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Oi, turma!
Pois… Depois de preparar um daqueles posts que arrancam os pensamentos da gente, trago aqui mais uma coisinha light para a seção de humor…
É claro que os professores de português de plantão, leitores dessa coisa aqui, vão querer minha cabeça. Mas, em vez disso, peço que, no lugar da minha, arranquem a cabeça do sujeito que juntou essas “pérolas redacionísticas”…
Detalhe: vocês terão de procurar, porque eu não sei quem foi.
Quem me passou isso foi o Dré. Mas, se estiverem pensando em arrancar a cabeça dele porque falei isso, pensem duas vezes. Afinal, ele não tem nada a ver com a coisa; só me repassou o negócio…
Vamos a ele, então:
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Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, conforme deve ser do conhecimento de V. As. Outrossim, tal prática advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.
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Frases com apenas uma palavra? Corta!
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Evite abrev., etc.
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Não abuse das citações. Como costumava dizer meu pai: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.
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Frases incompletas podem causar
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A voz passiva deve ser evitada.
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Seja mais ou menos específico.
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Anule aliterações altamente abusivas.
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Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
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Quem precisa de perguntas retóricas?
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Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes, isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique repetindo a mesma idéia.
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Não abuse das exclamações! Seu texto fica horrível! Sério!
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Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar repetitiva. A repetição vai fazer com que a palavra seja repetida.
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Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação
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Evite frases exageradamente longas, por dificultarem a compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem mais de uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-las e seus componentes diversos, de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular pelo uso de frases mais curtas.
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“não esqueça das maiúsculas”, como já dizia carlos machado, meu professor lá do colégio santa ifigênia, em salvador, bahia.
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Palavras de baixo calão podem transforma seu texto numa “!@#$%#@
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Cuidado com a orthographia, para nao estrupar a língua.
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Seja seletivo no emprego de gíria, bicho, mesmo que sejam maneiras. Sacou, galera?
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Nunca use siglas desconhecidas, conforme recomenda a A.G.O.P.
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Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.
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Seja incisivo e coerente. Ou talvez seja melhor não…
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Exagerar é 100 bilhões de vezes pior do que a moderação.
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O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
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Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”
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Nunca generalize: generalizar é sempre um erro.
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Estrangeirismos estão out, palavras de origem portuguesa estão in.
E então? Dá vontade de matar, não é? Mas fazer o quê… Existem coisas piores.
Ainda trarei algumas delas aqui: coisas que saem, digamos assim, em certos vestibulares perdidos e que andei recebendo…
É só eu encontrá-las que coloco aqui. Não sei se essa também veio de vestibulares, mas, de qualquer forma, “eita coisa cruel”!!!
Fui!!! E aguardo os comentários.
Fernando
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