Categoria: Humor

  • Coisas que só um cego passa — ou: o incrível manual do ajudante que ninguém chamou

    Tempo de leitura: 9 minutos

    Oláamigos e leitores dessa coisa aqui!

    Ser cego tem suas dificuldades, claro. Há rua sem acessibilidade, site que parece ter sido programado em Setealém, aplicativo cujo botão principal não tem nome e cardápio que só existe num QR Code que leva a uma imagem. Mas nada disso se compara à criatividade de certas pessoas que, ao avistarem uma bengala branca, imediatamente recebem um chamado superior: precisam fazer alguma coisa.

    O problema é que, frequentemente, elas não sabem o quê.

    E também não perguntam.

    Então fazem.

    O resultado pode variar entre uma situação engraçada, um pequeno constrangimento, uma viagem não solicitada para o lado errado da rua e a destruição física do equipamento que permitiria ao cego continuar andando. Tudo, é claro, em nome da ajuda.

    Antes que alguém se ofenda: não estou dizendo que toda pessoa que enxerga faz essas coisas, nem que todo cego reage da mesma maneira. Estou reunindo situações que aconteceram comigo e outras que aparecem repetidamente nos relatos de pessoas cegas. Algumas são engraçadas depois que passam. Outras já nascem prontas para serem enviadas ao invvvérno,aaa.

    1. Deus lhe dê outra

    Essa aconteceu comigo.

    Eu estava na rua quando um sujeito, desesperado para me entregar um panfleto de igreja, pisou na minha bengala. A bengala quebrou.

    Até aí já tínhamos um pequeno problema logístico: eu sou cego e, graças ao esforço missionário do cidadão, acabava de ficar sem o instrumento que usava para me orientar.

    Mas ele não se abalou. Diante do resultado material de sua obra, deu a solução:

    — Deus lhe dê outra.

    E foi embora.

    Não sei se a reposição viria por milagre, transportadora celestial ou retirada na secretaria da igreja. Só sei que, naquele instante, fiquei mais cego do que já era: antes eu não enxergava; dali em diante, além de não enxergar, estava sem bengala.

    Talvez o panfleto contivesse instruções para solicitar a segunda via, mas infelizmente ele não estava em braile e, como o fato se deu em 2010, ainda não existiam os óculos Ray-Ban Meta para ler o dito-cujo,aaa.

    2. “Seu colega está aí na frente”

    Você está caminhando e há outro cego alguns metros adiante. Imediatamente alguém avisa:

    — Seu colega está aí na sua frente.

    Colega?

    Colega de quê? Trabalhamos na mesma empresa? Estudamos na mesma turma? Participamos do mesmo sindicato internacional da cegaíada? Temos reunião marcada para discutir a cotação mundial das bengalas?

    Não. Somos apenas duas pessoas cegas que, por uma dessas coincidências estatisticamente permitidas pelo universo, estão usando a mesma calçada.

    Curiosamente, quando duas pessoas de camisa azul se cruzam, ninguém corre para dizer: “Seu colega de azul está ali”. Mas basta aparecerem duas bengalas e pronto: começou a confraternização anual da firma.

    3. “Você está indo para a escola ou para a igreja?”

    Essa pergunta também faz parte do repertório:

    — Você está indo para a escola ou para a igreja?

    Porque, como todos sabem, a vida de uma pessoa cega possui somente dois destinos possíveis. De manhã, escola. À noite, igreja. Entre uma coisa e outra, talvez fique guardada num armário, com a bengala dobrada, aguardando a próxima saída autorizada.

    Trabalhar? Não.

    Ir ao mercado? Impossível.

    Encontrar amigos, tomar uma cerveja, ir a um show, namorar, levar a filha para passear, gravar música, resolver problemas no banco ou simplesmente andar por aí sem prestar relatório? Isso já exige a versão premium do cego e parece que nem todo mundo sabe que ela existe.

    4. “Se você for à minha igreja, Deus vai curar você”

    Este é um clássico tão internacional que aparece até em relatos de cegos de outros países.

    O sujeito não sabe seu nome, não conhece sua história, não perguntou se você tem fé, se frequenta alguma religião ou se deseja conversar sobre o assunto. Mas sabe uma coisa: você precisa ser curado.

    Quem disse, raios, que eu quero ser curado?

    É claro que muita gente gostaria de voltar a enxergar, e não há nada de errado nisso. Mas não se pode presumir que essa seja a vontade de toda pessoa cega, muito menos abordar alguém na rua como se sua existência fosse um defeito aguardando manutenção divina.

    No meu caso, imaginem a confusão: adaptar-me a uma vida completamente nova, reaprender um monte de coisas e, principalmente, começar a ver muita coisa que talvez eu nem quisesse ver.

    Depois de tantos anos usando leitor de telas, eu ainda correria o risco de olhar para uma página visualmente poluída e perguntar: “Onde raios aperto H para pular esta desgraceira?”

    5. O OCNI no prato

    No restaurante, antes que você escolha qualquer coisa, alguém anuncia:

    — Já servi seu prato.

    Mas raios, eu nem disse o que queria!

    Talvez a pessoa tenha concluído que cego também não possui preferência culinária. Ou talvez já esteja relativamente acostumada com o que você costuma comer — afinal, não é a primeira vez que você vai ali — e ache que não precisa da sua intervenção, digamos assim. Basta colocar comida no prato e ele executa o procedimento padrão de alimentação.

    Tudo bem. Para não parecer mal-educado, você começa a comer. Arroz identificado. Feijão identificado. Alguma coisa que parece carne. De repente, o garfo encontra um OCNI — Objeto Comestível Não Identificado.

    Você cutuca.

    É mole por um lado, resistente por outro e produz um ruído que não ajuda em nada. Pode ser legume, farofa compactada, decoração gastronômica ou uma criatura que entrou no prato para fugir da cozinha.

    E, naturalmente, não há ninguém por perto para responder à pergunta essencial:

    — Que raio de coisa é essa?

    6. A operação cirúrgica com talheres alheios

    A situação anterior ainda pode evoluir.

    — Deixa eu ajeitar um pouco aí.

    Antes que você descubra o significado de “ajeitar”, a pessoa pega os talheres que já usou para comer e começa a reorganizar seu prato.

    Nãããão! Não faça isso, pelo amor de Deus!

    Ou vem a versão mais especializada:

    — Vou cortar para você.

    O garfo e a faca do cego estavam no lugar, limpos e perfeitamente utilizáveis. Mesmo assim, o sujeito — ou a sujeita, para garantir a igualdade no setor de invasões gastronômicas — realiza a cirurgia com os próprios talheres usados.

    Quem precisa de bactéria individual quando pode participar de um programa de compartilhamento comunitário?

    Se quiser ajudar no prato, pergunte. Diga o que foi servido, indique as posições como num relógio e deixe a pessoa decidir se precisa de mais alguma coisa. Não é necessário fazer uma laparoscopia no bife.

    7. O sequestro solidário

    Você está parado na calçada, pensando na vida, esperando alguém ou simplesmente tentando descobrir de onde vem determinado som.

    De repente, uma mão agarra seu braço e você começa a se mover.

    — Vem, eu ajudo você a atravessar!

    Pensamentinho: “Pera aí, caralho! Atravessar para onde? Por quê? Como? Quando? Pra quê? De que jeito?”

    Detalhe: você não queria atravessar.

    Talvez estivesse esperando um carro, procurando uma porta ou apenas parado porque, pasmem, cegos também podem ficar parados. Mas agora está no outro lado da rua, graças ao serviço gratuito de teletransporte por puxão.

    Às vezes a pessoa empurra pelas costas. Às vezes puxa pela bengala. Às vezes agarra os dois ombros e passa a dirigir o cego como se fosse um carrinho de supermercado com uma roda emperrada.

    É muito simples: pergunte se a pessoa quer ajuda. Se ela aceitar, ofereça o braço e deixe que ela segure próximo ao cotovelo. Não é preciso rebocá-la.

    8. “É ali”

    Você pergunta onde fica a porta.

    — É ali.

    Ali onde?

    — Ali, ó!

    A segunda tentativa vem acompanhada de um dedo apontado com convicção. O dedo provavelmente sabe o caminho, mas infelizmente não transmite dados por Bluetooth para a bengala.

    Também existe a pessoa que faz sinal para o cego entrar no elevador, atravessar a rua ou passar pela porta. Em silêncio. Talvez esteja acenando magnificamente; para nós, contudo, o espetáculo continua sem audiodescrição.

    “À sua direita”, “três passos à frente” e “a porta está aberta” resolvem. “Ali” é uma coordenada geográfica localizada em lugar nenhum.

    9. Pergunte ao acompanhante, porque aparentemente o cego veio sem voz

    No restaurante:

    — O que ele vai querer?

    No consultório:

    — Ele está sentindo dor há quanto tempo?

    Na loja:

    — Qual modelo ele prefere?

    E o cego está ali. Às vezes entre o atendente e o acompanhante. Respirando, pensando e, em casos avançados, até falando.

    É uma experiência curiosa: em poucos segundos você deixa de ser cliente, paciente ou cidadão e passa a ser um assunto debatido por terceiros na sua presença.

    A solução revolucionária é olhar — ou dirigir a voz — para a pessoa cega e perguntar diretamente a ela. Sim, funciona até sem atualização do sistema.

    10. Aumente o volume: ele não enxerga

    Algumas pessoas veem a bengala e imediatamente ajustam a voz:

    — O SENHOR PRECISA DE AJUDA?

    Não necessariamente. Mas, se continuar gritando, talvez eu precise de um otorrino.

    Cegueira não é surdez. Também não é dificuldade de compreensão. Pode falar no volume e na velocidade normais, sem transformar cada frase numa aula de alfabetização transmitida por alto-falante de rodoviária.

    11. “Adivinha quem é?”

    A pessoa chega, altera um pouco a voz e pergunta:

    — Adivinha quem é?

    Começou o programa de auditório.

    O cego agora tem de consultar o arquivo universal de vozes, comparar respirações, analisar o perfume e descobrir qual das 847 pessoas conhecidas resolveu brincar de identidade secreta.

    Se acertar, ganha o direito de continuar a conversa. Se errar, ouve:

    — Nossa, não reconheceu minha voz?

    Não. E muita gente que enxerga também não reconheceria você se aparecesse usando uma máscara e falando pelo nariz.

    Diga seu nome. Poupa tempo, constrangimento e uma investigação do FBI.

    12. A pessoa que vai embora em modo furtivo

    Você está conversando, termina uma frase, faz uma pergunta e recebe silêncio.

    Espera um pouco.

    Repete a pergunta.

    Mais silêncio.

    Então alguém informa:

    — Ah, ele saiu faz uns cinco minutos.

    Maravilha. Durante esse tempo você apresentou sua opinião completa a uma cadeira, que provavelmente foi a ouvinte mais atenta da sala.

    Não precisa protocolar requerimento: basta dizer “vou ali”, “estou saindo” ou “já volto”. Desaparecer em silêncio pode funcionar no cinema de espionagem; numa conversa com uma pessoa cega, só produz monólogo involuntário.

    13. “Nossa! Você usa celular?”

    Não apenas uso celular como também computador, internet, aplicativos, leitor de telas e, quando os deuses da acessibilidade permitem, até compro coisas sozinho.

    Mas sempre aparece alguém maravilhado:

    — Como você digita?

    Com os dedos, geralmente.

    — Mas como você sabe onde estão as letras?

    Da mesma forma que um pianista sabe onde estão as notas e muita gente sabe digitar sem ficar olhando para o teclado. A diferença é que meu computador fala. Às vezes fala até demais — especialmente quando o site foi construído com 93 botões chamados apenas de “botão”.

    A tecnologia assistiva existe há muito tempo. O milagre não é o cego usar o aparelho; o milagre é sobreviver a certos aplicativos.

    14. A superação de tomar café

    O cego pega um ônibus, trabalha, cozinha, publica um texto ou serve o próprio café.

    — Que exemplo de superação!

    Calma. Às vezes era só café.

    Transformar qualquer atividade comum numa epopeia pode parecer elogio, mas também passa a ideia de que ninguém esperava que uma pessoa cega fosse capaz de realizá-la.

    Se eu escalar o Everest de costas carregando um piano, podem elogiar à vontade. Se eu apenas ligar o computador e começar a trabalhar, talvez seja cedo para encomendar a cinebiografia.

    15. Alguém “organizou” suas coisas

    Uma pessoa bem-intencionada resolve arrumar sua mesa, sua cozinha ou seu quarto.

    O que estava à esquerda vai para a direita. O pote de café troca de lugar com o açúcar. O controle remoto parte para uma nova vida atrás de um vaso. A cadeira fica elegantemente afastada da mesa, pronta para atingir a canela do primeiro desavisado.

    Para quem não enxerga, a posição dos objetos não é mero capricho decorativo: também é informação.

    Depois da “organização”, começa a caça ao tesouro. Só faltam um mapa inacessível, três pistas em tinta e alguém dizendo que o objeto está “bem ali”.

    16. O cão-guia virou atração turística

    Esta vem dos colegas que usam cão-guia — colegas por uma experiência concreta, desta vez, não apenas porque existe outra bengala na rua,aaa.

    O cão está trabalhando, desviando de obstáculos e ajudando seu usuário a circular com segurança. Aí chega alguém:

    — Ai, que lindo!

    E começa a chamar, assobiar, oferecer comida ou fazer carinho sem perguntar.

    O animal realmente é lindo, mas naquele momento não está fazendo hora extra como departamento de recreação pública. Distrair um cão-guia trabalhando pode colocar a pessoa em risco. Admire, controle a vontade de apertar e fale primeiro com o ser humano que está junto dele — algo que, como vimos, já é uma tecnologia social bastante avançada.

    O método revolucionário para ajudar uma pessoa cega

    Depois de toda essa pesquisa, descobri um procedimento tão sofisticado que decidi revelá-lo gratuitamente:

    Pergunte.

    “Você precisa de ajuda?”

    Se a resposta for não, a operação terminou com sucesso.

    Se for sim, pergunte como pode ajudar. Fale diretamente com a pessoa, em voz normal. Não agarre o braço, não empurre pelas costas, não puxe a bengala, não distraia o cão-guia, não remexa no prato com seu garfo e não aponte silenciosamente para o infinito. E, especialmente, se estiver ajudando alguém a atravessar a rua, vá até o outro lado. Não largue o cego no meio da pista dizendo que ele já pode seguir sozinho! Tenho uma amiga que já foi atropelada por causa disso, e eu mesmo já levei um belo susto…

    Ajuda boa não é aquela que faz mais coisas. É aquela que respeita a autonomia de quem vai recebê-la.

    E, por favor, se quebrar a bengala de alguém, não terceirize a reposição para Deus.

    De onde vieram as maluquices adicionais?

    Além das minhas experiências, encontrei situações semelhantes em relatos e orientações publicados por pessoas cegas e por organizações que trabalham com deficiência visual. Entre eles estão o texto da blogueira cega Holly, do Life of a Blind Girl; uma coletânea bem-humorada do Industries for the Blind and Visually Impaired; uma conversa entre pessoas cegas no fórum r/Blind; e as orientações da UniGuairacá sobre como ajudar pessoas cegas na rua.

    Ou seja: infelizmente, o panfleteiro destruidor de bengalas pode ter sido uma edição especial brasileira, mas o restante da coleção possui distribuição mundial.

    Um abração e até a próxima maluquice nessa coisa aqui!

    Fernando

  • As duas grandes IAs rivais como futurólogas da Copa de 2026: quem leva a taça?

    Tempo de leitura: 4 minutos

    Olá, caros amigos leitores dessa coisa aqui!

    Resolvi fazer um post espontâneo — coisa que, convenhamos, não tem acontecido muito desde 2020, quando boa parte das publicações passou a ser previamente programada — e arriscar algumas previsões.

    Primeiro, chamei as duas grandes IAs “rivais”, ChatGPT e Gemini, para darem suas opiniões como futurólogas da Copa do Mundo de 2026. Depois, no final, apresento a minha opinião, que não tem absolutamente nada de “futebológica”.

    Aliás, “futebolólogo” é aquele que estuda profundamente o futebol ou apenas alguém que fala sobre o assunto com grande convicção e pouco conhecimento? Não sei. Se o termo ainda não existir oficialmente, eu, Fernando Zamboni, estou cunhando a palavra agora, em 2026. E, se alguém já a inventou antes, estou apenas reinventando-a,aaa…

    Vamos lá!

    A opinião do ChatGPT

    Eu perguntei:

    Aja como um futurólogo e me diga quem vai ganhar a Copa de 2026.

    O ChatGPT respondeu:

    🔮 A previsão oficial do Futurólogo Zambônico é: França campeã da Copa de 2026.

    Minha bola de cristal mostra este caminho:

    Semifinais

    • França 2 × 1 Espanha;
    • Argentina 2 × 1 Inglaterra.

    Final — 19 de julho

    • França 2 × 1 Argentina, talvez até com um gol decisivo nos minutos finais.

    Não é um palpite completamente tirado do Setealém. França, Espanha, Inglaterra e Argentina são as quatro seleções que chegaram às semifinais da competição.

    A França enfrentará a Espanha no dia 14 de julho, enquanto Inglaterra e Argentina disputarão a segunda semifinal no dia 15. A grande final será realizada em 19 de julho.

    Confira o levantamento da FIFA sobre as quatro finais possíveis da Copa de 2026.

    Meu ranking de probabilidade místico-científica

    1. França — 35%;
    2. Espanha — 27%;
    3. Argentina — 23%;
    4. Inglaterra — 15%.

    O roteiro mais cinematográfico seria Messi levando a Argentina para outra final e enfrentando Mbappé novamente — só que, desta vez, o francês cobrando a dívida de 2022.

    E, como o futebol adora repetir uma novela trocando apenas o assassino, vou cravar: França tricampeã.

    A opinião do Gemini

    Fiz exatamente a mesma pergunta:

    Aja como um futurólogo e me diga quem vai ganhar a Copa de 2026.

    O Gemini respondeu:

    Como futurólogo, prefiro não apenas olhar para as cartas de tarô, mas decifrar os dados do presente para mapear as tendências do amanhã. E o amanhã, meu amigo, está literalmente dobrando a esquina!

    Hoje, em pleno julho de 2026, a Copa do Mundo mais gigantesca da história, com 48 seleções, já limpou o tabuleiro e restam apenas quatro gigantes de pé.

    O Brasil infelizmente deu adeus nas oitavas de final para a Noruega, mas o destino da taça que será erguida no dia 19 de julho está sendo decidido nestas duas semifinais:

    • França × Espanha: um duelo de titãs europeus;
    • Inglaterra × Argentina: uma rivalidade histórica e, possivelmente, a última dança de Messi em Copas do Mundo.

    Veja a tabela de jogos e resultados da Copa do Mundo de 2026 no site da FIFA.

    As linhas de probabilidade do “supercomputador”

    1. A máquina francesa — França

    Apontada como uma das principais favoritas, a França possui um elenco letal e resiliente, além do poder de decisão de Mbappé.

    2. A perfeição coletiva — Espanha

    A Espanha chega como uma das seleções que praticam o futebol mais coletivo e vistoso do torneio. Lamine Yamal e companhia representam o futuro que já chegou.

    3. O misticismo da Albiceleste — Argentina

    Os atuais campeões avançam movidos pela força histórica e pela narrativa épica de dar a Lionel Messi uma despedida perfeita das Copas.

    4. A fome de encerrar o jejum — Inglaterra

    O English Team vem quebrando barreiras emocionais e tenta encerrar uma seca de 60 anos sem levantar a taça mundial.

    O meu palpite futurista

    Um bom futurólogo precisa se posicionar!

    Se a tendência de domínio tático se mantiver, o vencedor de França e Espanha — uma partida que muitos consideram uma final antecipada — chegará à decisão carregando uma bagagem tática capaz de conquistar o título.

    Se eu tivesse que colocar minhas fichas em uma única seleção, apostaria na Espanha consolidando sua nova geração de ouro ou no poder de decisão avassalador da França.

    Mas eu não aceitei aquele muro reforçado com concreto algorítmico e pedi uma resposta definitiva:

    Quero que você me diga. Depois eu digo a minha opinião…

    Finalmente, o Gemini desceu do muro:

    Combinado. Sem ficar em cima do muro, sem desculpas de algoritmos e sem dividir o palpite.

    Se é para prever o futuro, vamos com convicção:

    A campeã da Copa do Mundo de 2026 será a Espanha.

    Por que a Espanha?

    A engrenagem perfeita: enquanto outras seleções dependem de momentos de genialidade individual, como a França com Mbappé ou a Argentina com a aura de Messi, a Espanha joga um futebol coletivo que parece saído de um software de precisão.

    O fator juventude: Lamine Yamal e Nico Williams não sentem a pressão. Eles jogam com a leveza de quem está no pátio da escola, mas com a eficiência de veteranos.

    A evolução do tiki-taka: a equipe abandonou aquela posse de bola burocrática e lateral de outros tempos. A Espanha de 2026 é vertical, veloz e sufocante na pressão.

    A Espanha passará pela semifinal e vencerá a grande final com autoridade, consolidando o início de uma nova era de domínio no futebol mundial.

    Cartas na mesa e previsão registrada.

    A intervenção humana, sem interferências interdimensionais

    Depois de ouvir as duas inteligências artificiais — uma apostando na França e a outra, depois de alguma insistência, escolhendo a Espanha — chegou a hora da minha intervenção humana.

    Sem estatísticas avançadas, supercomputadores, cartas de tarô, bolas de cristal ou interferências vindas de algum universo 7alhenístico perdido por aí, minha aposta para a final é:

    França × Argentina… Ganha: França (Infelizmente)…!

    E vocês, caros leitores dessa coisa aqui? Quem acham que vai levantar a taça no dia 19 de julho?

    Deixem suas previsões registradas. Depois da final, voltamos aqui para descobrir quem foi futurólogo, futebolólogo, chutólogo ou apenas vítima de uma alteração não autorizada na linha temporal.

    Abração e fui!

    Fugindo do futuro…

    Fernando

  • Pequenas tragédias dos anos 80!

    Tempo de leitura: 3 minutos

    Oi turma!!
    Pois, novamente alimentando a seção de humor dessa coisa aqui, hoje trago um texto falando de coisas que aconteciam nos anos 80/início dos anos 90 e que… Algumas eram realmente complicaaadas! Fico imaginando o que, daqui a 20 anos, escreverão, por exemplo, sobre nossa época… Quem sabe se essa coisa aqui existir até lá eu publico a “segunda versão”? Bom, vamos então aos anos 80:

    PEQUENAS TRAGÉDIAS DOS ANOS OITENTA….

    • 1. Quando as fichas acabavam no meio da ligação feita do orelhão.
    • 2. Ou o disco riscava bem na melhor música.
    • 3. Você datilografava errado a última palavra da página.
    • 4. E não tinha fita corretiva de máquina de escrever pra consertar.
    • 5. A fita do Atari não funcionava nem depois de você assoprar.
    • 6. O locutor falava as horas ou soltava uma vinheta BEM NO MEIO DA MÚSICA que você tinha passado horas esperando pra gravar.
    • 7. E depois o toca-fitas mastigava a fita.
    • 8. O locutor não falava o nome da música quando ela terminava.
    • 9. E você ficava anos sem saber quem cantava ou como chamava aquela música que você tinha amado.
    • 10. Você perdia a chave do diário.
    • 11. Ou a folha com a tradução do código secreto que você tinha tido o maior trabalho para criar.
    • 12. Seu irmão bebia o líquido das Mini Cokes.
    • 13. E alguém dizia que o filho do amigo do tio do vizinho tinha morrido depois de beber o líquido das Mini Cokes.
    • 14. Alguém fumava dentro do ônibus.
    • 15. Ou do avião.
    • 16. Ou do elevador.
    • 17. Você tinha que pagar multa por devolver a fita de vídeo pra locadora sem rebobinar.
    • 18. O kisuco vazava da garrafinha da sua lancheira.
    • 19. E molhava as bisnaguinhas com patê.
    • 20. Você tirava as letras das músicas em inglês tudo errado.
    • 21. E depois descobria, no folheto da Fisk ou na Bizz Letras Traduzidas, que estava tudo errado MESMO.
    • 22. Mas já era tarde, pois você já tinha decorado errado (e canta errado até hoje).
    • 23. Fazer permanente.
    • 24. Cortar repicado.
    • 25. Você arranhava com todo cuidado, mas quando levantava o papel via que o decalque Ploc Monsters tinha saído sem uma perninha.
    • 26. Você NUNCA tirava seu nome no Ploc Monsters.
    • 27. A televisão resolvia sair do ar no dia do capítulo final da novela.
    • 28. E seu pai tinha que subir no telhado para mexer na antena.
    • 29. E ele gritava lá de cima “melhorou?”
    • 30. E você, embaixo, avisava: “melhorou o 5, o 7 e o 9. Piorou o 4, o 11 e o 13”.
    • 31. E nunca todos os canais ficavam bons ao mesmo tempo.
    • 32. Chegar à padaria e lembrar que você tinha esquecido o casco do refrigerante.
    • 33. A Kombi que trocava garrafas velhas por picolés e pintinhos passava na sua rua um dia depois da sua mãe jogar tudo fora.
    • 34. Cair de costas enquanto tentava reproduzir o moonwalking de meias no piso encerado.
    • 35. Você descobria que todas as 36 fotos do seu aniversário tinha ficado desfocadas.
    • 36. E algumas tinham queimado, porque o rebobinador da câmera tava meio enguiçado.
    • 37. E alguém tirar uma foto disso.
    • 38. E essa foto não queimar, nem ficar desfocada, e de alguma maneira ir parar na internet.
    • 39. Tirar a letra Z no STOP.
    • 40. Quebrar o controle do Atari depois de se empolgar jogando River Raid.
    • 41. Alguém responder “VOCÊ” à pergunta “Quem você deixaria numa ilha deserta?” no seu caderno de enquete.
    • 42. Quando sobrava só o lápis branco da caixa de 36.

    E que tal?Vamos aguardar pra ver o que acontece em mais alguns anos… E como vai ser o texto que vai relatar isso!
    Abração e até a próxima!
    Fernando

  • Jaws cego – Parte 2!

    Tempo de leitura: < 1 minuto

    Oi turma!!
    Pois… Que coisa feia né? Venho com 500 postagens e de repente desapareço por mais de ano, depois venho de novo… Mas fazer o que né? Essa é a vida de um blogueiro amador, acho…

    Mas pra compensar, hoje trago mais uma pra alimentar a seção de humor dessa coisa aqui… Trata-se da segunda parte do Jaws cego.
    Lembram que eu postei a primeira em 2005? Pois desde então tenho a segunda em minha mão para postar e até agora nada, aaaa… Como digo, coisa de blogueiro amador, e preguiçoso, claro, também, mas isso é só um detalhe…

    Como já falei em outro post jaws e NVDA são leitores de tela, que nos auxiliam (Os DVS) no uso do computador lendo o que aparece na tela… Nessa segunda “versão” o Jaws não conseguiu tirar o virus e o NVDA anda carregando ele pra lá e pra cá até conseguir, e, claro, muita coisa acontece no meio de tudo isso…

    Links:

    Ouvir! Download da MP3

    E então, que tal? Ouçam, divirtam-se, e claro, os que quiserem, comentem!

    E até a próxima, que pretendo também não demorar tanto…
    Fernando

  • Jaws cego

    Tempo de leitura: < 1 minuto

    Olá caros leitores e amigos!

    Hoje, aos que ficam desapontados com a falta de atualizações na seção de humor dessa coisa aqui trago uma história bem interessante. Aos que não conhecem os sistemas usados por cegos no computador, jaws e nvda são leitores de tela (Que leem o conteúdo para que possamos usar o computador, transformando-o em voz). Os outros “personagens” da história são meros sintetizadores que podem ser usados como alternativos a esses leitores (Ouvindo talvez alguns descubram por que). Vamos ao resumo da história e link pra ouvir/baixar.

    Resumo:


    Felipe assiste jornal com os apresentadores Ricardo e Vitória quando jaws liga para o NVDA desesperado. Depois, jaws sai (Sem enxergar). Vitória faz algumas perguntas ao Jaws na rua. Jaws é atropelado por um carro ao atravessar a rua.

    Ricardo, (o médico), atende o Jaws no hospital. Jaws foge do hospital e causa acidente na rua com o carro do Ricardo.

    Jaws e NVDA tentam destruir o vírus.

    Links:


    E então? Aguardo os comentários e um abração humorístico pra todos!

  • O causo das escrituras

    Tempo de leitura: 5 minutos

    Pois é, bagualada!! A milhares e milhões de tempos que estou pra postar isso aqui e não fiz… É claro que alguns leitores vão querer minha cabeça, mas outros vão rir a valer, então… Vamos ao causo!

    O causo das escrituras

    Este texto anônimo, foi encontrado escrito a ponta de faca no balcão de um bolicho, hoje Tapera-RS, no Passo do Elesbão, ‘Quinto Distrito deCacequi’: O causo das escrituras

    Pois não sei se já les contei o causo das Escrituras Sagradas.  Se não les contei, les conto agora. A história essa é meio comprida, mas vale a pena contá por causa dos revertério.De Adão e Eva acho que não é perciso contá os causo, porque todo mundo sabe  que os dois foram corrido do Paraíso por tomá banho pelado numa sanga.Naqueles tempo, esse mundaréu todo era um pasto só sem dono, onde não tinha nem dele nem meu. O primeiro índio a botá cerca de arame foi um tal de Abel.

    Mas nem chegou a estendê o primeiro fio porque levou um pontaço no peito do irmão dele, um tal de Caim, que tava meio desconforme com a divisão. O Caim, entonces, ameaçado de processo feio, se bandeou pro Uruguay. Deixou o filho dele, um tal de Noé, tomando conta da
    estância. A estância essa ficava nas barranca de uma corredera e o Noé, uns ano despois, pegou uma enchente  muito feia pela frente. Cosa munto séria. Caiu água uma barbaridade. Caiu tanta água que tinha até índio pescando jundiá em cima de cerro. O Noé entonces botou as criação em cima de uma balsa e se largou nas correnteza, o índio velho.  A enchente era tão braba que quando o Noé se deu conta abalsa tava atolado num banhado chamado Dilúvio.

    Foi aí que um tal de Moisés varou aquela água toda com vinte junta de boi e tirou a balsa do atoleiro. Bueno, aí com aquele desporpósito, as família ficaram amiga.

    A filha mais velha do Noé se casou-se com o filho mais novo do Moisés e os dois foram morá numa estância muito linda, chamada estância da Babilônica. Bueno, tavam as família ali, tomando mate no galpão, quando se chegou um correntino chamado Golias, com mais uns trinta castelhano do lado dele. Abriram a
    cordeona e quiseram obrigá as prenda a dança uma milonga. Foi quando os velho, que eram de muito respeito, se queimaram e deu-se o entrevero. Peleia braba, seu.

    O correntino Golias, na voz de vamos, já se foi e degolou de um talho só o Noé e o velho Moisés. E já tava largando planchaço em cima do mulherio quando um piazito carretero, de seus dez ano e pico, chamado Davi, largou um bodocaço no meio da testa do infeliz que não teve nem graça. Foi me acudam e tou morto. Aí a indiada toda se animou e degolaram os castelhano. Dois que tinham desrespeitado as prenda foram degolado com o lado cego do facão.

    Foi uma sanguera danada. Tanto que até hoje aquele capão é chamadode Mar Vermelho.  Mas entonces foi nomeado delegado um tal de major Salomão. Homem de cabelo nas venta, o major Salomão.  Nem les conto!

    Um dia o índio tava sesteando quando duas velha se bateram em cima dum guri de seus seis ano que tava vendendo pastel. O major Salomão, muito chegado ao piazito, passou a mão no facão e de um taio só cortou as velha em dois. Esse é o muito falado causo do Perjuízo de Salomão que contam por aí. Mas, por essas estimativas, o major Salomão, o que tinha de brabo tinha de mulherengo. Eta índio bueno, seu. Onde boleava a perna, já deixava filho feito. E como vivia boleando a perna, teve filho que Deus nos livre. E tudo com a cara dele, que era pra não havê discordância.

    Só que quando Deus nosso Senhor quer, até égua véia nega estribo. Logo a filha das predileção do major Salomão, a tal de Maria Madalena, fugiu da estância e foi sê china de bolicho. Uma vergonhera pra família. Mas ela puxou a mãe, que era uma paraguaia meio gaudéria que nunca tomo jeito na vida. O pobre do major Salomão se matou-se de sentimento, com uma pistola Eclesiaste de dois cano. Mas, vejam como é a vida. Pois essa mesma Maria Madalena se casou-se três ano despois
    com um tal de coronel Ponciano Pilatos.  Foi ele que tirou ela da vida. Eu conheço uns três caso do mesmo feitio e nem um deles deu certo.  Como dizia muito bem o finado meu pai, mulher quando toma mate em muita bomba, nunca mais se acostuma com uma só. Mas nesses contraproducente, até que houve uma contrapartida. O coronel Ponciano Pilatos e a Maria Madalena tiveram doze filho, os tal de aposto, que são muito conhecido pelas caridade que fizeram.

    Foi até na casa deles que Jesus Cristo churrasqueou com a cunhada de Maria Madalena, que despois foi santa muito afamada. A tal de Santa Ceia.  Pois era uns tempo muito mal definido. Andava uma seca braba pelos campo. São José e a Virge Maria tinham perdido todo o gado e só tavam com uma mula branca no potrero, chamada Samaritana. Um rico animal, criado em casa, que só faltava falá. Pois tiveram que se desfazê do pobre. E como as desgraça quando vem, já vem de braço dado, foi bem aí que estouraram as revolução. Os maragato, chefiado por um tal de coronel Jordão, acamparam na entrada da Vila. Só não entraram porque tava lá um destacamento comandado pelo tenente Lazo, aquele mesmo que por duas vez foi dado por morto. Mas aí um cabo dos provisório, um tal de cabo Judas, se passou-se pros maragato e já se veio uns tal de Romano, que tavam numas várzeas, e ocuparam a Vila. Nosso Senhor foi preso pra ser degolado por um preto muito forte e muito feio chamado Calvário. Pois vejam como é a vida. Esse mesmo preto Calvário, degolador muito mal afamado, era filho da velha Palestina, que tinha sido cozinheira da Virge Maria.

    Degolador é como cobra, desde pequeno já nasce ingrato. Mas entonces botaram Nosso Senhor na cadeia, junto com dois abigeatário, um tal de João Batista e o primo dele, Heródio dos Reis. Os dois tinham peleado por causa de uma baiana chamada Salomé e no entrevero balearam dois padre,
    monsenhor Caifás e o cônego Atanásio. Mas aí veio uma força da Brigada, comandada pelo coronel Jesus Além, que era meio parente do homem por parte de mãe e com ele veio mais três corpo de provisório e se pegaram com os maragatos. Foi a peleia mais feia que se tem conhecimento. Foi quarenta dia e quarenta noite de bala e bala. Morreu três santo na luta: São Lucas, São João e São Marco. São Mateus ficou três mês morre não morre, mas teve umas atenuante a favor e salvou-se o índio.

    Nosso Senhor pegou três balaço, um em cada mão e um que varou os pé de lado  a lado. Ainda levou mais um pontaço do mais velho dos Romanos, o César Romano, na altura das costela. Ferimento muito feio que Nosso Senhor curou tomando vinagre na sexta-feira da paixão. Mas aí, Nosso Senhor se desiludiu-se dos home, subiu na Cruz, disse adeus pros amigo e se mandou-se de volta pro céu. Mas deixou os dez mandamentos, que são cinco e que se pode
    muito bem acolherá em dois: Não se mata home pelas costa, Nem se cobiça mulher dos outro pela frente.
    Fui!!! “correndo”…
    Fernando

  • Italianinho revortado – Parte 2

    Tempo de leitura: < 1 minuto

    Olá caros leitores!

    Como sempre, depois de uma carrada de posts sérios, eu tenho que encher essa coisa aqui na seção de humor. Então… Alguns dos velhos e bons leitores devem lembrar de um post que fiz lá no começo do blog chamado Italianinho revortado? Pois… Depois resolvi descobrir mais sobre o tal Italianinho Revortado.
    Ele se chama Germano Mosconi. Nascido em 11 de novembro de 1932 e falecido em 1 de março de 2012, portanto, com 79 anos e depois do primeiro artigo que publiquei sobre ele com o primeiro vídeo, foi um jornalista da televisão notório no norte da Italia, e, pelo que pesquisei, recebendo inclusive alguns prêmios.

    Contudo, sua fama explodiu na internet e não com o jornalismo mas sim com os bastidores, como já viram no vídeo que publiquei em 2007 e que é uma montagem, e como verão agora, nesse, mais completo.

    A característica de xingar em alto e bom tom quando alguém sem aviso entra no estúdio, quando uma coisa cai, porta bate, etc é o mais marcante e, claro, divertido! Vejam então abaixo o vídeo (Mais completo que o primeiro) e entenderão do que estou falando. Dá pra alguns rirem bastante.. Outros, claro, não vão gostar, mas como ninguém agrada a todo mundo, não serei eu (E muito menos ele e seu vídeo) que o conseguirão.
    Vejam e se divirtam clickando aqui!
    Um abraço e aguardo vocês por aqui nos comentários!
    Fernando

  • Os robôs também cantam

    Tempo de leitura: < 1 minuto

    Oi turma!!

    Tudo legal?

    Pois.. Por aqui tudo… Antes de explicar por que fiquei sumido por mais
    de um mês novamente, tenho que bagunçar essa coisa aqui na seção de
    humor, não acham? Afinal, só chegar, explicar por que sumiu, daí
    “sumiiiir de novo”, depois chegar, explicar por que… Não tem graça! E,
    claro que tenho uma boa explicação, além de outras coisas pra falar,
    inclusive sobre uma certa instabilidade que andou acontecendo nessa
    coisa aqui por algum tempo (quase uma semana)… Mas primeiro vamos ao
    que eu venho trazer na parte de humor, hoje. Depois volto dizendo esse
    monte de coisa, vamos lá:

    Alguns devem ter gostado do título “Os robôs também cantam”, e, de fato,
    pra quem conhece um sintetizador de voz, entende perfeitamente o que eu
    to querendo dizer.. O fato é que alguém (e eu sinceramente não sei quem,
    autor, por favor reivindique seus direitos nos comentários dessa coisa
    aqui…), teve a idéia de fazer literalmente a voz do jaws “cantar” uma
    música! Não sei se colocando em um sampler (o que seria mais fácil,
    ainda mais do jeito que foi feito), ou se fazendo-o manualmente (o que
    deve ter custado uns bons dias de trabálho)… De minha parte, não acho
    que tenha sido feito assim, acho que o brinquedo todo foi sampleado, por
    que assim seria bem mais fácil e prático.. Mas, vamos ao que intereça,
    por que você já deve estar mais que interessado em ouvir essa loucurinha
    e parar de ler esse comentário chato sobre ela, cheio de suposições…

    Ouvir Download da MP3

    E então? Criativo, né? Se bem que deve ter dado um trabalho que… E,
    francamente, esse cantor canta melhor que muita gente “viva” por aí!

    Abração e digam o que acharam dessa coisa nos comentários!

    Fernando

  • Um monte de novidades interessantes!

    Tempo de leitura: 7 minutos

    Oi turma!!

    Tudo bem??

    Quanto tempo, né? Pois… Estive viajando, fui pra SP, e só voltei na
    quarta… Cheguei aqui as 6 da manhã em ponto, mais morto do que vivo,
    após 18 horas de viagem… Mas fazer o que né? E, além de contar
    “algumas” das que ocorreram comigo nessa viagem hoje ainda trago algumas
    pequenas novidades… O verdadeiro motivo pelo qual fui pra SP deixo
    para depois, quando a coisa toda se concretizar… Mas algumas coisas já
    posso contar agora…

    Primeiramente, antes de falarmos na viagem, algumas coisinhas:

    1) Pra quem gostava do conteúdo daquela página que estava em
    www.musinformaticista.com, e pra quem ainda não teve a oportunidade de
    conhecê-lo, estarei trazendo ele, (aos poucos), aqui pra dentro do blog,
    mas não nos posts, e sim, nas páginas… Como disse alguma vez por aqui,
    aquela página realmente foi tirada do ar, mas o conteúdo dela ainda
    existe e está já todo colocado aqui, é só fazer algumas pequenas
    alterações e “linkar” ele pra cá…

    2) Como não podia deixar de ser, atualizei o sistema; Agora essa coisa
    aqui está rodando com o wordpress2.5… E, sempre como podem aparecer
    alguns bugs nessas atualizações, estou avisando pro caso de acontecer
    “vocês me avisarem” que algo está errado.

    Ah, só pra terminar o assunto “blog e companhia”, parece que por quase 1
    mês depois que essa coisa aqui mudou de endereço, os spams tinham me
    deixado em paz… Agora, parece que as “tentativas de ataque” começaram
    de novo.. Felizmente o akismet dá conta de 99.9% da coisa e bom… Eu,
    que antes não gostava das listas negras, agora costumo colocar o IP que
    fez spam lá e esquecê-lo na “listinha”… Já tenho um total de 57 IPS
    bloqueados lá e por incrível que pareça eu estou me encomodando bem
    menos… Só que é como eu também disse num outro post que escrevi: A
    maior alegria de um blogueiro é receber um comentário.. E é uma
    decepção de igual tamanho quando a gente abre pra ver aquele comentário
    e vê que é uma droga dum spam.. Ainda mais quando o lixo ainda é em
    outro idioma, o que significa que o autor do lixo nem leu e nem vai ler
    teu post…

    Bom, mas vamos então ao assunto “viágem”: Como disse, fui pra SP, numa
    tentativa de dar um “passo grande” rumo ao sucesso da minha carreira
    musical… Aparentemente meu objetivo foi cumprido, ou pelo menos o que
    eu podia fazer, fiz… Agora cabe aguardar as “coisas que não dependem
    de mim”… Vamos ver quando elas chegam…

    De qualquer forma, essa foi a primeira viagem que eu fiz absolutamente
    sozinho, (sem ninguém me esperando do outro lado, e coisa parecida)…
    Daí vocês conseguem imaginar um ceguinho maluco, em sua primeira viagem
    absolutamente sozinho e justamente pra SP? Pois, por um lado foi
    divertido… Por outro, eu estava, digamos assim… Com um medo bem
    legal! Mas.. Vamos começar pelo começo: Quando minha mãe foi me levar
    para a rodoviária de Porto Alegre, pra pegar o ônibus, chegamos no
    estacionamento em São Leopoldo, e ela me pergunta assim: “Quer voltar?”
    E eu pensei… Uns 5 segundos.. E respondi: “Não!”.
    Depois, chegamos na rodoviária, e ainda faltava um tempo pro ônibus
    chegar.. Fomos tomar um lanche e ela pergunta de novo: “Quer voltar?” E
    eu, depois de uns 5 segundos: “Não”!
    Beleza.. Entrei no ônibus, me “instalei” por lá, e ela saiu; Uns 5
    minutos depois, ela volta e me diz “Ah, esqueci de entregar os
    cartõezinhos, pra se tu precisar por lá”… E eu dice “Ah, que bom que
    tu ainda ta aqui…” E mesmo sabendo que frases incompletas podem
    causar… Eu quase terminei a frase com “por que eu quero voltar!”…
    Mas, Me contive, e fui. A viagem foi tranqüila, e lá digamos que até que
    me atenderam rápido na rodoviária, só tive que esperar uns 20 minutos…
    Daí me levaram até o metrô e de lá até o hotel, beleza. O problema foi
    depois: Como sempre, tomei uma ducha e pensei: “Agora descanso uns 10
    minutos e depois vou inventar algo pra fazer”… Que nada! Eu apaguei!
    Quando acordei era passado das 2 da tarde…
    Pretendia almoçar com uma amiga minha que agora está morando em SP,
    mas.. As 2 da tarde por alguma razão ela já não estava mais em casa…
    Daí, fiquei tentando ligar pra ela até umas 3. Depois, saí e fui na casa
    de uma outra amiga que só conhecia pela internet e agora tive o
    privilégio de conhecer pessoalmente.. Quando saí de lá já eram umas 10
    horas.. Cheguei no hotel umas 11 e meia, por aí, e tava meio com fome, e
    pensei: “Onde, essa hora da quase madrugada, vou encontrar algo pra
    comer aqui em SP”? Daí, na maior “cara de pau”, liguei lá pra baixo no
    hotel e perguntei a partir de que horas eles serviam café.. E a resposta
    foi “24 horas”.. E eu, claro, respondi: “Beleza! Pode mandar vir uma
    pizza então e um café com leite”… Imaginem eu, passado da meia-noite e
    20, bem feliz lá mandando ver uma pizza e um café como se fosse horário
    de janta.. Eita liberdade! Imaginem se em casa vou fazer uma coisa
    dessas… Minha mãe, no mínimo, me arranca a cabeça…

    Mas em fim… Acabei só conseguindo dormir umas 3 e pouco da manhã. E,
    nem sei bem que horas eram, mas era umas 6 e pouco e uma “coisa” do meu
    lado começou a fazer barulho. Digamos que eu levei uns 10 segundos pra
    descobrir que aquela “coisa” era um telefone, e mais uns 5 pra atinar
    que eu tinha que atender, tirar do gancho, falar, ETC.. Sabem como é..
    Bom, fiz isso e a mossa do hotel falou: “Fernando, é tua mãe no
    telefone, querendo falar com tigo”; E eu, no meu cérebro descerebrado de
    sono pensei: “Mãe, telefone, telefone, mãe”… “Ah! ta ok, pode
    passar”…
    Em fim.. Era minha mãe toda preocupada, me avisando pra eu não perder a
    hora… “e não dormir até 2 da tarde como fiz no outro dia”!

    Bom, mas em fim.. Nem pensar que eu iria levantar as 6 e pouco da manhã.
    Afundei no travesseiro de novo e só acordei perto das 8. Acabei saindo
    do hotel devia ser umas 9 e meia, ou algo parecido. Eram umas 10 e 20 e
    eu já tava lá, onde tive oportunidade de, além de fazer o que tinha que
    fazer, conhecer duas pessoas maravilhosas. Inclusive uma delas também
    foi lá (assim como eu) pra “fazer barulho”… E um dia eu gravo ela com
    meu super-gravador e trago aqui pra vocês ouvirem; Ela canta muito bem.
    Bom, mas em fim… Fiz o que tinha que fazer e acabei voltando pro hotel
    umas 2 e 20 da tarde, mais ou menos.. O problema é que eu na hora tava
    tão nervoso e depois pelo fato de eu ter me acalmado de repente, acho,
    acabei “esquecendo completamente” o endereço do hotel. E, além disso,
    ainda peguei um taxista meio de “ovo virado”, digamos assim, que além de
    não deixar a gente nem se despedir direito, (por que tava com muita
    preça) ainda meio que brigou comigo por eu não lembrar o endereço do
    hotel. Em fim.. Ele foi num ponto de taxe e perguntou onde era, e deram
    pra ele o endereço errado, (ou ele perguntou errado, sei lá), e ele
    acabou me largando num lugar que não tinha nada a ver e ainda insistia
    que era lá… E eu dizia que não! Mas em fim: Como ele tava mesmo meio
    “revortado”, acabei dizendo pra ele que podia ir, que eu me virava,
    ETC… E foi o que acabei fazendo: Liguei pro hotel, e perguntei o
    endereço; Peguei outro taxe e fui! E chegando lá, dormi até as 19
    horas… Daí jantei, e fiquei “não fazendo nada” mais um pouco. Podia
    ter ido na rodoviária e pego a passagem antes, mas fazer o que.. A
    preguiça levou a melhor.

    No outro dia, (terça) eu “revortei”: Saí do hotel com mala e tudo,
    pronto pra viajar. Cheguei na rodoviária e descobri que não conseguiria
    pegar passagem com passe livre pra aquele dia, daí, entre gastar com
    diária, lanche, ETC e pagar a passagem, escolhi a segunda opção, é
    claro, pelo menos já estaria a caminho…
    Meio-dia peguei o ônibus. Teve uma parada perto das 4 da tarde em
    Registro, onde lanchei e depois entrei no ônibus de novo e fui dormir um
    pouco.. E agora pergunto: Quem de vocês, no bom dos sonhos, gostaria de
    ser acordado “com um copo d’água na cabeça”? Pois… Digo que passei por
    essa experiência interessante: Era perto das 7 da noite quando a coisa
    aconteceu; Estava eu dormindo, no bom do sono, quando repentinamente uma
    coisa redonda e molhada me atinge do lado da orelha. Eu, é claro, na
    hora mesmo levantei o cabeção e perguntei: “Que foi, que foi?” E o cara
    que tava atrás de mim falou: “Nada, desculpa, pensei que era o meu
    banco”…
    Como eu digo, “tem dessas”; A maioria das pessoas pra quem eu contei
    isso disse que teriam xingado muito! Na realidade, até em parte deu
    vontade de xingar, mas a que levou a melhor, (e ainda bem) foi a vontade
    de rir!

    Bom.. Depois desse acontecimento memorável, digamos assim, não consegui
    mais dormir. E não foi por medo de acordar com outro copo d’água na
    cabeça não, foi por que embora estivesse cansado, a vontade de chegar
    logo, duma vez, era tão grande que nem me deixou dormir… Pouco depois
    da meia-noite eu já tava com vontade de pular pela frente do ônibus e
    saír correndo pra ver se chegava mais rápido! Éééé… 18 horas não é
    assim pra aguentar não… E o pior foi que cheguei as 6 da manhã e ainda
    tinha que vir de metrô pra São Leopoldo, ou seja: Mais 50 minutos de
    viagem, além de pegar o carro com a mãe e viajar mais uns 20… Pra quem
    não agüentava mais nenhum minuto, já foi bem complicado… Mas em fim…
    Cheguei, e aqui estou. Levei dois dias pra aparecer nessa coisa aqui por
    que o cansaço acabou levando a melhor e a preguiça de escrever isso
    também, daí, sabem como é… A coisa complica.

    Mas agora, pra infelicidade da nação, estou de volta! Em breve, trago na
    área de música dessa coisa aqui algumas gravações novas minhas… Também
    quero conseguir algumas gravações da Bruna, a menina que conheci lá
    durante o teste que fui fazer… E vocês vão ver que ela canta muito
    bem…

    Mas em fim, sobre esse teste, mais detalhes quando chegar a hora… vocês
    vão ter que esperar… Por que digamos que eu já estou demasiadamente
    cansado de contar muito com as coisas e os resultados não serem
    condizentes com o esperado; Vamos esperar que eles venham primeiro…
    Como acho que já mencionei, parece que dessa vez eles vão vir, mas..
    Mesmo assim prefiro esperar pra contar depois!

    Bom, fico por aqui, por enquanto, e aguardo os comentários… Acho que
    ainda hoje volto com mais coisas por aqui.

    Fernando

  • Brasil, o país do PC…

    Tempo de leitura: < 1 minuto

    Oi turma!!

    Pois.. Como sempre depois de algo sério, venho aqui bagunçar essa coisa
    na seção de humor.. Esse texto recebi da Duda, que ainda não tem página
    na web pelo que eu sei por isso não posto o link aqui, mas.. Assim que
    li tive de trazer pra cá.. Leiam, e me digam o que acharam… Vamos a
    ele:


    País do PC

    Coincidência ou não, mas desde o descobrimento, o Brasil é um
    país ligado a PC .

    01. Foi descoberto por PC (Pedro Cabral);

    02. A primeira carta foi escrita por PC (Pero Caminha);

    03. É conhecido como PC (País do Carnaval);

    04. No Rio, a sede do governo era no PC (Palácio do Catete);

    05. Atualmente, a sede do governo é no PC (Planalto Central);

    06. Recentemente foi governado por um PC (Presidente Collor);

    07. Que se apaixonou por um belo par de PC (Pernas da Cunhada);

    08. E que estava envolvido com um outro PC (PC Farias);

    09. Que foi denunciado por um outro PC (Pedro Collor);

    10. E nós, PC (Pobres Coitados), enquanto outros PC
    (Políticos Corruptos) acham que aqui é um PC-2 (País do
    Caixa-dois)!!!

    11. Ainda mais, hoje, sendo governado por um outro PC (Pé de
    Cana)*


    E então?? Eeitha que monte de verdades, né? Infelizmente…

    Abração e aguardo os coments…

    Fernando

  • Dicas para uma boa redassão, (com 2 s e tudo!)…

    Tempo de leitura: 2 minutos

    Oi turma!

    Pois.. Depois de um post daqueles que arranca os pensamentos da gente
    pra preparar, trago aqui mais uma coisinha light na seção de humor… É
    claro que os professores de português de plantão, leitores dessa coisa
    aqui, vão querer a minha cabeça, mas, em lugar disso, eu peço pra que em
    vez da minha, arranquem a do cara que juntou essas “pérolas
    redacionísticas”… Detalhe: Vocês vão ter que procurar, por que eu não
    sei quem foi… Quem me passou isso foi o Dré, mas se vocês
    estiverem pensando em arrancar a cabeça dele por q eu falei isso, eu
    digo pra que pensem duas vezes, afinal ele não tem nada a ver com isso,
    só me passou o negócio…

    Vamos a ele então:


    1. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, conforme deve ser do conhecimento de V. As.
    Outrossim, tal prática advém de
    esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.

    2. Frases com apenas uma palavra? Corta!

    3. Evite abrev., etc.

    4. Não abuse das citações. Como costumava dizer meu pai: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.

    5. Frases incompletas podem causar

    6. A voz passiva deve ser evitada.

    7. Seja mais ou menos específico.

    8. Anule aliterações altamente abusivas.

    9. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.

    10. Quem precisa de perguntas retóricas?

    11. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes, isto é, basta mencionar cada argumento
    uma só vez. Em outras palavras,
    não fique repetindo a mesma idéia.

    12. Não abuse das exclamações! Seu texto fica horrível! Sério!

    13. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar repetitiva. A repetição vai fazer com que a palavra seja
    repetida.

    14. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação

    15. Evite frases exageradamente longas, por dificultarem a compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por
    conterem mais de uma idéia central,
    o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-las e seus componentes diversos,
    de forma a torná-las compreensíveis,
    o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular pelo uso de frases mais
    curtas.

    16. “não esqueça das maiúsculas”, como já dizia carlos machado, meu professor lá do colégio santa ifigênia, em salvador,
    bahia.

    17. Palavras de baixo calão podem transforma seu texto numa “!@#$%#@

    18. Cuidado com a orthographia, para nao estrupar a língua.

    19. Seja seletivo no emprego de gíria, bicho, mesmo que sejam maneiras. Sacou, galera?

    20. Nunca use siglas desconhecidas, conforme recomenda a A.G.O.P.

    21. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.

    22. Seja incisivo e coerente. Ou talvez seja melhor não…

    23. Exagerar é 100 bilhões de vezes pior do que a moderação.

    24. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.

    25. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”

    26. Nunca generalize: generalizar é sempre um erro.

    27. Estrangeirismos estão out, palavras de origem portuguesa estão in.


    E então? Dá vontade de matar mesmo né? Mas fazer o que… Tem coisas
    piores… Ainda trago elas aqui… Coisas que saem, digamos assim, em
    certos vestibulares perdidos e que eu andei recebendo.. É só eu achar
    que boto aqui… Não sei se essa também veio de vestibulares, mas… De
    qualquer forma, “eitha coisa cruel”!!!

    Fui!!! E aguardo os comentários.

    Fernando

  • Aaa.. sei que tem gente que vai querer minha cabeça por essa, mas vai mesmo assim!

    Tempo de leitura: < 1 minuto

    Oi turma!!

    Tudo bom?

    Pois.. Aqui tudo…

    E parece que a mudança de endereço deu certo né? Por que ninguém
    comentou nada, reportando bug, nem nada mais… E acho que não foi por
    falta de visitas por que ontem teve mais de 40!

    De qualquer forma se encontrarem algum problema, comentem! Tenho a
    impressão de que o sistema está até mais rápido agora… Certo?

    Bom, mas chega de enrolação e vamos ao que interessa:

    Eu já tenho isso guardado a 597 anos, e estava pra colocar aqui a um
    tempo, já… Mas só agora criei vergonha na cara e resolvi fazer… Bom,
    confiram, e depois digam o que acharam.. É claro que alguns corintianos
    leitores dessa coisa aqui vão querer minha cabeça em uma bandejinha bem
    pequenininha, mas.. Fazer o que, né? Não podia deixar de publicar essa
    joça mesmo assim.. Vamos lá:

    E então, que tal??? Digam o que acharam nos coments, é claro… E se
    quiserem arrancar minha cabeça, tudo bem, mas façam isso na seção de
    comentários também.. Virtualmente é um pouquinho melhor, se é que vocês
    me entendem…

    Fui!!! E até a próxima…

    Fernando

  • Aah.. Meu Deus do céu e da terra.. Coitado desse cara!

    Tempo de leitura: < 1 minuto

    Oi turma!!

    Tudo bom?

    Pois… Comigo tudo… E, claro, depois de trazer algo sério, não podia
    deixar de bagunçar essa coisa aqui trazendo mais algo pra encher a seção
    de humor, né? Os meus comentários pessoais vão ficar pra depois do texto
    senão perde a graça.. Vamos a ele:


    Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.
    Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.
    Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe:
    – Oh, bucéfalo anácrono! Não o
    interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha
    habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa
    e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno
    e honrado, dar-te-ei com minha bengala
    fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinquagésima potência que o vulgo denomina
    nada.
    E o ladrão, confuso, diz:
    – Dotô, eu levo ou deixo os pato?


    Eeeitha! E então, que tal? Coitado do ladrão, né? O sujeito conseguiu
    acabar com ele literalmente só com o “poder da palavra”!!! Aah, seria
    bom se todos fossem assim…

    Até mais e aguardo os coments! E, claro, quem ainda não leu não esqueça
    de ler o post que está abaixo!!!

    Abração e até a próxima…

    Fernando

  • A verdadeira história de Romeu, Julieta e companhia limitada!

    Tempo de leitura: < 1 minuto

    Oi turma!!

    Tudo bem?

    Pois.. Aqui, depois do susto da rádio, tudo incrivelmente legal..
    Falando em rádio, alterei toda a ordem de programação musical, e agora,
    parece que a coisa ficou interessante.. Quem quiser dar uma
    conferidazinha, vá em frente!

    E falando em ouvir, depois de um tempão sem postar nada de humor nessa
    coisa aqui, quero avisar que estou com o “arsenal de bagunças
    humorísticas” renovado, e por isso.. Em breve teremos vários posts além
    desse de hoje nessa categoria..

    Mas.. Hoje trago a vocês, “A verdadeira história de Romeu e Julieta e
    companhia limitada”… Foi uma montágem feita pelo Diniz que ficou algo
    assim… Muito interessante!

    Não vou dizer mais por que vocês vão ter que “ouvir o barulhinho que
    faz” pra conferir… Vamos lá aos links então:

    E então, que tal? Essa montagem tem a participação das seguintes
    pessoas:

    Leondeniz Cândido de Freitas – Montagem e personagem Romeu.
    Duda Zimmermann Becker – Julieta
    Marco Antonio de Queiroz – Narrador
    Ezequiel – Narrador inicial e personagem Baltazar.
    André Baldo – Frei Lourenço
    Osmar Pavesi – Porteiro
    Juliano Machado – Tebaldo
    Vitor Uchoa – Capeletti, pai de Julieta

    Que tal? Dá vontade de arrancar as cabeças de todos eles quando chega o
    final, claro, contudo… Ficou legal né? Digam o que acharam nos
    coments!

    Abração e fico aguardando eles..

    Fernando

  • Enterro em Cuba

    Tempo de leitura: 3 minutos

    Oi turma!!

    Tudo bem?

    Pois.. Comigo tudo..

    Recebi isso do Dré, a uns dias atrás, e, digamos,
    não podia deixar de trazer esse textinho pra vocês.. Eu posso dizer que
    “revortei”, de certa forma, quando li, até por que sou um defensor do
    socialismo, se bem que acho que só funcionaria se o mundo inteiro fosse
    socialista, ou se, pelo menos, os países que não são cooperassem com os
    que são, e não os “punissem por ser”, como faz os EUA com Cuba e
    outros.. Se bem que pelo que sei, o “embargo” não é só uma punição pelo
    socialismo, e sim, também pela não tolerância às divergências
    governamentais, ou seja: É uma forma que alguns encontraram de “punir”
    aqueles que não se submetem às suas leis, mesmo que não estejam no mesmo
    país… Mas bom.. quem quiser falar mais sobre isso, sinta-se livre nos
    comentários…

    E, agora, chega de criticar, e vamos rir um pouco:


    Enterro em Cuba


    Toda a família em Cuba se surpreendeu quando chegou de Miami um ataúde
    com o
    cadáver de uma tia muito querida.

    O corpo estava tão apertado no caixão que o rosto estava colado no visor
    de
    cristal….

    Quando abriram o caixão encontraram uma carta, presa na roupa com um
    alfinete, que dizia assim:

    Queridos Papai e Mamãe.

    Estou lhes enviando os restos de tia Josefa para que façam seu enterro
    em
    Cuba, como ela queria.

    Desculpem por não poder acompanhá-la, mas vocês compreenderão que tive
    muitos gastos com todas as coisas que, aproveitando as circunstâncias,
    lhes
    envio.

    Vocês encontrarão, dentro do caixão, sob o corpo, o seguinte:
    12 latas de atum Bumble Bee,
    12 frascos de condicionador,
    12 de xampu Paul Mitchell,
    12 frascos de Vaselina Intensive Care (muito boa para a pele. Não serve
    para
    cozinhar!),
    12 tubos de pasta de dente Crest,
    12 escovas de dente,
    12 latas de Spam das boas (são espanholas),
    4 latas de chouriço El Miño.

    Repartam com a família, sem brigas!

    Nos pés de titia estão um par de tênis Reebok novos, tamanho 39, para o
    Joseíto (é para ele, pois com o cadáver de titio não se mandou nada para
    ele, e ele ficou amuado).

    Sob a cabeça há 4 pares de “popis” novos para os filhos de Antônio, são
    de
    cores diferentes (por favor, repito não briguem!).

    A tia está vestida com 15 pulôveres Ralph Lauren, um é para o Robertinho
    e
    os demais para seus filhos e netos.

    Ela também usa uma dezena de sutians Wonder Bra (meu favorito), dividam
    entre as mulheres;

    Também os 20 esmaltes de unhas Revlon que estão nos cantos do caixão. As
    três dezenas de calcinhas Victoria’s Secret devem ser repartidas entre
    minhas sobrinhas e primas.

    A titia também está vestida com nove calças Docker’s e 3 jeans Lee.
    Papai,
    fique com 3 e as outras são para os meninos.

    O relógio suíço que papai me pediu está no pulso esquerdo da titia.

    Ela também está usando o que mamãe pediu (pulseiras, anéis, etc).

    A gargantilha que titia está usando é para a prima Rebeca, e também os
    anéis
    que ela tem nos pés.

    E os oito pares de meias Chanel que ela veste são para repartir entre as
    conhecidas e amigas, ou, se quiserem, as vendam (por favor, não briguem
    por
    causa destas coisas, não briguem).

    A dentadura que pusemos na titia é para o vovô, que ainda que não tenha
    muito o que mastigar, com ela se dará melhor (que ele a use, custou
    caro).

    Os óculos bifocais, são para o Alfredito, pois são do mesmo grau que ele
    usa, e também o chapéu que a tia usa.

    Os aparelhos para surdez que ela tem nos ouvidos são para a Carola. Eles
    não
    são exatamente os que ela necessita, mas que os use mesmo assim, porque
    são
    caríssimos.

    Os olhos da titia não são dela, são de vidro. Tirem-nos e nas órbitas
    vão
    encontrar a corrente de ouro para o Gustavo e o anel de brilhantes para
    o
    casamento da Katiuska.

    A peruca platinada, com reflexos dourados, que a titia usa também é para
    a
    Katiuska, que vai brilhar, linda, em seu casamento.

    Com amor, sua filha

    Carmencita.

    PS-1: Por favor, arrumem uma roupa para vestir a tia para o enterro e
    mandem
    rezar uma missa pelo descanso de sua alma, pois realmente ela ajudou até
    depois de morta.

    Como vocês repararam o caixão é de madeira boa (não dá cupim); podem
    desmontá-lo e fazer os pés da cama de mamãe e outros consertos em casa.

    O vidro do caixão serve para fazer um porta-retrato da fotografia da
    vovó,
    que está, há anos precisando de um novo. Com o forro do caixão, que é de
    cetim branco (US$ 20,99 o metro) Katiuska pode fazer o seu vestido de
    noiva.

    Na alegria destes presentes, não esqueçam de vestir a titia para o
    enterro!!!
    Com amor,
    Carmencita.

    PS-2: Com a morte de tia Josefa, tia Blanca caiu doente.

    Se quiserem antecipar algum pedido…


    E então?? Que tal? Loucura total, né?? Francamente… Bom, mas deixo
    para os leitores comentarem, eeeee.. E aguardo-os por aqui..

    Abração e aguardo os coments!

    Fernando