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Archive for the ‘Compartilhando pensamentos’ Category

abr
26

Oi turma!!

Tudo bem??

Olhem só: Não tenho permissão pra dizer quem é o autor dessa crônica,
mas, naturalmente, a tenho para divulgá-la. Não vou fazer comentários
sobre ela, aqui, por que no texto ja diz tudo.
Vamos a ele, então?


Eu hoje fiquei triste. Não uma dessas tristezas passageiras que dá
no final de um dia de trabalho, quando o chefe foi grosseiro, os colegas
indiferentes. Mas uma tristeza que sei que não vai acabar, nem melhorar.
Só tende a piorar!
Ao corrigir algumas provas e trabalhos dos meus alunos constatei
que alguns deles, da sexta série, não sabem ler. Outros lêem mal e mal,
mas não sabem escrever. E o pior: quando copiam do quadro-verde ou do
livro, fazem-no errado.
Ah, mas sabem reclamar! Isso eles sabem muito bem! Reclamam dos
colegas, dos professores, das notas. Acho que foram os pais que lhes
ensinaram.
Lembro que houve uma fase em que tudo era culpa da mãe. Coitada!
Nem sei para quê “Dia das Mães”! se eu fosse neurótica, a culpa era
dela, se fosse gorda ou seca também!
Hoje em dia as mães ensinam os filhos a reclamar e pressionar os
professores. Ensinam-lhes a exercer o poder econômico, mesmo que com
mixaria. Só não estão dando valor ao conhecimento e, com isso, estão
colaborando para formar uma geração sem nenhum preparo para comandar,
nem para escolher quem comande, porque não sabem (e não querem saber)
nada de nada. Assim fica fácil para qualquer um se eleger.
A minha tristeza é do tamanho do mundo, porque eles “são o
futuro”. Que futuro? Do Brasil? Ou será do Brazil?
Pena que a mãe, aquela que o Freud disse que era a culpada de
tudo, tenha esquecido sua importância. Pena que ela tenha deixado de
educar e de dar bons exemplos de respeito para com os mais velhos, para
com os professores. Agora parece que os alunos pensam que os professores
são seus empregados. E na verdade são. Só que empregados a serviço da
educação, o que só acontece quando há respeito. Se eu posso pagar, eu
não valorizo; se eu conquisto com o meu esforço é diferente. Se eu não
valorizo, não respeito; se não respeito não aprendo. E os candidatos aos
“Mensalões” vão ganhando. Depois eles dão uma “Fome Zero” para aqueles
que os elegeram!
Eu acho que o Jeca sabia o que vinha depois dele!

(Célia Pescar)


E então?? Quantos de vocês já estiveram ou estão nessa situação? Tem
coragem de colocá-la nos comentários por aqui?? Se tem, fico aguardando
eles…

Abração!

Fernando

abr
26

Oi turma!!!

Sei que alguns poderiam me chamar de insistente, chato, até mesmo
perguntar por que eu “ainda estou voltando a esse assunto”? Afinal foi
um post feito a mais de mês… Sim, sei que foi, e já teve um outro a
respeito, mas o assunto não “acabou”, e sabem por que? Por que ainda não
foi resolvido, e só vamos poder “engavetar” esse tipo de assunto, quando
a coisa for resolvida realmente… A prova de que não foi resolvido é
que agora, por exemplo, os bandidos apontam as armas pras crianças, e
não pro adulto, na ora do roubo, por exemplo… E, claro, o “outro
assunto lá”, ninguém fala mais, quase… Vocês, por exemplo, sabem quem
é “João Hélio Fernandes”? Não, antes que pensem qualquer coisa, não é um
político importante, ou qualquer coisa assim, (se é que me entendem);
Quem não sabe ou não_lembra_mais, que pesquise, e descubra…
Mas bom… Mudando de assunto sem mudar de assunto, trago hoje aqui um
texto de Pedro Cardoso da Costa, um advogado “que eu não conheço” mas
deve estar em alguma comunidade que eu estou no orkut, por que recebí
isso dele…
De qualquer forma, conhecendo ou não, trago o texto dele aqui.. E agora
ao invés de falar apenas do crime, vamos falar também da maioridade
penal..
Antes do texto do advogado, quero deixar minha opinião pessoal, que não
vai exatamente de acordo com o texto, mas mesmo assim, vamos lá:
Acho que não deve existir “maioridade penal”; E sim, uma criança, por
menor que seja, a partir do momento em que cometeu um crime hediondo
qualquer, e que já é capaz de fazer uma escolha moral, (ou seja: Sabe o
que é matar, morrer, e coisa e tal e o que agente deve ou não fazer),
já assume sua “maioridade penal”, e deveria já ser julgada e
condenada…
Também, quero acrescentar que uma boa educação, e uma boa familia, (bem
estruturada), evita, por si, muitos desses problemas…
Ou seja: Com uma boa familia e uma boa educação, resolvemos grande parte
do problema.
E.. Antes que arranquem minha cabeça, eu digo: Não me refiro aqui, às
pessoas que tem algum tipo de distúrbio mental, se bem que até essas
penso que devam ser analisadas com muita cautela, (por que existe muita
gente que faz absurdos e depois quer conseguir um laudo qualquer de
deficiente mental pra escapar da justiça)!
E bom.. Outra coisa que o Diniz fez questão de me lembrar e que também
concordo com ele: Não adianta apenas “jogar” o sujeito no presídio!! Por
que isso só enche presídio… O que tem que fazer, é criar um plano bom
de reeducação, (moral e intelectual), pra essa gente aí, e, também,
fazer uma triajem , ao “admitir” o cara na cadeia, pra saber qual o grau
de periculosidade dele, e colocá-lo com outros “equivalentes”…

Bom, mas.. Chega de conversa e vamos ao texto?


REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL
A violência tornou-se um daqueles problemas que criou mais especialistas e
palpiteiros do que o futebol. Cada um tem seu diagnóstico enquanto a
violência grassa. Há muito tempo se mata mais na normalidade do Brasil do
que em qualquer guerra no mundo. Há uns dez anos me aborreci profundamente
com mais um especialista, o Renato Lombardi por dizer que o governo de São
Paulo teria criado uma série de medidas de combate à violência e que o
resultado viria em longo prazo e que a sociedade brasileira era precipitada.
O tempo mostrou o resultado. As autoridades insinuam, de forma velada ou
disfarçada, de que os culpados são as vítimas. E a cada agravamento nos
requintes de crueldade nos crimes surge um festival de explicações, como se
fosse suficiente. E só. Até a autoridade máxima, em vez de solução, formula
perguntas.
Agora descobriu que a melhoria das condições sociais resolveria o problema.
Mas o governo federal não faz uma campanha mínima de orientação para evitar
gravidez precoce e o nascimento descontrolado de filhos de quem não tem
nenhuma condição de cuidar, o principal motivo ensejador do caos social.
Mais, em absoluto pobreza não é sinônimo de banditismo.
A presidenta da Suprema Corte de Justiça, acompanhada de muitos jornalistas
e especialistas, acha que não é o momento para a discussão da maioridade
penal. Precisava dizer quando seria o momento adequado. Os assassinatos
foram crescendo até chegar quarenta mil assassinatos por ano e isto não foi
suficiente para surgir o momento adequado.
Sem que surgisse um policial em toda a trajetória, depois da diversão dos
anjinhos que atravessaram o Rio de Janeiro arrastando uma criança, a
sociedade despertou-se para a discussão sobre a diminuição da maioridade
penal. È certo que somente colocar idade menor em papel não resolve nada. Só
que nenhuma medida foi tomada até agora. Nem mesmo um tal banco de dados
nacional para registrar os condenados não passou de intenção. Não existe
quem conheça uma medida de prevenção, simplesmente porque não tem. Além
disso, as penitenciárias estão com mais de cem mil e existem mais de
trezentos mil condenados soltos.
A solução óbvia seria policiamento preventivo adequado, com equipamento
adequado, sem panda podre, sem milícia; uma polícia investigativa que
apurasse para valer, com intercâmbio com outros países. Corregedorias que
fiscalizassem eficazmente as tantas “passagens de bandidos apenas pela
polícia?, apurando a razão dos inquéritos não chegarem ao Ministério
Público. Além de um Poder Judiciário que julgasse com rapidez e eficiência.
Quanto ao Poder Legislativo, tem mesmo que instituir a prisão perpétua para
todos os crimes hediondos, incluindo todo e qualquer assassinato doloso. Com
a certeza de que nenhuma pena, mesmo a de morte, não compensa a injustiça de
se matar alguém. Para quem tem dúvida, ficaria a indagação se, sabendo que o
bandido iria ser enforcado, aceitaria que ele lhe tirasse a vida.
Para crimes de lesões corporais, que deixassem seqüelas graves, como a
deficiência em algum membro do corpo, pena privativa de liberdade de, no
mínimo vinte anos. Para os duvidosos de sempre, ficaria a pergunta se
trocaria a perda de visão de um olho pelos vinte anos de prisão do bandido.
Ninguém aceitaria pela cristalina falta de sentido e de lógica. Todas essas
penas sem nenhuma progressão, sem nenhum benefício.
A lengalenga de que pena pressupõe recuperação de bandido é para gente de
má-fé, ou propensa a santo. Pena é punição mesmo pelo crime praticado. Ponto
final. A preocupação e as iniciativas têm que ser por medidas preventivas.
Nunca, jamais, agraciar bandido em detrimento do sofrimento alheio, gratuito
e pelo resto da vida. Quem mata uma pessoa, deixa vários mortos-vivos.
As políticas de esporte, lazer, entretenimento e aprendizado em geral de
qualidade deveriam ser conseqüência natural de governos normais. E para
todos, acompanhadas da certeza de que criminoso depende da formação e da
própria índole e não da condição social da pessoa. Fosse assim, Lula seria
chefe de tráfico e não da Nação.
As penas têm que ser longas, certas e os julgamentos rápidos. Associar
julgamento bem feito a prazo infinito é de uma infelicidade desastrosa e
inconseqüente. O resto serve de desculpa, inclusive para a indústria da
prescrição, que deveria ser banida, ou ela ou os que a deixam ocorrer.
E as pessoas devem ter vida pautada pela escolha entre ser um cidadão de
bem, livre; ou do mal, preso. Trata-se apenas do princípio bíblico do livre
arbítrio.

Pedro Cardoso da Costa – Bel. Direito
Interlagos/SP


E então, que acharam? Comentem!! E, de preferência, não façam como
muitos, que esquecem o ocorrido…

Abração

Fernando

abr
19

Oi turma!!

Finalmente eu aqui denovo, pra falar uma coisa interessante.. Ou melhor:
Não sou eu que to falando não, sabem?
Explico:

Lembram de um post feito a umas semanas atrás chamado Religião justifica crime?
Pois se não lembram.. Leiam, e não voltem aqui antes disso,eeeee…
Mas, se lembram.. Pois bem.. Eu havia falado que tenho alguns amigos espíritas
que realmente conhecem o espiritismo, e que não concordariam com essa
palhaçada, né? Pois bem.. Mandei o texto do post pra uma dessas pessoas,
a Jobis, uma querida amiga de 8 anos e pouco, já…
Eu, como havia dito, não sou espírita, mas admiro muito o espiritismo;
Não concordo com algumas coisas, mas isso também não interessa agora.. O
que importa é que, como eu também havia dito, esses meus amigos que
conhecem bem o espiritismo (aqueles com quem eu já falei, é claro),
concordaram comigo que a coisa não é bem assim…
Acontece que a Jobis me mandou uma resposta, que, alias, eu iria postar
no comentário daquele post, mas acho que ela merece mais do que isso:
Merece a criação de um post novo só pra ela…
De qualquer forma, espero que leiam com atensão o que ela diz aqui, e,
quem quiser comentar, sinta-se a vontade…

Vamos ao texto da Jobis, então:


Respondendo no texto, eeeee.

***
Sabemos que o fato ocorrido com nosso irmãozinho João Hélio Fernandes,
já estava acertado em sua missão pela terra.

***
Sabemos? Quem disse? E, aliás, mesmo que tenham dito, supondo que
tenha sido por qualquer via mediúnica, a coisa tem que ter sido dita por
pessoas que não se conhecessem e com fortíssimo embasamento. Se,
portanto, houve isso em algum lugar, eu perdi a informação… Mas,
supondo-se que ela exista, sigamos:

****
O que devemos fazer agora, além de pedirmos luz em nossas orações,
(esse espírito, apesar de criança na matéria, já é um espírito de muitas
vivências anteriores), é deixa-lo caminhar em sua nova existência,

***
Ela estaria incinuando que, por ser um espírito com múltiplas
vivências, ele “tem culpa no cartório”? Bem, espero que tenha argumentos
realmente bons para sustentar isso. Quanto ao mais….

Ah, ele vai reencarnar???? Quem disse isso?????

***
amparado por amigos espirituais, mensageiros de Nosso Pai Maior.

Quanto mais ficarmos mencionando o seu nome, mais ainda
o iremos atrair para esse plano.

***
Ah, mas se ele vai reencarnar, tem é que ser atraído para cá, mesmo,
não? OU ele vai reencarnar em outro plano? Em todo caso, você afirmou
que ele ia reencarnar e, nesse caso, será tocado pelo “véu do
esquecimento” e tanto vai fazer se falarmos nele ou não.

****
Sabemos que ele agora é pássaro liberto, que já cumpriu sua missão
aqui entre nós, e que nesse momento seu caminhar é livre e feliz.

***
Uau, soou poético!

***
Livre de todos os males, e feliz por regressar à Pátria Maior
com sua missão cumprida.

***
Pera aí…. Temos, aqui, duas informações que eu desconhecia, e veja
que ela fala todo o tempo em nós:
1 – Disseram que ele cumpriu uma missão. (Quem disse, quando disse e que
missão é, só Deus e talvez a autora saibam)
2 – Que ele vai reencarnar.

***
A prece silenciosa é o melhor bálsamo que um espírito pode receber.

***
Um, discutível. Diversos textos espíritas, de diversos médiuns –
portanto, o conceito não é da cabeça de uma pessoa só – dizem que a
prece é muito, muito boa, mas que deve ser, sempre que possível,
acompanhada de uma ação efetiva em benefício da pessoa. Mas, sigamos….

***
A doutrina nos explica, que apesar da dor, totalmente aceitável e
compreendida, tudo tem uma razão de ser, nada acontece por acaso.

***
OOoo, finalmente um fato que eu entendo e com o qual concordo. Mas,
sigamos…

***
Chegou o seu momento, e ele soube cumprir tudo aquilo que estava
programado nessa sua atual existência.

***
Quem? O assassino ou o menininho? Se é aí que ela quer chegar, deveria
dizer que os dois souberam cumprir com suas missões…. O assassino
soube matar muito bem – bem até demais – e o menino, decididamente,
morreu – não que ele tivesse escolha…

Sofisma, sofisma… De “tudo tem uma razão de ser”, não decorre que
qualquer um dos dois tenha encarnado para ser assassinado ou para ser
assassino.

***
Outras vidas virão, mas com certeza, livre dessas tristezas,
já superadas por ele.

***
Se já tá superada, tanto faz a gente falar ou não.

O texto acabou. Rigorosamente, não fala nada com nada. Nada claro e
objetivo e, sobretudo, nada com qualquer sustentação filosófica ou
doutrinária. É só a opinião de uma pessoa que se diz espírita.
Mas, longe das ironias, vamos analisar a coisa de um ponto de vista
doutrinário, já que ela presumiu falar em nome da Doutrina:

1 – Os espíritos encarnam com um “plano reencarnatório”, o qual,
aliás, *só é sabido pelos planejadores e pelo espírito, quando está
afastado do corpo*.
Portanto, é, no mínimo leviano qualquer um afirmar que a missão dos
outros era passar por isso ou por aquilo, a menos que isso lhe tenha
sido revelado, o que só acontece sob ocasiões muito, muito especiais.
Alguns exemplos: uma mãe perdeu seu filhinho e ficou desoladíssima.
Então, alguém confiável veio dizer que aquela criança precisava de
uma encarnação rápida para ajustar o perispírito, e que, agora, com tudo
resolvido, se os pais se permitissem uma nova gravidez, ela ficaria,
agora, em definitivo.
Grandes missionários de várias áreas vieram com a consciência do que
deveriam fazer aqui, e, até onde sabemos, desempenharam seu dever de
forma magistral. Ainda assim, repito, essa é uma informação que,
rigorosamente, não está a disposição de todos, nem mesmo dos
interessados.
2 – Supondo, porém, que, por algum método perfeitamente crível e
insofismável, tenhamos a informação de que João Hélio veio com a missão
de ter uma morte brutal, protagonizada por alguns bandidos ocasionais.
Se a missão dele foi especificamente esta, obrigatoriamente teremos:
A) Que os bandidos não deverão ser culpados pelos seus crimes, já que
cumpriam a vontade de Deus;
B) Entretanto, Deus mandou os seus “empregados” fazerem o trabalho sujo
para ele, justtamente em um mundo histérico como o nosso, que não entende
os divinos recursos; logo, essas pessoas serão julgadas e condenadas
pelos seus crimes, só porque fizeram a vontade de Deus.
C) Então…. Fazer a vontade de Deus dá cadeia? Se eu me descontrolar e
te matar, posso dizer tranqüilamente que fazia a vontade do Pai? Só que,
nesse caso, meu assassinado será um redimido, e eu serei um condenado?
Puxa… Esse Deus não ajuda nem quem faz a vontade dele!
Francamente, se o Espiritismo pregasse isso, eu seria a primeira a
ser totalmente contra sua divulgação, pois ele daria a desculpa mais
blásfema para a impunidade: cumprir a vontade de Deus.
O pior: se eu vim com a missão de ser assassinada cruelmente, dí
dá-se que alguém veio com a missão de me matar cruelmente? Ou pior:
chegou a minha hora e Deus afrouxou um parafuso na cabeça de quem não
tinha nada a ver com a hora do Brasil, só para “cumprir sua vontade” às
custas da liberdade e da dignidade de outro de seus filhos? Complicado,
complicado…

3 – A dor só vem se o amor não vier primeiro. Premissa básica do
Espiritismo. Só vem quando recusamos todas as formas de reajustes
possível, e não porque a dor, por si mesma, resgate qualquer coisa.
Digamos que, ao errar contra as leis de Deus, eu demonstre que preciso
entender algumas coisas… Eu posso entender essas coisas através da
educação, da religião, dos exemplos dos amigos, das pessoas que me amam,
das dificuldades dos meus próximos… Se nada disso funcionar e eu
realmente precisar entender essas coisas, sob pena de me prejudicar
ainda mais, então eu atrairei para mim o sofrimento, para ver se eu
entendo isso e continuo a crescer. Simples assim.
Mas veja que, por esse raciocínio, eu não preciso ferrar ninguém. Eu
não preciso ter uma morte brutal. Posso, por exemplo, ter uma doença (e
os cientistas já estão descobrindo que muitas doenças são conseqüências
de somatizações do espírito); posso sofrer com a convivência com pessoas
difíceis e também posso morrer com acidentes horrorosos, sem que nenhum
terceiro seja envolvido, e aqui todo mundo tem uma pá de acidentes
horríveis para contar, que tiveram até arremeço dos corpos e
arrastamentos.
Conclusão lógica: supondo-se que a missão do João Hélio fosse ter
uma “morte horrível sendo arrastado por quilômetros”, Deus não
precisaria ferrar a vida de outros, inclusive de menores, para conseguir
isso.

Seria interessante que as pessoas procurassem se informar mais,
antes de fazerem afirmações categóricas em nome de idéias às quais, em
essência, desconhecem. Com todo o respeito, isso é leviano.

Beijão,

Jo, que também leu a resposta do Fernando


E aí… Que acharam? Leiam! Comentem!!!

Abração!

Fernando

mar
02

Oi turma!

Tudo bom?

Pois é.. Quanto tempo longe, sem saber o que escrever nessa coisa
aqui…

Na verdade, eu assumo: Não é bem isso, por que quando agente quer,
sempre acha o que fazer… O problema é que esse negócio de escrever é
complicado, sabem? Ainda mais quando se quer fazer algo que preste…

Mas bem.. Chega de falar besteiras… Vou fazer uma pergunta, antes de
começar isso aqui:

Vocês sabiam que, pelo que parece, existe gente que justifica crimes,
(ou tenta, pelomenos), usando a religião pra isso?
Esse negócio de mição, carma, etc… E na maior cara de pau, com toda a
sutileza possível, pede ainda que agente esqueça o que aconteceu e pare
(ou evite) de falar no assunto?

Pois é.. O texto que coloco abaixo, me veio de uma usuária do orkut, a
qual nem nos meus contatos não está, portanto, nem sei como a coisa
chegou a mim…

Depois do texto, vou colocar a resposta que mandei por e-mail para a
mensagem dessa pessoa, da qual ainda não recebi retorno… (Adivinhem
por que)?

Bom, chega de conversa e vamos ao texto:


Querido(a) e Amado(a) Amigo(a)…

Sabemos que o fato ocorrido com nosso irmãozinho João Hélio Fernandes,
já estava acertado em sua missão pela terra.

O que devemos fazer agora, além de pedirmos luz em nossas orações,
(esse espírito, apesar de criança na matéria, já é um espírito de muitas
vivências anteriores), é deixa-lo caminhar em sua nova existência,
amparado por amigos espirituais, mensageiros de Nosso Pai Maior.

Quanto mais ficarmos mencionando o seu nome, mais ainda
o iremos atrair para esse plano.

Sabemos que ele agora é pássaro liberto, que já cumpriu sua missão
aqui entre nós, e que nesse momento seu caminhar é livre e feliz.

Livre de todos os males, e feliz por regressar à Pátria Maior
com sua missão cumprida.

A prece silenciosa é o melhor bálsamo que um espírito pode receber.

A doutrina nos explica, que apesar da dor, totalmente aceitável e
compreendida, tudo tem uma razão de ser, nada acontece por acaso.

Chegou o seu momento, e ele soube cumprir tudo aquilo que estava
programado nessa sua atual existência.

Outras vidas virão, mas com certeza, livre dessas tristezas,
já superadas por ele.

Muita paz, amor e fraternidade…

Bjkas,

Solima.´.Miranda.´.


Muito bem.. Agora vamos à resposta que eu enviei a ela por e-mail, da
qual ainda não recebi retorno:


Então, com isso, você quer dizer que os assassinos que mataram ele
também “cumpriram sua mição”? Que eles não devem ser punidos por que..
Estava “escrito” que ele teria que passar por isso, e que é melhor
agente parar de mensionar o fato e esquecer pra não atraír ele pra esse
plano físico, sendo que o que estamos fazendo é justamente não esquecer
para que se faça algo pra diminuír esses absurdos que estão
acontecendo??

Sinceramente, não entendo.. E que conformismo é esse? Isso não é o
espiritismo que eu conheço… Não sou espírita, mas tenho amigos que
são, e vou dizer: Não estou acostumado a ver uma religião ser usada pra
justificar crimes bárbaros e absurdos como esse..

Abraço aguardando retorno pra compreender..

Fernando


A, e antes de terminar, gostaria de dizer uma coisa: Tenho amigos espiritas,
e sei que nenhum deles, que realmente conhecem o espiritismo,
concordariam com isso. Um crime jamais deve ser esquecido… Pelo
contrário: Tudo bem que agente tem que perdoar pra ser perdoado, odiar o
pecado mas amar o pecador, e tudo mais, isso eu concordo perfeitamente.
Mas não significa que agente simplesmente tenha que aceitar que estava
na missão de uma criança de 6 anos que ela iria morrer pelas mãos de
bandidos, da forma estúpida que foi. Até por que, se fosse assim, agente
simplesmente teria que aceitar a criminalidade, por que seria parte das
respectivas missões de assassinos e vítimas, matar e morrer?
Fica a pergunta aí então, pra quem quiser comentar nessa coisa,
responder…

E, claro, antes de terminar, quero colocar meu ponto de vista:
Eu também acho que agente deve perdoar quem quer ser perdoado,
ajudar quem quer ser ajudado, e compreender quem quer ser
compreendido
… Contudo, isso não significa que assassinato, roubo,
estupro, ou qualquer outro tipo de crime, não deva ser devidamente
punido.. Até por que pedir perdão, ajuda, compreenção, depois que fez
uma barbaridade qualquer, é muito fácil…

Abraços e aguardo os coments…

Fernando

jan
23

Gente! Alguma vez vocês já sentiram vontade de quebrar tudo? Ou,
até mesmo, de pegar o PC e explodir ele?

Pois eu já, inclusive agora…

Imaginem que eu estava escrevendo esse texto aqui, quando, derrepente,
simplesmente o PC resolve travar “indestravávelmente”? Vê, não dá
vontade de jogar ele longe?

Na verdade, a vontade que deu além dessa, foi a de desistir de escrever,
mas.. Estamos aqui, denovo, e viva a perseverança!

Gente, vocês sabem quando agente tá, ao ar livre, com um livro na mão, e
agente vira uma página, mas aquela brisa gostosa fica insistindo em
desvirar? Com certeza muitos que estão lendo já passaram por esse
problema.
Pois vocês imaginem então, quando agente vira uma página na própria
vida, as vezes até querendo virar, mas essa brisa chamada memória
fica insistindo em, pelo menos, se não pode desvirar, levantar a página
anterior pra mostrar o que de bom tinha por traz?
E é interessante que ela se esquece de mostrar os lados negativos, ou,
se não, tenta dar um mínimo de atenção a eles, colocando, por outro
lado, o mássimo de brilho possível aos positivos? Nem que pra isso se
precise pintá-los, limpá-los, etc…
E por falar em virar páginas, o que fazer quando agente, além de tudo,
estava doido pra virar essa página, e depois, aquela coisa chata
chamada saudade, vem querendo desvirar? É complicado..
No caso aqui, o título desse post é parte do que eu estou querendo
falar, e é até um bom exemplo: Quando agente se muda pra uma outra casa,
por exemplo, no início não está maluco pela novidade? E, as vezes, até
dando graças a Deus por deixar de lado aquela casa antiga? E é
interessante que daí, essa brisa chamada memória trabalha de
outra forma: Lutando pra empurrar de uma vez a virada da página, nem que
depois, só pra brincar com agente, ela tenha que tentar desvirar. E,
mais interessante ainda, é que, nessa ocasião, ela pinta os pontos
negativos da melhor maneira possível, nem que depois, pra brincar de
desvirar
ela tenha que pintar melhor os positivos pra ativar aquela
coisa chamada saudade.
Eu mesmo, passei por duas mudanças nos últimos 15 meses, e posso dizer
que a coisa é bem por aí: Estava numa casa a 15 anos, vivi desde meus 11
anos lá, e estava louco pra saír. Minha memória, nessa época, lutou pra
pintar o melhor possível aquilo de ruim que tinha acontecido por lá..
Depois, quando eu virei a página, essa mesma memória provocou um
ventão,tentando, por tudo, desvirar essa página que ela mesma tinha se
esforçado pra que eu aceitasse que fosse virada. O mesmo, aconteceu
depois: Fui pra uma casa que eu adorei, mas logo também fui obrigado a
virar essa página, também involuntariamente, e essa mesma memória vem,
desde lá, tentando provocar alguns ventos pra, pelo menos, tentar
mostrar como era bom, por exemplo, morar naquela casa da feitoria, com
todos aqueles sítios ao redor, aquele ar puro, e tudo mais..

E em fim, gente, o que agente faz com essa “coisa chamada memória”? Não
é como num computador, que agente aperta uma teclinha e tudo se
explode..
E, também, apagar por completo, também não seria nada bom, afinal, o
que seria de nós sem a nossa memoriazinha tentando trazer à tona as boas
lembranças? Mas.. Mesmo assim, devemos levar em conta que essas mesmas
boas lembranças podem nos prejudicar, trazendo a depressão, a angústia,
e outras coisas feias como essas.. E então, o que fazer?
Eu mesmo, quando troquei de blog pro wordpress, hoje tava olhando o
antigo e tive vontade de postar lá!! Contudo, essa não é uma página
impossível de desvirar, e aqui, estamos falando das impossíveis, né? Se
bem que falamos em casa, e um blog, agente poderia considerar a “casa”
das nossas ideias.. Afinal, é nos blogs que agente consegue “ser agente
mesmo”, né? Eu, pelo menos, me sinto assim, e mesmo no meu site pessoal,
não me senti a vontade pra colocar algumas coisas que, no blog,eu
coloquei..
Mas em fim.. Voltando à casa, às páginas e à memória:
Vocês sabem que, a característica mais chata de um sujeito que se diz
pensador, é justamente pensar? Explico: Aquele que pensa,
nunca resolve nada. E, se algum dia chega a resolver alguma
coisa, logo “desresolve”, com outra linha de pensamento.. Contudo, pra
não atrapalhar tanto vocês que estão me lendo aqui, não vou bancar
exclusivamente um pensador. Vou, novamente, dar algumas dicas que
acho úteis nesse tipo de situação como a das mudanças, que postei aqui:

1) Quando surge a possibilidade de uma mudança, seja ela qual for, na
nossa vida, tentar avaliar o mais friamente possível quais serão os
pontos positivos e negativos dela, colocar tudo isso numa balança, e
pesar… Vamos ver pra que lado ela vai pender, né? Isso depende de cada
um.

2) Existe uma coisa muito positiva chamada “visualisação mental”. Não
sei se o termo correto é esse, mas sei que existem até livros sobre o
assunto. Em fim: Se imagine depois da mudança, seja ela qual for, e veja
como vai ser a reação daquela “brisa chamada memória”.. Mas pra isso
funcionar, você tem que realmente se imaginar como se a mudança não
tivece mais volta.. Avalie as reações que as lembranças tentam provocar,
e, novamente, coloque isso na balança com tudo que já tinha
anteriormente.

E, claro, a partir daí, tome sua decisão. Se, claro, como aconteceu
comigo nas duas vezes, a decisão não depende de você, aí tenho mais uma
dica:

3) Procure, da forma que ficar mais fácil pra você, estabelecer uma
relação positiva com essas lembranças que vem; Isso evitará uma depressão
e algumas brigas desnecessárias com o travesseiro…

E, claro, falando em termos “gaúchos”, a mente é um potro xucro que
agente tem que domar… Ou seja: É melhor agente dominar a mente, antes
que ela nos domine…

Bom, turma, acho que vou ficando por aqui então, e “chega de falar
besteiras”, né? Se bem que alguns podem não achar besteira o que
escrevi nessa coisa aqui hoje..

De qualquer forma, leiam, comentem, me mandem pro invvvvvééérno se
necessário.

Abração e fico aguardando os coments!

Fernando

jan
15

Oi turma!

To aqui encomodando denovo. E, dessa vez, trago uma questão que alguns
vão querer minha cabeça, outros no entanto, vão encher de
comentários isso aqui..
Contudo, o mais divertido é, num blog, provocar esse tipo de coisa..
Até por que se ela não acontece, qual é o blog que tem movimento?
Bom, mas vamos lá: Vocês lembram do tempo do dos? Logo que apareceu o
windows, ainda naquela época, tinha “tudo” pra DOS.. Até word.. Contudo,
assim que apareceu o windows, que aconteceu? Muitos usuários migraram
para ele por “ser mais fácil”..
Assim é, hoje em dia, na “guerra” do windows para com o linux.. Muita
gente que eu sei ainda não migrou para o linux por que tudo no windows é
mais fácil, acessível, ETC..
Eu mesmo, mudando de saco pra mala, quando mudei o esquema de edição
desse blog e tirei aquele editorzinho lá pra trocar ele por uma
textarea normal, fiquei, no início, bem tentado a “voltar atrás”!

Ou seja: Não estou, com essa postagem, querendo criticar aqueles que
escolhem o fácil, principalmente na área da informática.. Sim, estou
usando a área da informática como exemplo, mas estou me referindo a
tudo, também.

O que pergunto, e, obviamente, acredito que dificilmente um dia vá ter
resposta é:
Quando é melhor escolher o fácil, e quando é melhor estar aberto a novas
realidades e pronto pra trilhar novos caminhos, mesmo que eles exijam
da gente aquilo que agente pensa que nunca poderá fazer?

E isso, claro, como tudo (ou quase tudo) quando se trata de um ser
humano, é relativo, cada um tem suas capacidades, seus limites, e,
principalmente, o desejo de chegar a algum lugar. Usei aqui, o exemplo
da informática; Mas, como já puderam ver, me referia a tudo na vida
da gente. Uma das coisas mais difíceis, as vezes, é tomar decisões, e
todomundo deve saber disso; É claro, como falei no início dessa
postagem, alguns vão querer minha cabeça, vão achar que eu estou
escrevendo aqui um monte de obviedades, etc, etc.. Mas.. Será que se
trata de “obviedades” mesmo? E, claro, será que as obviedades também não
são importantes? Na verdade, claro, eu penso que aquilo que é óbvio para
alguns, pode não ser pra outros.

Contudo, acho que já está na hora de eu ir terminando essa postágem,
portanto, digo o seguinte: Não me considero um “sábio”, nem muito menos
“dono da verdade”, mas posso, contudo, dar uma dica com relação a
escolher entre o “fácil” e o “difícil” ou o novo? Seguinte, na verdade,
eu tenho duas:

1) É interessante, em primeiro lugar, agente conhecer nossas próprias
limitações a fundo, e, também, aquilo que realmente desejamos.. Isso
ajuda em todas as decisões, desde as estúpidas até as mais importantes.
Lembram daquela frase “conhece-te a ti mesmo”? Pois bem: Aquele que se
conhece, já deu um passo enorme em relação a sua evolução espiritual.
Acredito, claro, que eu vá falar mais adiante sobre isso, principalmente
sobre o equilíbrio (e desequilíbrio também), entre as evoluções intelectual e espiritual, o
que, inclusive, hoje está levando nossa humanidade, como eu digo,
“pro invérno”. Mas em fim, já adiantando, acredito que se tem de haver
algum desequilíbrio, deve vir a evolução espiritual em primeiro plano, e
não a intelectual, como hoje em dia está acontecendo.
Bom, vamos então a segunda dica:

2) Independente da crença, não há “nada como pedir ajuda ao pai lá de
cima”…

Bom, acho que vou terminando por aqui, não sei se hoje eu apareço denovo
mas fica essa pra vocês (e eu).. Nada melhor que pensar, né? Mas
equilibrando entre pensar e viver…

Abração!

Fernando

nov
20

Oi pessoal!

To aqui denovo.. São 6 horas e 15 minutos; To desde as 3 e 40 acordado sem conseguir dormir denovo… Tudo bem isso quando agente não tem nada pra fazer… Mas quando terá 1 dia cheio pela frente, o que fazer? Decidir acordar de vez? Ou Aproveitar os últimos minutos pra dormir? Ou… EXPLODIR TUDO, mandar todos os compromiços pro “invérno” (pra não dizer outra coisa), e se atirar na cama, esquecer da vida, e que tudo se exploda?
Com certesa todos vocês que estão me lendo vão achar melhor a primeira opção, né? O brabo é a luta da rasão com a nossa vontade… Aliaz, isso é brabo… Todas essas lutas… Principalmente a da rasão com a emoção, né? Essa tal de rasão, que chata que ela é… E ao mesmo tempo, que necessária!… Prometo falar mais sobre isso nas minhas próximas postagens… E eu que nem sabia o que falar nessa coisa aqui pra começar a escrever!!!
Mas acho que chega, pelomenos por agora, vou deixar vocês em paz!

Fui!!!