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	<title>Blog de Fernando de Paula Zamboni &#187; Pedro Cardoso da Costa</title>
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	<description>MÃºsica, informÃ¡tica, rÃ¡dio, linguagens de programaÃ§Ã£o, filosofia, humor... E um monte de outras coisas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 21 Jun 2011 21:25:48 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Voto pela internet</title>
		<link>http://www.blog.fernandozamboni.com/index.php/2008/08/12/voto-pela-internet/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 06:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedro Cardoso da Costa]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi turma!! Tudo legal? Pois.. Pra quem tava com saudades, aqui trago mais um texto do Pedro Cardoso da Costa, o qual, pela primeira vez sou obrigado a contestar quase de todo&#8230; Contudo, faÃ§o o seguinte: Coloco o texto abaixo, e deixo meu parecer para os comentÃ¡rios, ok? Vamos a ele: Voto pela Internet A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi turma!!</p>
<p>Tudo legal?</p>
<p>Pois.. Pra quem tava com saudades, aqui trago mais um texto do Pedro<br />
Cardoso da Costa, o qual, pela primeira vez sou obrigado a contestar<br />
quase de todo&#8230; Contudo, faÃ§o o seguinte: Coloco o texto abaixo, e<br />
deixo meu parecer para os comentÃ¡rios, ok? Vamos a ele:</p>
<h2>Voto pela Internet<br />
<hr /></h2>
<p></p>
<p>A JustiÃ§a Eleitoral em alguns aspectos supervaloriza-se em nome da seguranÃ§a<br />
e prejudica alguns avanÃ§os em seus serviÃ§os por meio da utilizaÃ§Ã£o da<br />
informÃ¡tica.</p>
<p>Em 1996 foi instituÃ­da a primeira votaÃ§Ã£o eletrÃ´nica no Brasil. Iniciou-se<br />
nos municÃ­pios com mais de duzentos mil eleitores. Em 2000, todos os<br />
municÃ­pios jÃ¡ votaram em mÃ¡quinas. Em quatro anos generalizou-se o voto<br />
eletrÃ´nico. O ganho foi incontestÃ¡vel. As longas horas nas filas para votar<br />
diminuÃ­ram. As fraudes, caso existem, sÃ£o tÃ£o pequenas, que a seguranÃ§a da<br />
populaÃ§Ã£o nesse processo suplanta. O resultado das eleiÃ§Ãµes Ã© apresentado<br />
quase instantaneamente. Ficam algumas pendÃªncias em funÃ§Ã£o de problemas com<br />
algumas urnas, o que Ã© compreensÃ­vel.</p>
<p>SÃ³ que o avanÃ§o ficou estagnado. Algumas mudanÃ§as se fazem necessÃ¡rias e<br />
urgentes. Continuam as Juntas Eleitorais. Seria um Ã³rgÃ£o da JustiÃ§a<br />
Eleitoral, criado para organizar e efetuar a apuraÃ§Ã£o. SÃ³ que a maioria<br />
dessas pessoas nÃ£o entende de urna e apenas colam os boletins de votaÃ§Ã£o<br />
numa folha de papel e penduram num local. O problema Ã© que sÃ£o pagas para<br />
isso. E essa despesa e esse Ã³rgÃ£o sÃ£o completamente desnecessÃ¡rios, sem<br />
nenhum prejuÃ­zo operacional para a eleiÃ§Ã£o.</p>
<p>Os requerimentos de alistamento, transferÃªncia e revisÃ£o dos tÃ­tulos<br />
deveriam ser formulados pela internet. Com a tecnologia de hoje, torna-se<br />
apenas perda de tempo  uma pessoa se dirigir a um cartÃ³rio eleitoral para<br />
requerer uma dessas operaÃ§Ãµes. Serviria tambÃ©m para toda regularizaÃ§Ã£o do<br />
tÃ­tulo. Se a Receita Federal processa a declaraÃ§Ã£o do imposto de renda pela<br />
internet, seria inteiramente aplicÃ¡vel que as operaÃ§Ãµes Ã  JustiÃ§a Eleitoral.<br />
Inclusive poderia firmar convÃªnio com as instituiÃ§Ãµes financeiras para que<br />
as multas fossem quitadas no momento do pagamento. Depois, apurar-se-iam os<br />
eventuais problemas, caso a caso.</p>
<p>PorÃ©m, o mais importante seria a instituiÃ§Ã£o do voto pela internet. Alguns<br />
alegam impedimentos legais. No Brasil sempre se colocam empecilhos na<br />
legalidade para justificar resistÃªncias e manutenÃ§Ã£o do atraso. Seria uma<br />
economia muito grande, pois nÃ£o haveria necessidade de enviar milhÃµes de<br />
correspondÃªncias para convocar mesÃ¡rios, lanches para esse pessoal, dois ou<br />
quatro dias que as empresas nÃ£o perderiam na compensaÃ§Ã£o dos dias<br />
trabalhados. ManutenÃ§Ã£o das urnas nÃ£o existiria mais; evitaria despesa com<br />
gasolina pelo deslocamento das urnas, abertura de escolas. E tantos outros,<br />
muitas vezes atÃ© mais relevantes do que os citados.</p>
<p>Deveria ser criado um cÃ³digo de seguranÃ§a automÃ¡tico que garantisse um voto<br />
apenas a cada tÃ­tulo eleitoral. Os apressados alegariam logo que alguÃ©m<br />
poderia usar o tÃ­tulo do outro. Hoje os estelionatÃ¡rios usam cartÃ£o de<br />
crÃ©dito e tiram o dinheiro; usam registro geral &#8211; RG e cadastro de pessoa<br />
fÃ­sica â€“ CPF de outras pessoas; e nem por isso se cogita a extinÃ§Ã£o do<br />
cartÃ£o de crÃ©dito em nome da seguranÃ§a. Portanto, a instituiÃ§Ã£o do voto pela<br />
internet jÃ¡ virÃ¡ atrasada, pois serÃ¡ uma conseqÃ¼Ãªncia natural forÃ§ada pela<br />
evoluÃ§Ã£o tecnolÃ³gica. A instituiÃ§Ã£o voluntÃ¡ria seria no mÃ­nimo mais<br />
inteligente.</p>
<p>Pedro Cardoso da Costa â€“ Interlagos/SP</p>
<p>     Bel. Direito</p>
<hr />
<p>E entÃ£o? Acho que vou comentar primeiro, mas mesmo assim aguardo os<br />
coments de vocÃªs..</p>
<p>AbraÃ§Ã£o e fico na espera!</p>
<p>Fernando</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Voto Facultativo</title>
		<link>http://www.blog.fernandozamboni.com/index.php/2008/03/28/voto-facultativo/</link>
		<comments>http://www.blog.fernandozamboni.com/index.php/2008/03/28/voto-facultativo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 06:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedro Cardoso da Costa]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi turma!! Pois&#8230; Estou cheio de novidades, mas vamos uma de cada vez, &#8220;uma em cada post&#8221;&#8230; Pra comeÃ§ar, trago aqui o prometido texto sobre o voto facultativo; Entrei em contato com o Pedro Cardoso da Costa, e, obviamente, ele me enviou. Como acho que Ã© um assunto do interesse geral, aqui estÃ¡ e vamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi turma!!</p>
<p>Pois&#8230; Estou cheio de novidades, mas vamos uma de cada vez, &#8220;uma em<br />
cada post&#8221;&#8230; Pra comeÃ§ar, trago aqui o prometido texto sobre o voto<br />
facultativo; Entrei em contato com o Pedro Cardoso da Costa, e,<br />
obviamente, ele me enviou. Como acho que Ã© um assunto do interesse<br />
geral, aqui estÃ¡ e vamos discuti-lo. Vamos ao texto:</p>
<hr />
<p>VOTO FACULTATIVO</p>
<p>         EleiÃ§Ã£o apÃ³s eleiÃ§Ã£o ouve-se falar sempre que o cidadÃ£o deve votar consciente, exercendo bem a cidadania e por conseqÃ¼Ãªncia fortalecendo a Democracia. A<br />
recomendaÃ§Ã£o mais incisiva vem da imprensa; mas polÃ­ticos e atÃ© a prÃ³pria JustiÃ§a Eleitoral incentivam a conscientizaÃ§Ã£o sobre a importÃ¢ncia de votar apenas quando<br />
os pleitos estÃ£o prÃ³ximos.<br />
         Esse equÃ­voco Ã© histÃ³rico, e vai se perpetuando. O argumento dos que defendem a permanÃªncia da obrigatoriedade limita-se e se esgota na tese, absurdamente<br />
retrÃ³grada, de que o brasileiro nÃ£o sabe votar e Ã© desinteressado pela polÃ­tica. Pode ser que o fato de ser forÃ§ado aumente a presenÃ§a dos votantes, mas nÃ£o aumenta<br />
a legitimidade dos eleitos, pois quem vota apenas para cumprir seu dever nÃ£o se interessa pela escolha do candidato, nÃ£o participa das decisÃµes apÃ³s o pleito, dando<br />
por completa a sua cidadania apenas com seu comparecimento Ã s urnas.<br />
         O que deveria ser cobrado, e nÃ£o Ã©, seria o envolvimento da sociedade nas decisÃµes administrativas dos eleitos. A comeÃ§ar por debates nas escolas de ensino<br />
bÃ¡sico sobre as atribuiÃ§Ãµes de cada Poder. A discussÃ£o didÃ¡tica se limita em dizer que o Poder Legislativo faz leis; o Executivo as executa; e o JudiciÃ¡rio forÃ§a<br />
o cumprimento. Um debate alienista e superficial e por demais incompleto. Uma participaÃ§Ã£o efetiva poderia ser atravÃ©s do acompanhamento de um projeto de lei nas<br />
CÃ¢mara e Senado Federais por um grupo de pessoas, presenÃ§a nas votaÃ§Ãµes das assemblÃ©ias estaduais e nas cÃ¢maras municipais, por exemplo, ajudaria na conscientizaÃ§Ã£o<br />
de como o parlamentar vota e como o dinheiro seria gasto. Visitas nestas casas demonstrariam os gastos desnecessÃ¡rios com futilidades. SimulaÃ§Ãµes poderiam ser feitas<br />
nas escolas. Isso, sim, contribuiria para o aperfeiÃ§oamento da cidadania.<br />
         Muito mais distorcida Ã© a destinaÃ§Ã£o do dinheiro arrecado com multas por deixar de votar. Esse dinheiro vai para o chamado fundo partidÃ¡rio, que repassa<br />
aos partidos polÃ­ticos. Ora, os partidos sÃ£o pessoas de Direito Privado, como outra qualquer, ao receber dinheiro de arrecadaÃ§Ã£o pÃºblica, fere no mÃ­nimo a razoabilidade,<br />
o bom-senso. PouquÃ­ssimas pessoas sabem quanto se arrecada e nenhuma sabe dessa destinaÃ§Ã£o. Seria muito mais justo o repasse a entidades de interesse social mais<br />
relevante.<br />
         O Brasil tem tradiÃ§Ã£o em ser o Ãºltimo a acabar com os absurdos. Foi assim com a escravidÃ£o que, seja justo, ainda continua, haja vista as mortes dos fiscais<br />
do Trabalho em UnaÃ­.<br />
         Com a obrigatoriedade do voto ocorre o mesmo. NÃ£o se lÃª nada nos editoriais dos jornais; nÃ£o se ouve nenhum democrata falar nisso no rÃ¡dio nem na televisÃ£o;<br />
nenhum jornalista escreve sobre; nÃ£o se sabe a posiÃ§Ã£o de nenhum famoso a respeito, mesmo daqueles que sÃ£o remunerados para falar bem ou mal de candidatos, e para<br />
ter medo de outros. No Brasil o que Ã© normal, razoÃ¡vel, regra, Ã© exceÃ§Ã£o, e com os denominados formadores de opiniÃ£o nÃ£o poderia ser diferente. Eles sÃ£o dolosa ou<br />
inconscientemente coniventes, muito mais comprometidos em manter e eternizar a mediocridade do diminuto grupo polÃ­tico-administrativo do que com a Sociedade como<br />
um todo. Dos atuais polÃ­ticos sÃ³ se pode esperar o que nos tÃªm oferecido: muitas falcatruas, compra de parlamentares tupiniquins e desculpas imbecis pelo que nem<br />
a eternidade tem sido suficiente para fazerem. Apesar de intolerÃ¡vel por caracterizar, no mÃ­nimo, atraso de civilidade, o voto obrigatÃ³rio ainda nÃ£o Ã© visto como<br />
um problema. Neste aspecto o Brasil estÃ¡ atrÃ¡s de BolÃ­via e do Haiti.<br />
         Escrevi o primeiro texto sobre o fim do voto obrigatÃ³rio em 1998. Somente o falecido Roberto Campos escreveu dois artigos no mesmo sentido.<br />
         O fim do voto obrigatÃ³rio se faz imperioso atÃ© para tornar coerente a defesa decantada da democracia. Tornar um eleitor consciÃªncia tem se limitado em informar-lhe<br />
a cor certa do botÃ£o que deva apertar na urna eletrÃ´nica. Elementar: nÃ£o hÃ¡ democracia onde o voto Ã© obrigatÃ³rio! Eu nunca vou desistir.<br />
         Pedro Cardoso da Costa &#8211; Bel. Direito<br />
              Interlagos &#8211; SP</p>
<hr />
<p>Pois entÃ£o, gente? Infelizmente, nÃ£o Ã© a toa que quase ninguÃ©m quis<br />
defender esse texto publicamente&#8230; Vou deixar pra expor minha opiniÃ£o<br />
completa sobre isso apenas depois que vierem alguns comentÃ¡rios, mas,<br />
pra comeÃ§ar, nÃ£o sÃ£o os governantes que fazem o Brasil andar, e sim, nÃ³s,<br />
brasileiros&#8230; Se o paÃ­s vai mal, em parte somos responsÃ¡veis, por<br />
exercermos nosso direito de cidadÃ£o apenas na urna e por obrigaÃ§Ã£o, e<br />
depois entregar tudo nas mÃ£os daqueles que elegemos sem lembrar que se<br />
nÃ£o fossemos nÃ³s, eles nÃ£o estariam lÃ¡; E por isso temos o direito de<br />
cobrar&#8230;</p>
<p>Bom, por enquanto era isso; Em breve trago o texto sobre o voto<br />
obrigatÃ³rio, que o autor mensiona. Mas antes tenho mais umas coisinhas<br />
pra falar, e uma viagem pra fazer.. Me aguardem!!</p>
<p>AbraÃ§Ã£o e fico por aqui&#8230;</p>
<p>Fernando</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cidades Pobres X Prefeitos Ricos</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 21:31:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedro Cardoso da Costa]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi turma!! Pois.. Tirando o atraso, aqui vai mais um texto do Pedro Cardoso da Costa, sobre certos governantes que quando &#8220;assumem o poder&#8221; tem um determinado padrÃ£o financeiro e quando o deixam, bom, &#8220;por alguma rasÃ£o esquisita&#8221;, estÃ£o 3 ou 4 vezes mais ricos que o que eram antes&#8230; Vamos ao texto, e deixo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi turma!!</p>
<p>Pois.. Tirando o atraso, aqui vai mais um texto do Pedro Cardoso da<br />
Costa, sobre certos governantes que quando &#8220;assumem o poder&#8221; tem um<br />
determinado padrÃ£o financeiro e quando o deixam, bom, &#8220;por alguma rasÃ£o<br />
esquisita&#8221;, estÃ£o 3 ou 4 vezes mais ricos que o que eram antes&#8230; Vamos<br />
ao texto, e deixo o comentÃ¡rio para vocÃªs&#8230;</p>
<hr />
<p>Cidade Pobre X Prefeito Rico</p>
<p>         HÃ¡ dez anos escrevi um texto em defesa do voto facultativo. Uma dÃ©cada depois, quase ninguÃ©m o defendeu publicamente. O contra-senso Ã© quase todos atribuÃ­rem<br />
Ã s reformas a soluÃ§Ã£o de todas as mazelas polÃ­ticas.<br />
         As eleiÃ§Ãµes continuam sendo realizadas a cada dois anos. Uma serve de trampolim ao polÃ­tico da vez Ã  eleiÃ§Ã£o seguinte. O cidadÃ£o continua pagando pela propaganda<br />
polÃ­tica gratuita no rÃ¡dio e na televisÃ£o, Ã  base de compensaÃ§Ã£o de impostos.<br />
         A partir de determinado perÃ­odo deste ano, todos se encherÃ£o mais uma vez com as mensagens chatas, sem conteÃºdo algum, de pretensos candidatos que, alÃ©m<br />
de nem saberem falar corretamente, vÃ£o repetir exaustivamente os velhos clichÃªs e as promessas bestiais de sempre.<br />
         Os candidatos farÃ£o declaraÃ§Ã£o de bens e rendimentos junto aos respectivos pedidos de registro. Os eleitos, depois de quatro anos, duplicarÃ£o, quadruplicarÃ£o<br />
seus bens, sem nenhuma outra atividade, apenas com o salÃ¡rio de prefeito. Alguns, praticamente sem nenhum bem na apresentaÃ§Ã£o do registro, se tornarÃ£o fazendeiros,<br />
empresÃ¡rios de emissoras de rÃ¡dio e agÃªncia de revenda de automÃ³veis de luxo. Essa ascensÃ£o Ã© corriqueira, de conhecimento pÃºblico, notÃ³rio e generalizado.<br />
         Nas campanhas, prometerÃ£o tudo a todos, porque os eleitores votam nos candidatos que prometem mais. Trata-se de um cÃ­rculo vicioso. Sem promessa fantasiosa,<br />
o candidato nÃ£o se elege. Como promete a todos, depois de eleito nÃ£o tem como cumprir. AÃ­, os eleitores nÃ£o contemplados sÃ£o os primeiros a malhar o polÃ­tico que<br />
elegeram.<br />
         De inÃ­cio, os prefeitos colocarÃ£o nos postos de direÃ§Ã£o, trarÃ£o para perto os servidores bajuladores, mesmo sem nenhuma competÃªncia. MandarÃ£o para muito<br />
longe funcionÃ¡rios excepcionais apenas por terem sido adversÃ¡rios polÃ­ticos. Eis a principal aÃ§Ã£o de todos os prefeitos, em especial de cidades pequenas. Nas cidades<br />
do Nordeste, a grande realizaÃ§Ã£o de cada prefeito Ã© trazer, a preÃ§o de outro, uma banda de forrÃ³ famosa para animar o SÃ£o JoÃ£o de sua cidade. Por conta das despesas<br />
com essas bandas, hospitais ficam sem esparadrapo, aulas sÃ£o ministradas em currais de gado; alunos sÃ£o transportados em espeluncas de Ã´nibus; merenda escolar fica<br />
no imaginÃ¡rio de alguns. A mudanÃ§a de priorizaÃ§Ã£o virÃ¡ quando as pessoas perceberem que essas aÃ§Ãµes nÃ£o sÃ£o por fatalidade. E as autoridades, especialmente o MinistÃ©rio<br />
PÃºblico, intercederem para exigir a penalizaÃ§Ã£o criminal por omissÃ£o de prefeitos, quando morrerem pessoas por falta de remÃ©dio, de equipamentos adequados e de mÃ©dicos,<br />
em funÃ§Ã£o de priorizarem festas Ã  SaÃºde.<br />
         A mudanÃ§a mais perceptÃ­vel Ã© do patrimÃ´nio do prefeito eleito, que  compra logo carrÃµes, muitos importados. A cada ano sua riqueza se amplia a ponto do<br />
municÃ­pio nÃ£o comportÃ¡-la e expande a outros. AtÃ© agora, com tantos Ã³rgÃ£os oficiais de fiscalizaÃ§Ã£o, nÃ£o se tem notÃ­cia de nenhum condenado por enriquecimento sem<br />
causa, com devoluÃ§Ã£o do dinheiro ao ErÃ¡rio PÃºblico. Os mais renomados, como Orestes QuÃ©rcia e Newton Cardoso, tornam-se capa da revista Veja. Os prefeitos de pequenas<br />
e paupÃ©rrimas cidades guardam reservas para se tornarem deputados, quando reabrem as portas de suas residÃªncias aos seus munÃ­cipes. Os eleitores guardam os votos<br />
para vendÃª-los literalmente ou trocÃ¡-los por outras promessas na prÃ³xima eleiÃ§Ã£o. E viva o povo brasileiro! </p>
<p>         Pedro Cardoso da Costa &#8211; Interlagos/SP<br />
              Bel. Direito</p>
<hr />
<p>E entÃ£o? Detalhe: Estou tentando conseguir com o autor o texto que fala<br />
sobre o voto facultativo, seria um assunto interessante pra a gente<br />
discutir por aqui; assim que o conseguir, trago ele pra cÃ¡&#8230;</p>
<p>AbraÃ§Ã£o e aguardo os comentÃ¡rios! Deixo pra botar minha opiniÃ£o sobre o<br />
assunto assim que eles vierem&#8230;</p>
<p>Fernando</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>CPI da tapioca</title>
		<link>http://www.blog.fernandozamboni.com/index.php/2008/03/22/cpi-da-tapioca/</link>
		<comments>http://www.blog.fernandozamboni.com/index.php/2008/03/22/cpi-da-tapioca/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 16:21:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedro Cardoso da Costa]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois Ã©, gente.. E botando em dia os textos, trago aqui mais um que fala um pouco sobre certos dinheiros gastos a mais (e de mais) em certos cartÃµes de crÃ©dito por aÃ­.. Deixo os comentÃ¡rios pra vocÃªs, vamos ao texto: CPI DA TAPIOCA O cartÃ£o corporativo foi criado para desburocratizar gasto com pequenas despesas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois Ã©, gente.. E botando em dia os textos, trago aqui mais um que fala<br />
um pouco sobre certos dinheiros gastos a mais (e de mais) em certos<br />
cartÃµes de crÃ©dito por aÃ­..</p>
<p>Deixo os comentÃ¡rios pra vocÃªs, vamos ao texto:</p>
<hr />
<p>CPI DA TAPIOCA</p>
<p>O cartÃ£o corporativo foi criado para desburocratizar gasto com pequenas<br />
despesas emergenciais dos servidores pÃºblicos federais. O que era para ser<br />
uma facilidade virou armaÃ§Ã£o para aproveitadores oportunistas, seguindo a<br />
linha brasileira de oportunismo explÃ­cito,. O Ã¡pice da polÃªmica estÃ¡ na<br />
tapioca que o ministro pagou com cartÃ£o. NÃ£o por ser tapioca, mas por que<br />
pagou numa cidade onde nÃ£o deveria.</p>
<p>Como pretendem que nÃ£o dÃª em nada, criou-se uma comissÃ£o parlamentar de<br />
inquÃ©rito para investigar o uso dos cartÃµes. Todos fingirÃ£o que reprovam os<br />
desvios com cartÃ£o e a farra continua.</p>
<p>Terminaram por distorcer a questÃ£o principal do abuso com o uso dos cartÃµes.<br />
NÃ£o se trata do valor, pois o dinheiro pÃºblico tem que ser gasto como se<br />
deve, independente do valor. Depois, os gastos sÃ£o baixos somente comparados<br />
a outros desvios gigantescos. O fato bÃ¡sico Ã© que a maioria dos servidores e<br />
agentes pÃºblicos lida com o dinheiro da sociedade como se fosse deles<br />
individualmente.</p>
<p>Com os mais de cem mil pagos de tÃ¡xi pela ministra da igualdade social â€“<br />
haja igualdade! &#8211; daria para criar algumas bibliotecas simples em cidades e<br />
vilarejos deste paÃ­s. Mas isso nÃ£o tem relevÃ¢ncia diante da importÃ¢ncia da<br />
educaÃ§Ã£o perante o conforto dos carros para cargo tÃ£o relevante!</p>
<p>O conceito de Ã©tica definido pelos altos escalÃµes de BrasÃ­lia, acompanhados<br />
por grande parte da mÃ­dia, corresponde aos reais gastos indevidamente. Um<br />
ministro que paga tapioca com cartÃ£o palaciano de forma indevida deveria ser<br />
considerado a anta de todos, como Lula Ã© de Diogo Mainardi. Pois, com tantos<br />
bajuladores, qualquer um pagaria do prÃ³prio bolso. Mas a questÃ£o Ã© de<br />
princÃ­pios Ã©ticos. Relevante Ã© saber que dinheiro pÃºblico deve ser gasto com<br />
algo de interesse pÃºblico. PrincÃ­pio legal que o MinistÃ©rio PÃºblico deveria<br />
mover aÃ§Ã£o sempre que ele fosse infringido. Mas, de novo, BrasÃ­lia vai ter<br />
que criar um manual para explicar a seus gestores de que dinheiro do povo<br />
deve ser gasto em prol da populaÃ§Ã£o. Enquanto houver essa necessidade,<br />
definitivamente este paÃ­s vai continuar sendo que o que Ã©: um covil de<br />
pilantras sugando essa sofrida populaÃ§Ã£o. A dengue generalizada no Rio de<br />
Janeiro sÃ³ comprova.</p>
<p>Pedro Cardoso da Costa â€“ Interlagos/SP</p>
<p>    Bel. Direito</p>
<hr />
<p>E entÃ£o? Aguardo os coments&#8230;</p>
<p>AbraÃ§Ã£o e atÃ© a volta, (daqui a pouco)&#8230;</p>
<p>Fernando</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>SerÃ¡ por que2??</title>
		<link>http://www.blog.fernandozamboni.com/index.php/2008/03/22/sera-por-que2/</link>
		<comments>http://www.blog.fernandozamboni.com/index.php/2008/03/22/sera-por-que2/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 13:22:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedro Cardoso da Costa]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi pessoal! Pois.. Eu havia perdido o contato com o Pedro Cardoso da Costa, (lembram dos textos dele?).. E agora recuperei&#8230; E tenho muita coisa nova dele pra postar&#8230; Algumas vou comentar antes, outras nÃ£o; Sabem como Ã©&#8230; Quando nÃ£o se tem o que falar ou se tem pouco conhecimento sobre o assunto, melhor nÃ£o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi pessoal!</p>
<p>Pois.. Eu havia perdido o contato com o Pedro Cardoso da Costa, (lembram<br />
dos textos dele?).. E agora recuperei&#8230; E tenho muita coisa nova dele<br />
pra postar&#8230; Algumas vou comentar antes, outras nÃ£o; Sabem como Ã©&#8230;<br />
Quando nÃ£o se tem o que falar ou se tem pouco conhecimento sobre o<br />
assunto, melhor nÃ£o falar nada&#8230;</p>
<p>Mas.. Vamos ao que interessa: VocÃªs lembram  <a href="http://www.blog.fernandozamboni.com/?p=84">Desses questionamentos aqui?</a><br />
Pois.. Agora eu trago mais alguns pra a gente discutir&#8230; Ã‰ pena que<br />
haja a necessidade de eles serem feitos&#8230; Vamos a eles entÃ£o:</p>
<hr />
<p>SerÃ¡ Por quÃª!</p>
<p>1.  SÃ³ os polÃ­ticos e policiais brasileiros enriquecem com salÃ¡rios iguais aos de outras pessoas, que nÃ£o conseguem a mesma<br />
proeza? E nenhum Ã³rgÃ£o dÃªs fiscalizaÃ§Ã£o<br />
os pegam?</p>
<p>2. MilhÃµes de brasileiros fumam e a rua Ã© o cinzeiro de todos? </p>
<p>3.  Os jornais, revistas nÃ£o destinam uma coluna aos leitores comuns, e sempre afirmam que estes sÃ£o seus principais clientes? </p>
<p>4. Todo prefeito consegue enriquecer num mandato ou em dois?</p>
<p>5. Os defensores dos pobres atribuem os crimes exatamente a estas pessoas? </p>
<p>6. Como se explica muitos afirmarem que a violÃªncia ocorre por falta de &#8220;Deus&#8221;, sendo o Brasil Ã© o maior paÃ­s catÃ³lico do<br />
Mundo?</p>
<p>7. Quase todos os professores incentivam aos alunos faltarem em dias Ãºteis para emendar feriados?</p>
<p>8. As autoridades sÃ³ tomam iniciativas apÃ³s os desastres, ou depois de denÃºncias da imprensa, como a falsificaÃ§Ã£o do leite?</p>
<p>9. Quanto mais se combate, mais o analfabetismo se eterniza?</p>
<p>10. Com mais cem mil polÃ­ticos, nenhum deles enxerga ou reconhece algum problema social?</p>
<p>Pedro Cardoso da Costa &#8211; Interlagos/SP<br />
   Bel. Direito</p>
<hr />
<p>Bom&#8230; SÃ³ &#8220;defendendo o meu lado&#8221;, jÃ¡ que ele mencionou a violÃªncia ser<br />
justificada por alguns devido Ã  falta de &#8220;Deus&#8221;: Acho que jÃ¡ atÃ©<br />
mencionei isso em um outro post mas por auto, vamos entÃ£o ser prÃ¡ticos,<br />
breves e ir direito ao assunto agora:<br />
Realmente a falta ou nÃ£o de Deus nÃ£o justifica a violÃªncia, mas se a<br />
gente for pensar, o Brasil ser o maior paÃ­s catÃ³lico do mundo nÃ£o quer<br />
tambÃ©m dizer que todos estejam seguindo os ensinamentos de Jesus Cristo,<br />
afinal, uma religiÃ£o, por si, nÃ£o faz ninguÃ©m melhor, e todo mundo pode<br />
ser hipÃ³crita em qualquer uma, seja lÃ¡ qual for; Em breve ainda vou<br />
escrever um post sobre isso, mas adianto que religiÃ£o nÃ£o dÃ¡ carteirinha<br />
de bondade e retidÃ£o a ninguÃ©m.. ConheÃ§o milhares de pessoas que,<br />
inclusive, nÃ£o seguem religiÃ£o nenhuma e nÃ£o ficam indo a igreja todos<br />
os domingos e falando de Jesus Cristo pra cÃ¡, bÃ­blia pra lÃ¡, ETC.. E sÃ£o<br />
pessoas Ã³timas.. E jÃ¡ conheci tambÃ©m pessoas que se diziam catÃ³licas,<br />
evangÃ©licas, e ficavam de por que a bÃ­blia diz isso, Jesus Cristo<br />
Aquilo, e por que a igreja sei lÃ¡ o que mais&#8230; E quando a gente iria<br />
ver, tinham &#8220;outra cara por traz da que mostravam&#8221;&#8230;</p>
<p>Bom, mas tambÃ©m falo sobre isso num prÃ³ximo post&#8230; Agora tem muita<br />
coisa pra trazer pra &#8220;essa coisa aqui&#8221;&#8230;</p>
<p>AbraÃ§Ã£o e atÃ© as prÃ³ximas! (Que podem ocorrer ainda hoje)&#8230;</p>
<p>Fernando</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Planejamento familiar</title>
		<link>http://www.blog.fernandozamboni.com/index.php/2007/09/09/planejamento-familiar/</link>
		<comments>http://www.blog.fernandozamboni.com/index.php/2007/09/09/planejamento-familiar/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 Sep 2007 05:56:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedro Cardoso da Costa]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi turma!! Pois Ã©.. Passo dois meses sem aparecer e quando reapareÃ§o Ã© uma cooooisa, nÃ©? Pois.. To &#8220;tirando o atrasado&#8221; aqui com os textos do Pedro Cardoso da Costa, que recebi nos Ãºltimos 2 meses e acabei nÃ£o postando por que nÃ£o entrava por aqui.. E, pra comeÃ§ar, trago um texto referente a um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi turma!!</p>
<p>Pois Ã©.. Passo dois meses sem aparecer e quando reapareÃ§o Ã© uma<br />
cooooisa, nÃ©? Pois.. To &#8220;tirando o atrasado&#8221; aqui com os textos do Pedro<br />
Cardoso da Costa, que recebi nos Ãºltimos 2 meses e acabei nÃ£o postando<br />
por que nÃ£o entrava por aqui..<br />
E, pra comeÃ§ar, trago um texto referente a um dos temas que considero<br />
mais importantes, nÃ£o apenas para discussÃ£o, (como sÃ³ se costuma fazer<br />
no Brasil), mas para anÃ¡lise e resoluÃ§Ã£o posterior.. Afinal, discutir,<br />
chegar a conclusÃµes, (como creio que jÃ¡ mencionei por aqui), Ã©<br />
importante, mas mais importante, de preferÃªncia, Ã© colocar os resultados<br />
em prÃ¡tica&#8230; Se bem que o problema vem justamente aÃ­: Muitos gostam de<br />
discutir, contudo, poucos gostam de agir&#8230;<br />
Como disse, esse Ã© um dos temas que considero mais importantes, atÃ© por<br />
que essas crianÃ§as abandonadas de hoje, serÃ£o parte do futuro amanhÃ£.. E<br />
que futuro serÃ¡ esse?</p>
<p>EntÃ£o, antes de irmos ao texto, vai dois recadinhos:</p>
<p>1) Aos que gostam de somente discutir mas nÃ£o agir: Lembrem-se que o<br />
futuro do paÃ­s nunca serÃ¡ &#8220;resolvido&#8221; com bons argumentos e grandes<br />
discussÃµes, e sim, colocando em prÃ¡tica as resoluÃ§Ãµes.</p>
<p>2) A todos: NÃ£o sÃ£o os governantes que fazem o Brasil crescer, e sim,<br />
cada Brasileiro&#8230; (Me nego a continuar essa linha de raciocÃ­nio, nÃ£o<br />
precisa, pra bom entendedor, meia palavra basta)&#8230;</p>
<p>Bom, agora chega de conversa, e vamos ao texto entÃ£o:</p>
<p><center></p>
<h2>â€œToda crianÃ§a de rua tem um responsÃ¡vel que a abandonouâ€?</h2>
<h3>PLANEJAMENTO FAMILIAR<br />
<hr /></h3>
<p></center></p>
<p>A discussÃ£o sobre esse tema fica entre dois extremos: a Igreja CatÃ³lica<br />
defendendo a vida no arcaico crescei e multiplicai-vos e os polÃ­ticos,<br />
temerosos Ã  Igreja, nunca o encaram com a devida seriedade e quando falam Ã©<br />
de forma tÃ­mida e incompreensÃ­vel. Um fato natural, devido Ã s<br />
radicalizaÃ§Ãµes, passou a ser um problema complexo de difÃ­cil soluÃ§Ã£o porque<br />
o Estado se omite de exercer devidamente a sua funÃ§Ã£o preocupado com a<br />
religiÃ£o, uma questÃ£o que diz respeito apenas Ã  individualidade da pessoa.<br />
A liberdade sexual &#8211; passando pela AIDS â€“ resulta em inÃºmeras jovens sem<br />
informaÃ§Ã£o correta engravidando precocemente, gerando famÃ­lia e<br />
amontoando-se no fundo do quintal dos pais, morando mal a famÃ­lia nova e a<br />
dos pais.<br />
Hoje, praticamente toda famÃ­lia tem um(a) jovem com filhos. Esta crianÃ§ada<br />
nÃ£o passou da 4Âª sÃ©rie do ensino fundamental, tem dentes cariados ou nem<br />
tem, nÃ£o paga um convÃªnio mÃ©dico e muito menos tem emprego. Quando muito<br />
preenche dois destes requisitos, mas a maioria nem sequer alcanÃ§a um, salvo<br />
sempre as honrosas exceÃ§Ãµes.<br />
Assim como algumas pessoas poderiam ter quantos filhos quisessem, dando toda<br />
a assistÃªncia necessÃ¡ria, existem aqueles que estÃ£o desempregadas e sem<br />
nenhum recurso que nÃ£o podem ter nenhum. Toda crianÃ§a tem direito Ã  comida,<br />
Ã  moradia, Ã  escola e a atendimento mÃ©dico, existem aqueles que estÃ£o<br />
desempregadas e sem nenhum recurso que nÃ£o podem ter nenhum, mesmo que seja<br />
por algum perÃ­odo. Isso, todos os lÃ­deres e segmentos sociais teriam a<br />
obrigaÃ§Ã£o de difundirem, caso se sentissem responsÃ¡veis pela construÃ§Ã£o de<br />
uma Sociedade mais justa.<br />
Sem essas mÃ­nimas condiÃ§Ãµes, Ã© preferÃ­vel evitar filhos, pois espermatozÃ³ide<br />
nÃ£o Ã© crianÃ§a e nÃ£o passa fome.<br />
Alguns setores da sociedade &#8211; em especial a mÃ­dia â€“ tentam jogar a<br />
responsabilidade Ã s pessoas que tÃªm recursos financeiros pelo abandono de<br />
crianÃ§as. Isso Ã© injusto e nÃ£o traz o resultado esperado! A responsabilidade<br />
tem que recair sobre os pais. Eles sÃ£o os Ãºnicos responsÃ¡veis! Ã‰ mais fÃ¡cil,<br />
racional, inteligente e mais econÃ´mico evitar filhos a tÃª-los sem condiÃ§Ãµes<br />
para educa-los, alimenta-los. Ã‰ preciso substituir a necessidade psÃ­quica<br />
que quase todo jovem tem de ter filhos por valores como estudo, lazer,<br />
esporte, programas culturais. Fixar a certeza de que a pessoa sem casa e sem<br />
emprego nÃ£o pode ter filhos. NÃ£o hÃ¡ adoÃ§Ã£o que resolva o problema do menor<br />
abandonado. Adotam-se dez num dia, duzentos sÃ£o colocados nas ruas no dia<br />
seguinte. AtÃ© hoje, nenhum pai (ou mÃ£e) foi civil ou penalmente<br />
responsabilizado por isso! CadÃª o MinistÃ©rio PÃºblico para punir esses pais?<br />
Definitivamente, a adoÃ§Ã£o nÃ£o Ã© a soluÃ§Ã£o.<br />
Ao Estado caberia informar bem como evitar a gravidez precoce ou indesejada<br />
e, principalmente, deveria colocar Ã  disposiÃ§Ã£o de todos &#8211; ricos e pobres -<br />
camisinhas, vacinas, pÃ­lulas; e principalmente autorizar a realizaÃ§Ã£o da<br />
vasectomia e da laqueadura de trompas nos hospitais pÃºblicos para que os<br />
jovens nÃ£o justifiquem a â€œfabricaÃ§Ã£oâ€? de filho por nÃ£o poder evitÃ¡-los. JÃ¡<br />
autorizado por lei federal desde 1997, mas os hospitais pÃºblicos estÃ£o<br />
desobedecendo Ã  lei e dificultando a realizaÃ§Ã£o das cirurgias.<br />
A partir daÃ­, exigir atuaÃ§Ã£o firme do MinistÃ©rio PÃºblico no cumprimento ao<br />
Estatuto da CrianÃ§a e do Adolescente. O melhor controle seria o Estado<br />
colocar a informaÃ§Ã£o aos jovens como prioridade, impregnando-lhes valores<br />
que nÃ£o seja a reproduÃ§Ã£o indiscriminada. Deve cobrar com rigidez dos pais<br />
que dÃªem as mÃ­nimas condiÃ§Ãµes de vida digna aos filhos. EstÃ¡ faltando arcar<br />
com responsabilidade e inteligÃªncia tanto o Estado e a sociedade quanto as<br />
famÃ­lias e os jovens. Aliado Ã  ignorÃ¢ncia, o problema continua. ResponsÃ¡veis<br />
diretos ou nÃ£o, todos sofrem passivamente!</p>
<p>Pedro Cardoso da Costa &#8211; Bacharel Direito</p>
<hr />
<p>E entÃ£o?? Pois.. SÃ³ deixo apenas um &#8220;comentÃ¡rio&#8221;, para ser analisado<br />
pelos leitores (e atÃ© pelo autor, por que vou contactÃ¡-lo), junto com o<br />
texto:<br />
Mais importante que ensinar como usar e distribuir camisinhas, fazer<br />
ligadura/vasectomia de graÃ§a e outras providÃªncias, seria dar uma melhor<br />
formaÃ§Ã£o moral a essas crianÃ§as/jovens&#8230; E isso poderia comeÃ§ar pela<br />
igreja, (jÃ¡ que eles levam a bÃ­blia tÃ£o ao pÃ© da letra), ensinando que<br />
casamento Ã© compromisso sÃ©rio e filho nÃ£o Ã© brincar de boneca..<br />
Poderiam, (ou seria atÃ© &#8220;deveriam&#8221;), ter o apoio de Ã³rgÃ£os como o conselho<br />
tutelar, e outros&#8230;<br />
Mas em fim.. Como falei acima, discutir, Ã© fÃ¡cil.. Botar em prÃ¡tica.. Ã‰<br />
outros 500&#8230;</p>
<p>AbraÃ§Ã£o e aguardo os coments&#8230;</p>
<p>Fernando</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As vacas fantasmas de Renan</title>
		<link>http://www.blog.fernandozamboni.com/index.php/2007/06/30/as-vacas-fantasmas-de-renan/</link>
		<comments>http://www.blog.fernandozamboni.com/index.php/2007/06/30/as-vacas-fantasmas-de-renan/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Jun 2007 12:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedro Cardoso da Costa]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi turma!! Quanto tempo, nÃ©? Hoje, trago para vocÃªs mais um texto do Pedro Cardoso da Costa, falando de umas &#8220;vacas caras demais&#8221; e outras formas estÃºpidas que polÃ­ticos no Brasil usam pra justificar certos dinheiros que aparecem, misteriosamente, em suas contas.. Vamos ao texto: VACAS FANTASMAS No Brasil a elite dominante cria certos vÃ­cios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi turma!!</p>
<p>Quanto tempo, nÃ©?</p>
<p>Hoje, trago para vocÃªs mais um texto do Pedro Cardoso da Costa, falando<br />
de umas &#8220;vacas caras demais&#8221; e outras formas estÃºpidas que polÃ­ticos no<br />
Brasil usam pra justificar certos dinheiros que aparecem,<br />
misteriosamente, em suas contas.. Vamos ao texto:</p>
<hr />
<p><center><br />
<h2>VACAS FANTASMAS<br />
<hr /></h2>
<p></center></p>
<p>No Brasil a elite dominante cria certos vÃ­cios que se perpetuam. Um, de<br />
resultados deprimentes, seria o fato de algumas pessoas nÃ£o serem alcanÃ§adas<br />
pelas leis, em razÃ£o de uma JustiÃ§a formalista e comprovadamente ineficaz,<br />
apesar do clichÃª de que a norma seja igualmente para todos. O processo de<br />
Renan Calheiros no Conselho de Ã‰tica no Senado e as suas provas malucas sÃ£o<br />
atestados recentes dessa cultura da impunidade.<br />
 No inÃ­cio do episÃ³dio, o presidente do Senado negou tudo. Depois afirmou<br />
que o lobista de uma das maiores empreiteiras brasileiras agira apenas como<br />
seu boy. O dinheiro vivo, apesar da montanha, voava por BrasÃ­lia em sacolas<br />
como se tornou praxe recente. Justifica-se. Ã‰ muito mais prÃ¡tico carregar<br />
cem mil em sacos de lixo a efetuar uma transferÃªncia bancÃ¡ria. Todo dinheiro<br />
era do senador, comprovado com emprÃ©stimo bancÃ¡rio adquirido somente nove<br />
meses &#8211; nove meses! &#8211; apÃ³s o pagamento. SÃ³ um senador tem condiÃ§Ãµes de pagar<br />
uma dÃ­vida com dinheiro vivo adquirido nove meses depois. Era dinheiro<br />
fantasma literalmente. NÃ£o poderia ser desse mundo.<br />
Mas, veio explicaÃ§Ã£o terrena de que o emprÃ©stimo era para repor o dinheiro<br />
do pagamento da pensÃ£o. Oras, mas sÃ³ justificativa de senador Ã© aceita de<br />
que o dinheiro era para auto-repor-se. Parece aquela frase da encrenca<br />
Caetano-LobÃ£o. NÃ£o seria plausÃ­vel se viesse de um normal!<br />
Todo esse mistÃ©rio era desfeito quando o Brasil ficou sabendo que se tratava<br />
de um senador-fazendeiro. AÃ­, apareceram as vacas fantasmas. Ou de ouro. NÃ£o<br />
se discuta que as vaquinhas existiam; apenas que foram vendidas a<br />
compradores inexistentes. Destas, Renan apresenta todos os recibos. NÃ£o os<br />
tem, nenhum, nenhum, da Ãºnica pessoa que afirmou ter comprado as vacas de<br />
ouro. Sim, porque o maior preÃ§o da arroba era no rico estado industrializado<br />
de SÃ£o Paulo. Era que nÃ£o se tinha conhecimento das opulentas vacas<br />
â€œrenenianasâ€? no seco Agreste Alagoano.<br />
Tudo isso corresponde Ã  seriedade com que o Conselho de Ã‰tica agiu.<br />
Primeiro, o senador-delegado Romeu Tuma disse que queria absolver. SÃ³ no<br />
Brasil e na linha do dinheiro-fantasma de Renan, o investigado tem o<br />
veredicto antes da abertura do processo. Mas, EpitÃ¡cio Cafeteira substituiu<br />
o delegado. Nem precisou copiar a sentenÃ§a. Serviu a do prÃ³prio delegado.<br />
Para sintetizar: o veredicto veio antes da abertura do processo; nÃ£o houve<br />
necessidade de ouvir a parte contrÃ¡ria, com â€œcem por cento de respeito ao<br />
princÃ­pio constitucional do ContraditÃ³rioâ€?. O coroamento de tamanha<br />
seriedade veio a conduÃ§Ã£o do processo pelo prÃ³prio rÃ©u. Ele determina a<br />
abertura, o foro competente, marca o julgamento e, quando percebe a falta do<br />
quÃ³rum absolvidor Romeu-EpitÃ¡cio, adia o julgamento. Como o Brasil Ã©<br />
enaltecido pela criatividade, instituiu-se o auto-rÃ©u-juiz; ou o<br />
auto-juiz-rÃ©u!<br />
Para completar este festival de heresias, bem que o presidente Lula poderia<br />
definir quem seria mais ingÃªnuo ou bagrinho, se seu irmÃ£o tolinho ou o<br />
senador-presidente. Muito ingÃªnuo para um segundo substituto Ã  presidÃªncia<br />
da RepÃºblica.</p>
<h2>Pedro Cardoso da Costa â€“ Bel. Direito</h2>
<h3>Interlagos/SP</h3>
<hr />
<p>E entÃ£o? SÃ³ deixo um pequeno comentÃ¡rio, antes de me despedir: Quem vai<br />
mudar o Brasil nÃ£o Ã© o governante.. NÃ£o adianta entregar o paÃ­s na mÃ£o<br />
dos outros e ficar jogando todas as soluÃ§Ãµes nas mÃ£os dos polÃ­ticos por<br />
que se cada um de nÃ³s nÃ£o fizer sua parte&#8230; NÃ£o que eu queira achar que<br />
os polÃ­ticos nÃ£o tem culpa no cartÃ³rio, pelo contrÃ¡rio&#8230; O que acho Ã©<br />
que o Brasil sÃ³ vai comeÃ§ar a mudar quando agente cooperar com a soluÃ§Ã£o<br />
dos problemas, e parar de entregÃ¡-los nas mÃ£os dos outros&#8230;</p>
<p>AbraÃ§Ã£o</p>
<p>Fernando</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title></title>
		<link>http://www.blog.fernandozamboni.com/index.php/2007/06/14/ampliar-o-%e2%80%9csoletrando%e2%80%9d/</link>
		<comments>http://www.blog.fernandozamboni.com/index.php/2007/06/14/ampliar-o-%e2%80%9csoletrando%e2%80%9d/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 10:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedro Cardoso da Costa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.fernandozamboni.com/?p=98</guid>
		<description><![CDATA[Oi turma!! Tudo bem? Pois.. Comigo tudo.. Hoje trago aqui mais um texto do Pedro Cardoso da Costa, falando sobre o quadro Soletrando, do Ruck, que creio que todos vocÃªs devam conhecer&#8230; Eu, particularmente, nÃ£o gosto muito desse quadro, acho que ele alÃ©m de demonstrar a baixa qualidade do ensino no Brasil, atualmente, ainda estÃ¡ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi turma!!</p>
<p>Tudo bem? Pois.. Comigo tudo..</p>
<p>Hoje trago aqui mais um texto do Pedro Cardoso da Costa, falando sobre o<br />
quadro Soletrando, do Ruck, que creio que todos vocÃªs devam conhecer&#8230;</p>
<p>Eu, particularmente, nÃ£o gosto muito desse quadro, acho que ele alÃ©m de<br />
demonstrar a baixa qualidade do ensino no Brasil, atualmente, ainda estÃ¡<br />
&#8220;endeusando&#8221; aqueles que demonstram ainda saber pelo menos como se<br />
escreve corretamente uma palavra&#8230; Bom, mas sem mais comentÃ¡rios, por<br />
que senÃ£o ainda vÃ£o arrancar minha cabeÃ§a.. Vamos ao texto:</p>
<hr />
<p><center><br />
<h2>AMPLIAR O â€œSOLETRANDOâ€?</h2>
<h3>Pedro Cardoso da Costa</h3>
<p></center></p>
<p>A criaÃ§Ã£o do quadro â€œSoletrandoâ€? no programa do CaldeirÃ£o do Ruck foi, alÃ©m<br />
do ineditismo, uma das boas iniciativas da televisÃ£o aberta nos Ãºltimos<br />
tempos, apesar de iniciativa tÃ­mida.<br />
Esse quadro nÃ£o recupera nem atinge os milhÃµes de telespectadores de<br />
novelas, mas pelas notÃ­cias cresceu de audiÃªncia com os passar dos<br />
programas. Teve um formato muito rÃ¡pido, por isso os resultados foram bons,<br />
mas poderiam ter sido ainda melhores. Deveria ter sido mais duradouro, quem<br />
sabe apresentando a finalÃ­ssima de cada estado.<br />
O principal resultado seria escancarar como anda ruim o ensino nas escolas<br />
pÃºblicas. TambÃ©m pode mostrar que pode haver ensino de qualidade em escola<br />
pÃºblica. Deixa claro que depende mais de esforÃ§o e criatividade de seus<br />
diretores, do que de autoridades governamentais distantes, como prefeitos e<br />
governadores. Embora o ideal seja a integraÃ§Ã£o de todas.<br />
TambÃ©m fica restrito Ã  soletraÃ§Ã£o de palavras. Seria bom ampliar o tema para<br />
colocar assuntos variados da LÃ­ngua Portuguesa.<br />
As demais emissoras deveriam seguir a linha adotada pela Rede Globo. E nem<br />
podem alegar que nÃ£o querem plagiar, tendo em vista que em televisÃ£o tudo se<br />
copia, com outro nome.<br />
As empresas deveriam colaborar com a criaÃ§Ã£o de polÃ­ticas de conhecimento<br />
geral, exigindo a leitura de livros por parte de seus funcionÃ¡rios. Mesmo<br />
que seja de matÃ©rias ligadas Ã  Ã¡rea da empresa. A Volkswagen distribui<br />
panfletos mostrando como se escrevem corretamente vÃ¡rias palavras. Essa<br />
iniciativa poderia ser adotada atÃ© em sacolinhas e saquinhos de mercado, de<br />
padaria, de bazar e  por todas as casas comerciais. Os jornais poderiam<br />
criar um espaÃ§o para a educaÃ§Ã£o, dividindo o destinado Ã s ocorrÃªncias<br />
policiais.<br />
A Globo deu um passo muito importante, mas precisa ampliar de nÃ­vel de<br />
escolaridade, de matÃ©rias, de programas e de tempo de duraÃ§Ã£o. Uma pena que<br />
um programa tÃ£o importante tenha durado bem menos do que o Big Brother<br />
Brasil.</p>
<p>Pedro Cardoso da Costa â€“ Bel. Direito<br />
        Interlagos/SP</p>
<hr />
<p>E entÃ£o? Comentem! Digam o que acharam nos comentÃ¡rios..</p>
<p>AbraÃ§Ã£o!</p>
<p>Fernando</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title></title>
		<link>http://www.blog.fernandozamboni.com/index.php/2007/06/04/policia-com-p-f-maiusculo/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jun 2007 16:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedro Cardoso da Costa]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi turma!! Trago aqui mais um texto do Pedro Cardoso da Costa, que jÃ¡ era pra ter sido publicado aqui a semana passada, mas que eu acabei deixando passar. Fala sobre a atuaÃ§Ã£o da polÃ­cia, em contraste com a da justiÃ§a, e, claro, com o apoio desmotivador da imprensa, e de &#8220;escÃ¢ndalos internos&#8221; que tambÃ©m [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi turma!!</p>
<p>Trago aqui mais um texto do Pedro Cardoso da Costa, que jÃ¡ era pra ter<br />
sido publicado aqui a semana passada, mas que eu acabei deixando passar.<br />
Fala sobre a atuaÃ§Ã£o da polÃ­cia, em contraste com a da justiÃ§a, e,<br />
claro, com o apoio desmotivador da imprensa, e de &#8220;escÃ¢ndalos internos&#8221;<br />
que tambÃ©m atrapalham.. Leiam e, principalmente, comentem!</p>
<p>Vamos a ele:</p>
<hr />
<p><center><br />
<h2>POLÃ?CIA COM PF MAIÃšSCULAS<br />
<hr /></h2>
<p></center></p>
<p>  Mesmo com a resistÃªncia da imprensa nacional ao  tentar  desmerecer  o<br />
trabalho da PolÃ­cia Federal, ora com  crÃ­ticas  Ã s  cenas  de  holofotes<br />
dadas por ela mesma, ora aos pomposos nomes dado Ã s operaÃ§Ãµes,  trata-se<br />
da instituiÃ§Ã£o que enaltece o serviÃ§o pÃºblico e tem merecido  a  guarida<br />
da populaÃ§Ã£o honesta deste paÃ­s. TambÃ©m prova que, dentro  deste  oceano<br />
de lama,  se  pode  trabalhar  com  eficiÃªncia  e  correÃ§Ã£o.  As  demais<br />
instituiÃ§Ãµes, mais  do  que  expurgarem  seus  maus  funcionÃ¡rios  e  se<br />
tornarem eficientes,  precisam  mudar  a  cultura  do  protecionismo  ao<br />
banditismo do colarinho branco. A omissÃ£o ou conivÃªncia de grande  parte<br />
da mÃ­dia explica-se por favores ilegais, semelhantes ao plano  de  saÃºde<br />
pago a jornalistas e familiares pela CÃ¢mara dos Deputados. Se a  JustiÃ§a<br />
funcionasse minimamente, esse dinheiro teria que ser ressarcido e  algum<br />
responsÃ¡vel  penalizado  criminalmente.  Se  utilizar  dinheiro  pÃºblico<br />
indevidamente nÃ£o for crime, pode extinguir  essa  figura  jurÃ­dica,  ao<br />
menos                                                               para<br />
 algumas pessoas. Seria o Ãºnico paÃ­s do mundo que  teria  a  figura  dos<br />
incriminÃ¡veis pelo status social.<br />
  Mas tem que haver certa coerÃªncia entre a PolÃ­cia Federal e a JustiÃ§a.<br />
As prisÃµes da PF e as seguidas solturas  da  JustiÃ§a,  em  especial  das<br />
instÃ¢ncias superiores, precisam  ser  revistas;  ou  as  prisÃµes  ou  as<br />
solturas nÃ£o sÃ£o bem fundamentadas juridicamente. Mas sÃ³ de  ver  aquela<br />
cena rotineira de paletÃ³s ou blusÃµes carregados pelas mÃ£os postas, mesmo<br />
nos quarenta graus de calor, como se tivessem rezando, jÃ¡  lava  a  alma<br />
dos honestos.<br />
  Outra caracterÃ­stica resultante das mega-aÃ§Ãµes sÃ£o as explicaÃ§Ãµes  dos<br />
superiores. Uns nÃ£o conhecem os assessores; outros nÃ£o teriam  idÃ©ia  do<br />
que seriam capazes;  liÃ§Ã£o antiga da dupla  Dirceu/Waldomiro;  e  todos,<br />
todos, sem distinÃ§Ã£o,  mandam  apurar  internamente  o  ocorrido  com  a<br />
instauraÃ§Ã£o de sindicÃ¢ncias, abertura de processos    administrativos  e<br />
atÃ© auditorias. Todas essas aÃ§Ãµes merecedoras de confiabilidade inferior<br />
Ã  de uma raposa que cuida de uma galinha; ou de uma cobra protegendo  um<br />
sapo; ou dos agentes controladores da entrada de celular nas cadeias.<br />
  Os diversos institutos de pesquisas deveriam  perguntar  aos  cidadÃ£os<br />
sobre em qual instituiÃ§Ã£o da AdministraÃ§Ã£o PÃºblica brasileira ela confia<br />
mais.  Mas,  deveria    separÃ¡-las  em  duas  para  mostrar   diferentes<br />
resultados. Uma aos cidadÃ£os de bem, outra a esta casta  que  destrÃ³i  o<br />
Brasil. Na primeira, seria cem por cento de aprovaÃ§Ã£o;  na segunda mesmo<br />
percentual de reprovaÃ§Ã£o.<br />
  Mas a PolÃ­cia Federal deve estruturar-se para um  passo  seguinte  nas<br />
investigaÃ§Ãµes.  Agora,  a  prova  principal  tem  sido   as    gravaÃ§Ãµes<br />
telefÃ´nicas, cujas vozes os donos  nÃ£o as  reconhecem,  por  embriaguez,<br />
sonolÃªncia, remÃ©dios dopantes, rouquidÃ£o. Ã‰ que as gravaÃ§Ãµes tÃªm  pegado<br />
os infratores porque se julgam acima da lei, como vivem  repetindo.  Uma<br />
hora, eles trocarÃ£o os telefonemas por reuniÃµes. AÃ­, seria o momento  de<br />
gravaÃ§Ãµes de imagens, muito nÃ­tidas, senÃ£o vÃ£o ser negadas; ou  de  som,<br />
mas  ambiente. Vai complicar!<br />
  Os resultados  tÃªm  sido  frustrantes.  Muitas  vezes  pelo  preÃ§o  de<br />
sentenÃ§as de vÃ¡rios magistrados, do nÃ­vel do meritÃ­ssimo  Paulo  Medina.<br />
Neste aspecto a imprensa  falha, por nÃ£o  colocar  apenas  a  lista  num<br />
quadro sinÃ³tico com nome, cargo, quem o indicou, e cobrar o resultado do<br />
processo. Por exemplo, ainda que nunca se encontre    o  responsÃ¡vel,  a<br />
populaÃ§Ã£o precisa saber onde estÃ¡ depositado e a destinaÃ§Ã£o do  montante<br />
dos dinheiros que voam pelo Brasil. Do dossiÃª do Hotel Ã?bis, da cueca  e<br />
de outros. PolÃ­cia estender a  competÃªncia  da  PF  para  investigar  as<br />
doaÃ§Ãµes de milhÃµes Ã s campanhas. Assim deixaria de ser mera coincidÃªncia<br />
os posteriores contratos  das empresas doadoras com os governos eleitos;<br />
o enriquecimento bilionÃ¡rio e repentino de servidores pÃºblicos, como  do<br />
delegado Di Rissio, que jÃ¡ tinha um  valoroso    e  iria  comprar  outro<br />
apartamento de um  milhÃ£o  e  meio  de  reais,  alÃ©m  de  tantas  outras<br />
normalidades que sÃ³ acontecem no Brasil; mas nÃ£o  o  Brasil  da  PolÃ­cia<br />
Federal,                                                           esta,<br />
 sim, uma instituiÃ§Ã£o de iniciais maiÃºsculas com justeza incomparÃ¡vel.<br />
  Pedro Cardoso da Costa â€“ Bel. Direito<br />
  Interlagos/SP</p>
<p>  Fidelidade PartidÃ¡ria</p>
<p>  Diogo Mainardi escreveu certa vez que o Brasil perde muito mais quando<br />
os parlamentares trabalharam mais. Exagero, sÃ³ os parlamentares entendem<br />
assim; se perguntarem  ao povo, sÃ³ responde ao contrÃ¡rio aqueles que nÃ£o<br />
entendem nada das operaÃ§Ãµes da PolÃ­cia Federal.</p>
<p>  Os parlamentares legislam em demasia sobre as  mesmas  coisas  e  isso<br />
serve para causar confusÃ£o e ajuda  aos  maus  jurisconsultos  decidirem<br />
casos semelhantes das formas  mais diversas possÃ­veis. Algumas  decisÃµes<br />
a PolÃ­cia Federal estÃ¡ desbaratando a que preÃ§o.</p>
<p>  Se o Brasil saÃ­sse dessa discussÃ£o legalista permanente para  os  atos<br />
administrativos em si, talvez a  imprensa  pudesse  acompanhar  mais  de<br />
perto as verbas e suas  destinaÃ§Ãµes  e,  tal  como  o  cidadÃ£o,  nÃ£o  se<br />
surpreendesse tanto com os furtos, apropriaÃ§Ã£o indÃ©bita ou outros tipos,<br />
sempre chamados de desvios.</p>
<p>  Prova inconteste dessa legislaÃ§Ã£o inÃ³cua e desnecessÃ¡ria  tem  sido  o<br />
debate por fidelidade partidÃ¡ria. PreocupaÃ§Ã£o apenas dos  oposicionistas<br />
da  vez,  porque  Ã©tica    Ã©  definida  como  conceito  individual  pelo<br />
brasileiro conforme o interesse imediato  de  cada  indivÃ­duo,  e  quase<br />
todos tÃªm por normal que ela nÃ£o  faÃ§a  parte  da  polÃ­tica    nacional.<br />
Discute-se e perde-se tempo com a criaÃ§Ã£o  de  lei  para  estabelecer  a<br />
perda de mandato de parlamentar quando troque de partido.</p>
<p>  A soluÃ§Ã£o existe hÃ¡ mais de onze anos, no artigo que transcrevo da lei<br />
9.096, de setembro de 1995. Art. 20. Ã‰  facultado  ao  partido  polÃ­tico<br />
estabelecer, em seu  estatuto, prazos de filiaÃ§Ã£o partidÃ¡ria  superiores<br />
aos previstos nesta Lei, com vistas  a  candidatura  a  cargos  eletivos<br />
(sublinhado por mim).</p>
<p>  Esta norma torna-se mais democrÃ¡tica do que numa lei, que obrigaria  a<br />
todos por igual. No estatuto, cada partido  pode  definir  o  prazo  que<br />
corresponda a sua â€œÃ©ticaâ€?.  Caso nÃ£o tenham entendido, a  lei  determina<br />
prazo maior e indefinido. Pode ser de cinco, dez, vinte  anos.  Como  as<br />
eleiÃ§Ãµes sÃ£o de quatro em quatro anos, bastaria    definir  que  somente<br />
poderiam ser candidatos os filiados ao partido hÃ¡ pelo menos quatro anos<br />
da eleiÃ§Ã£o. Isso deixaria claro se a preocupaÃ§Ã£o seria com a  Ã©tica.  Se<br />
for apenas para tomar o mandato  dos  parlamentares  para  os  partidos,<br />
poderiam acrescentar esse prazo mÃ­nimo de quatro anos no prÃ³prio artigo.<br />
  Pedro Cardoso da Costa â€“ Bel. Direito<br />
     Interlagos/SP</p>
<hr />
<p>E entÃ£o? Leiam, comentem, critiquem.. Ã‰ pra isso que estamos aqui..</p>
<p>AbraÃ§Ã£o!</p>
<p>Fernando</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>SerÃ¡ por quÃª?</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2007 09:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pedro Cardoso da Costa]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi turma! Pois.. Pra vocÃªs que conhecem os textos do Pedro Cardoso da Costa, trago aqui alguns questionamentos, feitos por ele, e que vÃ£o de encontro a dois textos jÃ¡ publicados aqui.. Quem quiser, Ã© sÃ³ clickar no link e conferir.. Vamos ao texto: SerÃ¡ Por quÃª? 1. O presidente da RepÃºblica, como mais alto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi turma!</p>
<p>Pois.. Pra vocÃªs que conhecem os textos do <a href="http://www.blog.fernandozamboni.com/?cat=20">Pedro Cardoso da Costa</a>,<br />
trago aqui alguns <b>questionamentos</b>, feitos por ele, e que vÃ£o de<br />
encontro a dois textos jÃ¡ publicados aqui.. Quem quiser, Ã© sÃ³ clickar no<br />
link e conferir.. Vamos ao texto:</p>
<hr />
<p><center><br />
<h2>SerÃ¡ Por quÃª?<br />
<hr /></h2>
<p></center></p>
<p>  1.  O presidente da RepÃºblica, como mais alto posto do serviÃ§o pÃºblico brasileiro, recebe salÃ¡rio inferior a muitos outros<br />
servidores?</p>
<p>  2.  NÃ£o existe uma Ãºnica cidade limpa e arborizada satisfatoriamente no Brasil?</p>
<p>  3.  NÃ£o existe uma cidade, governo estadual que utilize os terrenos â€œbaldiosâ€? das cidades para hortas ou  qualquer serviÃ§o<br />
de utilidade pÃºblica da cidade, ou permita<br />
a utilizaÃ§Ã£o por entidades, especialmente as que cuidam de deficientes ou idosos?</p>
<p>  4.  NÃ£o existe uma polÃ­tica de criaÃ§Ã£o de bibliotecas pelos vÃ¡rios governos?</p>
<p>  5.  Nunca se completam as â€œreformas constitucionais e legais de que tanto o paÃ­s precisaâ€?? (sic)</p>
<p>  6. Nenhuma prefeitura de capital ou de cidade grande oficializa um torneio anual de um esporte, por exemplo de tÃªnis?</p>
<p>  7.  NÃ£o se integra esporte e educaÃ§Ã£o em nenhuma esfera do ensino?</p>
<p>  8.  Tantas crianÃ§as mendigam nas ruas, sÃ£o abandonas, nÃ£o vÃ£o ou abandonam a escola e nenhum responsÃ¡vel Ã© penalmente<br />
punido, se todas essas circunstÃ¢ncias configuram<br />
ou podem configurar crime?</p>
<p>  9. O brasileiro, especialmente autoridade com essa obrigaÃ§Ã£o, nÃ£o preserva o patrimÃ´nio pÃºblico ou particular?</p>
<p>  10. O brasileiro prefere assistir a programa de televisÃ£o de gosto duvidoso a se divertir numa praÃ§a?</p>
<p>  As respostas ficam por conta de cada um, da sociedade.</p>
<p>  Pedro Cardoso da Costa â€“ Interlagos/SP<br />
     Bel. Direito</p>
<p>  TODO TEXTO MEU PODE SER PUBLICADO, COMENTADO, CRITICADO E REPASSADO.</p>
<hr />
<p>E entÃ£o? Que as respostas fiquem para as mentes de cada um dos<br />
brasileiros que chegarem a esse texto, e aos comentÃ¡rios dessa coisa<br />
aqui&#8230;</p>
<p>AbraÃ§Ã£o!</p>
<p>Fernando</p>
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