeito, ainda consigo ser feliz, apesar das frustrações. Sou casado com Françoise, uma mulher maravilhosa, e tenho dois filhos, Maurice e Michelle, além de três netos: Isabelle, Mellissa e Edgard.

    Penso que nenhum deles tem do que se envergonhar de mim. Hoje, quando completo sessenta anos de idade, lembrei-me de tudo isso.

    A única conclusão a que consigo chegar é que posso até não ter ajudado os menos favorecidos a sair dessa condição, mas não posso negar que participei de um dos mais importantes processos históricos.

    Paris, 14 de julho de 1830.


    E então? Ele não sabia, obviamente, que, alguns anos depois, a burguesia também seria mandada, como eu digo, “pro invéérno”. Mesmo assim, as coisas já começavam a se complicar, e ele havia deixado claro que “não queria ter nada a ver com isso”…

    É uma pena que isso também tenha acontecido com muitos na atualidade. Mas sempre podem aparecer outros…

    A questão é: onde estão nosso senso crítico e nosso poder de indignação? Esses, sim, nunca podem “ir pro invvvéérno”, como eu digo…

    Abaixo coloco um comentário da autora sobre a intenção que teve ao criar esse texto. Vamos a ele:


    O Diário de Pierre é um texto pensado e construído para despertar a reflexão dos leitores sobre um grande acontecimento histórico que marca o final do século XVIII.

    Pierre é um personagem fictício, mas faz reflexões muito importantes acerca desse marco. A ideia é tornar o estudo do tema que o texto pretende analisar mais interessante e menos formal do que ocorre nos tão criticados livros didáticos.

    Pierre assume sua posição e incita os leitores a se posicionarem sobre aquilo que estão lendo. A linha adotada é a de estudar História de forma crítica e questionadora.

    Não há como transformar a realidade sem ter, em si mesmo, a capacidade de indignação. Portanto, ao construir o personagem em questão, a grande proposta desse texto é permitir ao leitor pensar sobre o tema tratado em dimensões que vão além do texto narrativo e, em certa medida, romanceado que conta a vida de Pierre.


    Pois… Agora fico por aqui e deixo os comentários por conta de vocês. Em breve, também apareço para dar mais um “pitaquinho” sobre tudo isso…

    Abração e até mais!

    Fernando

  • Aviso urgente!

    Tempo de leitura: < 1 minuto

    Oi, turma!

    Tudo legal?

    Pois, espero que sim… Por aqui, agora, tudo bem.

    Mas, se alguém tentou acessar essa coisa nas últimas horas e recebeu um aviso do tipo “Você está banido deste servidor” ou algo parecido, peço sinceras desculpas…

    O que aconteceu foi que o plugin WP-Ban deve estar com algum bug na versão atual. Eu mesmo — dono, administrador e organizador dessa coisa aqui —, ao tentar entrar, recebi uma mensagem informando que estava banido do meu próprio blog!

    É claro que acessei imediatamente a administração e desativei, desesperadamente, o WP-Ban e o WP Super Cache.

    Ainda não sei qual dos dois foi o culpado: se o WP-Ban baniu mais gente do que os IPs incluídos na lista ou se o WP Super Cache armazenou a mensagem de banimento e ficou distribuindo-a para todos os lados…

    Enfim, o que interessa é que, por via das dúvidas, desativei os dois. Não sei desde quando aquela mensagem estava aparecendo para vocês, principalmente porque normalmente entro pelo painel administrativo, e não como leitor.

    Prometo, doravante, ter mais cuidado…

    E, claro, deu para perceber que, apenas com a desativação de tudo isso, a carga do servidor já aumentou um pouco. Ou seja: a impressão que dá é que não era apenas eu que não estava conseguindo entrar…

    Bom, por enquanto, ficamos por aqui. Em breve, venho com mais novidades!

    Abração!

    Fernando

  • Alguns avisos

    Tempo de leitura: 2 minutos

    Oi, turma!!

    Tudo bem?

    Pois… Comigo tudo…

    Alguns devem pensar: “Que blogueiro fajuto eu sou, hein?” Apareço, largo aqui umas coisas legais e, depois, do nada, desapareço e não dou notícias por uma boa quantidade de dias… Onde é que já se viu?

    Pois… Mesmo tendo bastante tempo ultimamente, a questão é que outras coisas andaram ocupando bastante a minha cabeça, e a gente às vezes acaba deixando algumas de lado por conta das outras…

    Mas, enfim, alguns dos meus leitores devem ter percebido uma instabilidade básica no sistema desde sexta-feira. A questão é que eu estava fazendo algumas modificações aqui e acabei mexendo onde nunca deveria ter mexido, o que provocou uma instabilidade absurda nessa coisa aqui, desde quinta à noite até domingo à tarde.

    Mas agora está tudo certo… Para os entendidos de WordPress, alguns avisos também:

    Atualizei a estrutura de permalinks e também estou habilitando alguns plugins de cache para deixar essa coisa aqui mais rápida e, de preferência, consumindo menos recursos do servidor.

    Isso significa que, como existem alguns posts que faziam referência aos permalinks na estrutura antiga e, dessa vez, não dá para bancar o preguiçoso e usar aquela sugestão do pessoal do suporte do meu servidor, vou ter de alterar os links um por um.

    É claro que são bem menos do que seriam se eu tivesse de alterar, um a um, aqueles de downloads, humor etc. Mas, mesmo assim, vai dar algum trabalho e, por isso, farei as alterações conforme tiver tempo, vontade etc. Peço apenas que tenham paciência com os links quebrados durante alguns dias. Simplesmente isso.

    E, bom, para terminar a série de avisos, também fiz o upgrade de alguns plugins. Portanto, se algo estiver dando errado ou alguma instabilidade estiver acontecendo, notifiquem-me pelo formulário de contato que está aí nas páginas ou até mesmo pelos comentários desse post, que verei o que posso fazer…

    Bom, por agora, era isso. Em breve, trarei mais alguns textos por aqui…

    Abração e até mais!

    Fernando