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Archive for the ‘Textos’ Category

abr
04

Oi turma!!

Tudo bem??

Quanto tempo, né? Pois… Estive viajando, fui pra SP, e só voltei na
quarta… Cheguei aqui as 6 da manhã em ponto, mais morto do que vivo,
após 18 horas de viagem… Mas fazer o que né? E, além de contar
“algumas” das que ocorreram comigo nessa viagem hoje ainda trago algumas
pequenas novidades… O verdadeiro motivo pelo qual fui pra SP deixo
para depois, quando a coisa toda se concretizar… Mas algumas coisas já
posso contar agora…

Primeiramente, antes de falarmos na viagem, algumas coisinhas:

1) Pra quem gostava do conteúdo daquela página que estava em
www.musinformaticista.com, e pra quem ainda não teve a oportunidade de
conhecê-lo, estarei trazendo ele, (aos poucos), aqui pra dentro do blog,
mas não nos posts, e sim, nas páginas… Como disse alguma vez por aqui,
aquela página realmente foi tirada do ar, mas o conteúdo dela ainda
existe e está já todo colocado aqui, é só fazer algumas pequenas
alterações e “linkar” ele pra cá…

2) Como não podia deixar de ser, atualizei o sistema; Agora essa coisa
aqui está rodando com o wordpress2.5… E, sempre como podem aparecer
alguns bugs nessas atualizações, estou avisando pro caso de acontecer
“vocês me avisarem” que algo está errado.

Ah, só pra terminar o assunto “blog e companhia”, parece que por quase 1
mês depois que essa coisa aqui mudou de endereço, os spams tinham me
deixado em paz… Agora, parece que as “tentativas de ataque” começaram
de novo.. Felizmente o akismet dá conta de 99.9% da coisa e bom… Eu,
que antes não gostava das listas negras, agora costumo colocar o IP que
fez spam lá e esquecê-lo na “listinha”… Já tenho um total de 57 IPS
bloqueados lá e por incrível que pareça eu estou me encomodando bem
menos… Só que é como eu também disse num outro post que escrevi: A
maior alegria de um blogueiro é receber um comentário.. E é uma
decepção de igual tamanho quando a gente abre pra ver aquele comentário
e vê que é uma droga dum spam.. Ainda mais quando o lixo ainda é em
outro idioma, o que significa que o autor do lixo nem leu e nem vai ler
teu post…

Bom, mas vamos então ao assunto “viágem”: Como disse, fui pra SP, numa
tentativa de dar um “passo grande” rumo ao sucesso da minha carreira
musical… Aparentemente meu objetivo foi cumprido, ou pelo menos o que
eu podia fazer, fiz… Agora cabe aguardar as “coisas que não dependem
de mim”… Vamos ver quando elas chegam…

De qualquer forma, essa foi a primeira viagem que eu fiz absolutamente
sozinho, (sem ninguém me esperando do outro lado, e coisa parecida)…
Daí vocês conseguem imaginar um ceguinho maluco, em sua primeira viagem
absolutamente sozinho e justamente pra SP? Pois, por um lado foi
divertido… Por outro, eu estava, digamos assim… Com um medo bem
legal! Mas.. Vamos começar pelo começo: Quando minha mãe foi me levar
para a rodoviária de Porto Alegre, pra pegar o ônibus, chegamos no
estacionamento em São Leopoldo, e ela me pergunta assim: “Quer voltar?”
E eu pensei… Uns 5 segundos.. E respondi: “Não!”.
Depois, chegamos na rodoviária, e ainda faltava um tempo pro ônibus
chegar.. Fomos tomar um lanche e ela pergunta de novo: “Quer voltar?” E
eu, depois de uns 5 segundos: “Não”!
Beleza.. Entrei no ônibus, me “instalei” por lá, e ela saiu; Uns 5
minutos depois, ela volta e me diz “Ah, esqueci de entregar os
cartõezinhos, pra se tu precisar por lá”… E eu dice “Ah, que bom que
tu ainda ta aqui…” E mesmo sabendo que frases incompletas podem
causar… Eu quase terminei a frase com “por que eu quero voltar!”…
Mas, Me contive, e fui. A viagem foi tranqüila, e lá digamos que até que
me atenderam rápido na rodoviária, só tive que esperar uns 20 minutos…
Daí me levaram até o metrô e de lá até o hotel, beleza. O problema foi
depois: Como sempre, tomei uma ducha e pensei: “Agora descanso uns 10
minutos e depois vou inventar algo pra fazer”… Que nada! Eu apaguei!
Quando acordei era passado das 2 da tarde…
Pretendia almoçar com uma amiga minha que agora está morando em SP,
mas.. As 2 da tarde por alguma razão ela já não estava mais em casa…
Daí, fiquei tentando ligar pra ela até umas 3. Depois, saí e fui na casa
de uma outra amiga que só conhecia pela internet e agora tive o
privilégio de conhecer pessoalmente.. Quando saí de lá já eram umas 10
horas.. Cheguei no hotel umas 11 e meia, por aí, e tava meio com fome, e
pensei: “Onde, essa hora da quase madrugada, vou encontrar algo pra
comer aqui em SP”? Daí, na maior “cara de pau”, liguei lá pra baixo no
hotel e perguntei a partir de que horas eles serviam café.. E a resposta
foi “24 horas”.. E eu, claro, respondi: “Beleza! Pode mandar vir uma
pizza então e um café com leite”… Imaginem eu, passado da meia-noite e
20, bem feliz lá mandando ver uma pizza e um café como se fosse horário
de janta.. Eita liberdade! Imaginem se em casa vou fazer uma coisa
dessas… Minha mãe, no mínimo, me arranca a cabeça…

Mas em fim… Acabei só conseguindo dormir umas 3 e pouco da manhã. E,
nem sei bem que horas eram, mas era umas 6 e pouco e uma “coisa” do meu
lado começou a fazer barulho. Digamos que eu levei uns 10 segundos pra
descobrir que aquela “coisa” era um telefone, e mais uns 5 pra atinar
que eu tinha que atender, tirar do gancho, falar, ETC.. Sabem como é..
Bom, fiz isso e a mossa do hotel falou: “Fernando, é tua mãe no
telefone, querendo falar com tigo”; E eu, no meu cérebro descerebrado de
sono pensei: “Mãe, telefone, telefone, mãe”… “Ah! ta ok, pode
passar”…
Em fim.. Era minha mãe toda preocupada, me avisando pra eu não perder a
hora… “e não dormir até 2 da tarde como fiz no outro dia”!

Bom, mas em fim.. Nem pensar que eu iria levantar as 6 e pouco da manhã.
Afundei no travesseiro de novo e só acordei perto das 8. Acabei saindo
do hotel devia ser umas 9 e meia, ou algo parecido. Eram umas 10 e 20 e
eu já tava lá, onde tive oportunidade de, além de fazer o que tinha que
fazer, conhecer duas pessoas maravilhosas. Inclusive uma delas também
foi lá (assim como eu) pra “fazer barulho”… E um dia eu gravo ela com
meu super-gravador e trago aqui pra vocês ouvirem; Ela canta muito bem.
Bom, mas em fim… Fiz o que tinha que fazer e acabei voltando pro hotel
umas 2 e 20 da tarde, mais ou menos.. O problema é que eu na hora tava
tão nervoso e depois pelo fato de eu ter me acalmado de repente, acho,
acabei “esquecendo completamente” o endereço do hotel. E, além disso,
ainda peguei um taxista meio de “ovo virado”, digamos assim, que além de
não deixar a gente nem se despedir direito, (por que tava com muita
preça) ainda meio que brigou comigo por eu não lembrar o endereço do
hotel. Em fim.. Ele foi num ponto de taxe e perguntou onde era, e deram
pra ele o endereço errado, (ou ele perguntou errado, sei lá), e ele
acabou me largando num lugar que não tinha nada a ver e ainda insistia
que era lá… E eu dizia que não! Mas em fim: Como ele tava mesmo meio
“revortado”, acabei dizendo pra ele que podia ir, que eu me virava,
ETC… E foi o que acabei fazendo: Liguei pro hotel, e perguntei o
endereço; Peguei outro taxe e fui! E chegando lá, dormi até as 19
horas… Daí jantei, e fiquei “não fazendo nada” mais um pouco. Podia
ter ido na rodoviária e pego a passagem antes, mas fazer o que.. A
preguiça levou a melhor.

No outro dia, (terça) eu “revortei”: Saí do hotel com mala e tudo,
pronto pra viajar. Cheguei na rodoviária e descobri que não conseguiria
pegar passagem com passe livre pra aquele dia, daí, entre gastar com
diária, lanche, ETC e pagar a passagem, escolhi a segunda opção, é
claro, pelo menos já estaria a caminho…
Meio-dia peguei o ônibus. Teve uma parada perto das 4 da tarde em
Registro, onde lanchei e depois entrei no ônibus de novo e fui dormir um
pouco.. E agora pergunto: Quem de vocês, no bom dos sonhos, gostaria de
ser acordado “com um copo d’água na cabeça”? Pois… Digo que passei por
essa experiência interessante: Era perto das 7 da noite quando a coisa
aconteceu; Estava eu dormindo, no bom do sono, quando repentinamente uma
coisa redonda e molhada me atinge do lado da orelha. Eu, é claro, na
hora mesmo levantei o cabeção e perguntei: “Que foi, que foi?” E o cara
que tava atrás de mim falou: “Nada, desculpa, pensei que era o meu
banco”…
Como eu digo, “tem dessas”; A maioria das pessoas pra quem eu contei
isso disse que teriam xingado muito! Na realidade, até em parte deu
vontade de xingar, mas a que levou a melhor, (e ainda bem) foi a vontade
de rir!

Bom.. Depois desse acontecimento memorável, digamos assim, não consegui
mais dormir. E não foi por medo de acordar com outro copo d’água na
cabeça não, foi por que embora estivesse cansado, a vontade de chegar
logo, duma vez, era tão grande que nem me deixou dormir… Pouco depois
da meia-noite eu já tava com vontade de pular pela frente do ônibus e
saír correndo pra ver se chegava mais rápido! Éééé… 18 horas não é
assim pra aguentar não… E o pior foi que cheguei as 6 da manhã e ainda
tinha que vir de metrô pra São Leopoldo, ou seja: Mais 50 minutos de
viagem, além de pegar o carro com a mãe e viajar mais uns 20… Pra quem
não agüentava mais nenhum minuto, já foi bem complicado… Mas em fim…
Cheguei, e aqui estou. Levei dois dias pra aparecer nessa coisa aqui por
que o cansaço acabou levando a melhor e a preguiça de escrever isso
também, daí, sabem como é… A coisa complica.

Mas agora, pra infelicidade da nação, estou de volta! Em breve, trago na
área de música dessa coisa aqui algumas gravações novas minhas… Também
quero conseguir algumas gravações da Bruna, a menina que conheci lá
durante o teste que fui fazer… E vocês vão ver que ela canta muito
bem…

Mas em fim, sobre esse teste, mais detalhes quando chegar a hora… vocês
vão ter que esperar… Por que digamos que eu já estou demasiadamente
cansado de contar muito com as coisas e os resultados não serem
condizentes com o esperado; Vamos esperar que eles venham primeiro…
Como acho que já mencionei, parece que dessa vez eles vão vir, mas..
Mesmo assim prefiro esperar pra contar depois!

Bom, fico por aqui, por enquanto, e aguardo os comentários… Acho que
ainda hoje volto com mais coisas por aqui.

Fernando

mar
11

Oi turma!!

Pois.. Como sempre depois de algo sério, venho aqui bagunçar essa coisa
na seção de humor.. Esse texto recebi da Duda, que ainda não tem página
na web pelo que eu sei por isso não posto o link aqui, mas.. Assim que
li tive de trazer pra cá.. Leiam, e me digam o que acharam… Vamos a
ele:


País do PC

Coincidência ou não, mas desde o descobrimento, o Brasil é um
país ligado a PC .

01. Foi descoberto por PC (Pedro Cabral);

02. A primeira carta foi escrita por PC (Pero Caminha);

03. É conhecido como PC (País do Carnaval);

04. No Rio, a sede do governo era no PC (Palácio do Catete);

05. Atualmente, a sede do governo é no PC (Planalto Central);

06. Recentemente foi governado por um PC (Presidente Collor);

07. Que se apaixonou por um belo par de PC (Pernas da Cunhada);

08. E que estava envolvido com um outro PC (PC Farias);

09. Que foi denunciado por um outro PC (Pedro Collor);

10. E nós, PC (Pobres Coitados), enquanto outros PC
(Políticos Corruptos) acham que aqui é um PC-2 (País do
Caixa-dois)!!!

11. Ainda mais, hoje, sendo governado por um outro PC (Pé de
Cana)*


E então?? Eeitha que monte de verdades, né? Infelizmente…

Abração e aguardo os coments…

Fernando

mar
10

Oi turma!

Pois.. Depois de um post daqueles que arranca os pensamentos da gente
pra preparar, trago aqui mais uma coisinha light na seção de humor… É
claro que os professores de português de plantão, leitores dessa coisa
aqui, vão querer a minha cabeça, mas, em lugar disso, eu peço pra que em
vez da minha, arranquem a do cara que juntou essas “pérolas
redacionísticas”… Detalhe: Vocês vão ter que procurar, por que eu não
sei quem foi… Quem me passou isso foi o Dré, mas se vocês
estiverem pensando em arrancar a cabeça dele por q eu falei isso, eu
digo pra que pensem duas vezes, afinal ele não tem nada a ver com isso,
só me passou o negócio…

Vamos a ele então:


1. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, conforme deve ser do conhecimento de V. As.
Outrossim, tal prática advém de
esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.

2. Frases com apenas uma palavra? Corta!

3. Evite abrev., etc.

4. Não abuse das citações. Como costumava dizer meu pai: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.

5. Frases incompletas podem causar

6. A voz passiva deve ser evitada.

7. Seja mais ou menos específico.

8. Anule aliterações altamente abusivas.

9. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.

10. Quem precisa de perguntas retóricas?

11. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes, isto é, basta mencionar cada argumento
uma só vez. Em outras palavras,
não fique repetindo a mesma idéia.

12. Não abuse das exclamações! Seu texto fica horrível! Sério!

13. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar repetitiva. A repetição vai fazer com que a palavra seja
repetida.

14. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação

15. Evite frases exageradamente longas, por dificultarem a compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por
conterem mais de uma idéia central,
o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-las e seus componentes diversos,
de forma a torná-las compreensíveis,
o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular pelo uso de frases mais
curtas.

16. “não esqueça das maiúsculas”, como já dizia carlos machado, meu professor lá do colégio santa ifigênia, em salvador,
bahia.

17. Palavras de baixo calão podem transforma seu texto numa “!@#$%#@

18. Cuidado com a orthographia, para nao estrupar a língua.

19. Seja seletivo no emprego de gíria, bicho, mesmo que sejam maneiras. Sacou, galera?

20. Nunca use siglas desconhecidas, conforme recomenda a A.G.O.P.

21. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.

22. Seja incisivo e coerente. Ou talvez seja melhor não…

23. Exagerar é 100 bilhões de vezes pior do que a moderação.

24. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.

25. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”

26. Nunca generalize: generalizar é sempre um erro.

27. Estrangeirismos estão out, palavras de origem portuguesa estão in.


E então? Dá vontade de matar mesmo né? Mas fazer o que… Tem coisas
piores… Ainda trago elas aqui… Coisas que saem, digamos assim, em
certos vestibulares perdidos e que eu andei recebendo.. É só eu achar
que boto aqui… Não sei se essa também veio de vestibulares, mas… De
qualquer forma, “eitha coisa cruel”!!!

Fui!!! E aguardo os comentários.

Fernando

fev
28

Oi turma!!

Tudo bom?

Pois… Comigo tudo… E, claro, depois de trazer algo sério, não podia
deixar de bagunçar essa coisa aqui trazendo mais algo pra encher a seção
de humor, né? Os meus comentários pessoais vão ficar pra depois do texto
senão perde a graça.. Vamos a ele:


Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.
Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe:
– Oh, bucéfalo anácrono! Não o
interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha
habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa
e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno
e honrado, dar-te-ei com minha bengala
fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinquagésima potência que o vulgo denomina
nada.
E o ladrão, confuso, diz:
- Dotô, eu levo ou deixo os pato?


Eeeitha! E então, que tal? Coitado do ladrão, né? O sujeito conseguiu
acabar com ele literalmente só com o “poder da palavra”!!! Aah, seria
bom se todos fossem assim…

Até mais e aguardo os coments! E, claro, quem ainda não leu não esqueça
de ler o post que está abaixo!!!

Abração e até a próxima…

Fernando

set
09

Oi turma!!

Tudo bem?

Pois.. Comigo tudo..

Recebi isso do Dré, a uns dias atrás, e, digamos,
não podia deixar de trazer esse textinho pra vocês.. Eu posso dizer que
“revortei”, de certa forma, quando li, até por que sou um defensor do
socialismo, se bem que acho que só funcionaria se o mundo inteiro fosse
socialista, ou se, pelo menos, os países que não são cooperassem com os
que são, e não os “punissem por ser”, como faz os EUA com Cuba e
outros.. Se bem que pelo que sei, o “embargo” não é só uma punição pelo
socialismo, e sim, também pela não tolerância às divergências
governamentais, ou seja: É uma forma que alguns encontraram de “punir”
aqueles que não se submetem às suas leis, mesmo que não estejam no mesmo
país… Mas bom.. quem quiser falar mais sobre isso, sinta-se livre nos
comentários…

E, agora, chega de criticar, e vamos rir um pouco:


Enterro em Cuba

Toda a família em Cuba se surpreendeu quando chegou de Miami um ataúde
com o
cadáver de uma tia muito querida.

O corpo estava tão apertado no caixão que o rosto estava colado no visor
de
cristal….

Quando abriram o caixão encontraram uma carta, presa na roupa com um
alfinete, que dizia assim:

Queridos Papai e Mamãe.

Estou lhes enviando os restos de tia Josefa para que façam seu enterro
em
Cuba, como ela queria.

Desculpem por não poder acompanhá-la, mas vocês compreenderão que tive
muitos gastos com todas as coisas que, aproveitando as circunstâncias,
lhes
envio.

Vocês encontrarão, dentro do caixão, sob o corpo, o seguinte:
12 latas de atum Bumble Bee,
12 frascos de condicionador,
12 de xampu Paul Mitchell,
12 frascos de Vaselina Intensive Care (muito boa para a pele. Não serve
para
cozinhar!),
12 tubos de pasta de dente Crest,
12 escovas de dente,
12 latas de Spam das boas (são espanholas),
4 latas de chouriço El Miño.

Repartam com a família, sem brigas!

Nos pés de titia estão um par de tênis Reebok novos, tamanho 39, para o
Joseíto (é para ele, pois com o cadáver de titio não se mandou nada para
ele, e ele ficou amuado).

Sob a cabeça há 4 pares de “popis” novos para os filhos de Antônio, são
de
cores diferentes (por favor, repito não briguem!).

A tia está vestida com 15 pulôveres Ralph Lauren, um é para o Robertinho
e
os demais para seus filhos e netos.

Ela também usa uma dezena de sutians Wonder Bra (meu favorito), dividam
entre as mulheres;

Também os 20 esmaltes de unhas Revlon que estão nos cantos do caixão. As
três dezenas de calcinhas Victoria’s Secret devem ser repartidas entre
minhas sobrinhas e primas.

A titia também está vestida com nove calças Docker’s e 3 jeans Lee.
Papai,
fique com 3 e as outras são para os meninos.

O relógio suíço que papai me pediu está no pulso esquerdo da titia.

Ela também está usando o que mamãe pediu (pulseiras, anéis, etc).

A gargantilha que titia está usando é para a prima Rebeca, e também os
anéis
que ela tem nos pés.

E os oito pares de meias Chanel que ela veste são para repartir entre as
conhecidas e amigas, ou, se quiserem, as vendam (por favor, não briguem
por
causa destas coisas, não briguem).

A dentadura que pusemos na titia é para o vovô, que ainda que não tenha
muito o que mastigar, com ela se dará melhor (que ele a use, custou
caro).

Os óculos bifocais, são para o Alfredito, pois são do mesmo grau que ele
usa, e também o chapéu que a tia usa.

Os aparelhos para surdez que ela tem nos ouvidos são para a Carola. Eles
não
são exatamente os que ela necessita, mas que os use mesmo assim, porque
são
caríssimos.

Os olhos da titia não são dela, são de vidro. Tirem-nos e nas órbitas
vão
encontrar a corrente de ouro para o Gustavo e o anel de brilhantes para
o
casamento da Katiuska.

A peruca platinada, com reflexos dourados, que a titia usa também é para
a
Katiuska, que vai brilhar, linda, em seu casamento.

Com amor, sua filha

Carmencita.

PS-1: Por favor, arrumem uma roupa para vestir a tia para o enterro e
mandem
rezar uma missa pelo descanso de sua alma, pois realmente ela ajudou até
depois de morta.

Como vocês repararam o caixão é de madeira boa (não dá cupim); podem
desmontá-lo e fazer os pés da cama de mamãe e outros consertos em casa.

O vidro do caixão serve para fazer um porta-retrato da fotografia da
vovó,
que está, há anos precisando de um novo. Com o forro do caixão, que é de
cetim branco (US$ 20,99 o metro) Katiuska pode fazer o seu vestido de
noiva.

Na alegria destes presentes, não esqueçam de vestir a titia para o
enterro!!!
Com amor,
Carmencita.

PS-2: Com a morte de tia Josefa, tia Blanca caiu doente.

Se quiserem antecipar algum pedido…


E então?? Que tal? Loucura total, né?? Francamente… Bom, mas deixo
para os leitores comentarem, eeeee.. E aguardo-os por aqui..

Abração e aguardo os coments!

Fernando

jun
09

Oi turma!!

Lembram que eu havia prometido por algum tempo não postar mais coisas de
humor nessa jóça? Pois.. O que prova que as vezes agente.. Digamos
assim.. Tem que engolir o que diz…

Na verdade, eu havia falado da questão do humor por falta de movimento,
nessa coisa, mas agora, como parece que o negócio ta melhorando, estou,
digamos assim.. “quase voltando” com a seção de humor, então..

E a história que trago hoje é o seguinte: Sabem aquele negócio que
agente lê, super empolgado pra que logo chegue o final, e quando ele
chega.. Dá vontade de distribuir alguns cascudos, pra quem escreveu e
quem mandou também?

Pois.. Assim é.. Leiam o texto abaixo, e depois.. Não arranquem minha
cabeça, por que “eu”, não tenho culpa… Vamos a ele:



A História Do Tchum

Eduarda Zimmermann Becker

Gaspar, SC

Estrelando: Diniz!

Certa tarde lá estava Diniz. Da janela de seu apartamento observava o
movimento de Curitiba quando, de repente, ouviu de longe um coral:
“Queremos ver o tchum! Queremos ver o tchum!”
Esperou que a turma se aproximasse e lá vinha André, Duda, Evangel,
Magno, Renato, Alex, Estevão, Luana (Que comandava o coral, fazendo um
ritmo no bongô) e mais muitas pessoas. Todos cantavam alegremente:
“Queremos ver o tchum! Queremos ver o tchum!”.

Sem entender o que acontecia, Diniz resolveu descer e seguir a turma,
pois ficou curioso para também ver e saber o que era o tal do Tchum.
Andou alguns minutos, mantendo uma pequena distância do grupo e os viu
entrar num salão enorme, quando ia entrando, o segurança Luidi, com toda
sua pose disse: “Onde você pensa que vai?” Assustado com aquele vozerão,
Diniz respondeu: “Quero saber o que é esse tchum”
Sem perder tempo, Luidi foi logo dizendo: “não não não, meu caro! Para
ver o Tchum temos uma senha, não é qualquer um que pode vê-lo. Se quiser
ver o Tchum amanhã, é necessário pagar uma quantia de R$50000,00. E
também precisa seguir a turma que virá vestida com um macacão preto e um
coelhinho azul, de pelúcia”

Diniz estranhou aquela história de coelhinho, macacão mas, concordou em
pagar o dinheiro e prometeu aparecer com a turma, no dia seguinte.

Na mesma hora, Diniz já aguardava-os na frente do prédio, vestido como
fora pedido e carregando nos braços o coelhinho. Lá vinha a turma:
“Queremos ver o Tchum! Queremos ver o Tchum!” Diniz foi logo
seguindo-os. Ao chegarem, todos entraram e o pobre Diniz foi barrado
por Luidi: “Desculpe-me, inesperadamente a senha mudou e a quantia
aumentou. Para ver o Tchum, você terá que voltar amanhã, mas com um
chapéu e havaianas amarelas e pagar agora R$100000,00″
Inconformado com aquilo, mas ao mesmo tempo curioso, Diniz pagou mais o
que lhe foi pedido e prometeu voltar com chapéu e havaianas amarelas.

No dia seguinte lá estava Diniz, chapéu e havaianas amarelas, menos
dinheiro no bolso pois Luidi já lhe tirara R$150000,00. Tudo para ver o
Tchum.
Lá vinha a turma, num coral com centenas de vozes: “Queremos ver o
Tchum! Queremos ver o Tchum!” Diniz juntou-se a eles e rezava para que
não fosse barrado na entrada do salão. Ao chegarem… Novamente todos
entraram e Luidi, com sua força e determinação, segurou o coitado do
Diniz e disse: “Novamente senha e quantia nova! Se amanhã quiser ver o
Tchum, venha com um cinturão de couro e botas pretas. Paga-me agora
R$150000,00.”
Já sem entender nada, mas morrendo de curiosidade, Diniz pagou o que
Luidi o pediu e prometeu aparecer no dia seguinte.

Lá estava ele, cinturão de couro e botas pretas, menos R$300000,00 no
bolso. Tinha certeza que naquele dia veria o Tchum.
O coral comandado por Luana vinha chegando, Diniz seguiu os passos
deles até o salão. Luidi encontrava-se na porta e Diniz gelou dos pés à
cabeça: “Suma, entre nesse salão e vá ver o Tchum!” Exclamou Luidi.

Numa felicidade inexplicável Diniz correu para dentro do salão e
cantava junto: “Queremos ver o Tchum! Queremos ver o Tchum!”
O local estava lotado, só se ouvia “Queremos ver o Tchum! Queremos ver
o Tchum!” As cortinas estavam fechadas e Diniz não via o momento do tal
Tchum chegar.

De repente abriram as cortinas e, no meio do palco havia um enorme
panelão quente. Vinha todo vestido de preto, Ezequiel, que com toda
força na voz perguntou: “Querem ver o Tchum?” E o povo gritava:
“Siiiiiiiiiiim! Queremos ver o Tchum!”
Novamente Ezequiel perguntou: “Têm certeza de que querem ver o Tchum?”
O povo desesperado: “Temos, queremos ver o Tchum”
Diniz já sem paciência gritava “Tchum! Tchum!”

Então, Ezequiel vira de costas e, quando volta está com uma pequena
xícara de água e, antes de jogar o conteúdo em qualquer lugar diz:
“Então vejam o Tchum!”
Jogou a água no panelão, que ao encontrar a superfície quente, fez:
“Tchum!”


Pois bem.. O Diniz prometeu, digamos assim.. “dar o troco”, só que isso
ele também prometeu pra mim a 3 anos com uma que aprontei pra ele, e até
agora o troco não veio, “to esperando ainda”, portanto…

Abração e leiam, se divirtam e principalmente, comentem!

Fernando

mai
01

Oi turma!!

Eu denovo aqui..

Agora.. Bom.. Falando em uma letra só, recebi isso do Dré, hoje, e
não podia deixar de compartilhar também esse com vocês, já que falamos
em uma letra só.. Vamos a ele:


O cara chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz: – Faz favor, firmeza, fineza fazer frango frito! – Pois
não, com quê, cavalheiro? – Farofa, feijão
e fritas. – Deseja beber alguma coisa? – Fanta. – Um pãozinho para esperar a refeição? – Faça fatiado. O garçom serve o
cliente inconformado com o fato dele falar
tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição. – Vai querer sobremesa? – Frutas frescas. – Tem alguma preferência?
- Figos Fatiados. Depois da sobremesa,
ainda curioso, o garçom pergunta: – O senhor deseja um café? – Forte Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas
perguntas: – E então, como estava
o cafezinho? – Frio, fraco, fedorento, formiguinhas flutuando no fundo e fazendo fofoca. Aí o garçom decide desafiá-lo a
fim de testar até onde ele vai. – Qual é
sua graça? – Fernando Fagundes Faria Filho. – De onde o senhor vem? – Fortaleza. – O senhor trabalha? – Fui ferreiro. –
Deixou o serviço? – Fui forçado. – Por que?
- Faltou ferro. – E o que o senhor fazia? – Ferrolho, ferradura, faca… ferragens. – O senhor torce por algum time? – Fui
Framengo… – E deixou de ser por que?
- Fez feio. – Qual é o seu time agora? – Fruminense. – O senhor é casado? – Fui. – E sua esposa? – Faleceu. – De que? –
Fome e frio. O garçom perde a calma e diz:
- Escute aqui, se você falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta. – Foi formidável,
figura. Fazendo fiado, fácil, fácil
fico freguês!O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita: – Ei, espere aí!, ainda falta uma palavra! O homem responde,
sem se virar: – Foda-se!


E então??? Não é tão uma letra só quanto o do Pedro Paulo pintor, mas..
Respeitei também.. E vocês? Digam nos comentários!!

Abração!

Fernando

mai
01

Oi turma!!

Pois.. Hoje tive de mandar esse texto pro Dré, e, resolvi
compartilhar ele com vocês… E agora vocês vão ver o poder da língua
portuguesa! Vamos a ele:


POUCO POLIDO PORTUGUÊS? POSSIVELMENTE PERFEITO.

“Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava
portas,paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu
pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para
poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para
Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.
Porém,pouco praticou, pois Padre Pafúncio pediu para pintar panelas,
porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para
pedir permissão para permanecer praticando pinturas, preferindo,
portanto, Paris. Partindo para Paris,passou pelos Pirineus, pois
pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos,porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos,
preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam
precipitar-se principalmente pelo Pico, pois pastores passavam pelas
picadas para pedirem pousada,provocando provavelmente pequenas
perfurações, pois, pelo passo percorriam,permanentemente, possantes
potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios
pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar
pobreza,precisaria percorrer pontos perigosos,pestilentos, perniciosos,
preferindo Pedro Paulo precatar-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo.Pensava poder prosseguir
pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento,
provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir
prontamente para Portugal.
Povo previdente! Pensava Pedro Paulo… Preciso partir para Portugal
porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos
portugueses.
Passando pela principal praça parisiense, partindo para Portugal,
pediu para pintar pequenos pássaros pretos.
Pintou, prostrou perante políticos, populares, pobres, pedintes.
- Paris! Paris! – proferiu Pedro Paulo – parto, porém penso pintá-la
permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai
Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu
prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para
prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso
percorrido pelo pai.
Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal.
Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: – Pediste
permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.
Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas
porcarias?
- Papai – proferiu Pedro Paulo – pinto porque permitiste, porém
preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar
perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos
pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para
praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram
pescar para poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo,
pegaram pacus, piaparas, pirarucus.
Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para
procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai
Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional
perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena
parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe
para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos.
Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando
prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas.
Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando…”

Permitam-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar
para pensar… Porra!


E então?? Que acharam?? Deve ter dado trabálho pro carinha que escreveu,
né??eeeeee… Aguardo os comentários!!!

Abração!!

Fernando

abr
28

Oi turma!!

Tudo bom??

Aqui, tudo..

Pois é.. Recebi isso por e-mail do Dré, e não pude deixar de mandar…

Trata-se daqueles verbos que vem sofrendo modificações gramaticais por
conta da globalização, informatização, e outras “zações” mais…

Vamos ver o que vocês acham?
Ah.. Quem tem preguiça de ler, não tem problema, pode assistir aqui, e,
enquanto isso, ir lendo outros posts.. Quem quiser ler pra ser mais
rápido, vá em frente!

Vamos ao texto:


VERBOS NOVOS E HORRÃ?VEIS

Ricardo Freire

Não, por favor, nem tente me disponibilizar alguma coisa, que eu não quero.
Não aceito nada que pessoas, empresas ou organizações me disponibilizem. É
uma questão de princípios. Se você me oferecer, me der, me vender, me
emprestar, talvez eu venha a topar. Até mesmo se você tornar disponível,
quem sabe, eu aceite. Mas, se você insistir em disponibilizar, nada feito.

Caso você esteja contando comigo para operacionalizar algo, vou dizendo
desde de já: pode ir tirando seu cavalinho da chuva. Eu não operacionalizo
nada para ninguém e nem compactuo com quem operacionalize. Se você quiser,
eu monto, eu realizo, eu aplico, eu ponho em operação. Se você pedir com
jeitinho, eu até implemento, mas operacionalizar, jamais.
O quê? Você quer que eu agilize isso para você? Lamento, mas eu não sei
agilizar nada. Nunca agilizei. Está lá no meu currículo: faço tudo, menos
agilizar. Precisando, eu apresso, eu priorizo, eu ponho na frente, eu dou um
gás. Mas agilizar, desculpe, não posso, acho que matei essa aula.

Outro dia mesmo queriam reinicializar meu computador. Só por cima do meu
cadáver virtual. Prefiro comprar um computador novo a reinicializar o
antigo. Até porque eu desconfio que o problema não seja assim tão grave. Em
vez de reinicializar, talvez seja o caso de simplesmente reiniciar, e
pronto.

Por falar nisso, é bom que você saiba que eu parei de utilizar. Assim, sem
mais nem menos. Eu sei, é uma atitude um tanto radical da minha parte, mas
eu não utilizo mais nada. Tenho consciência de que a cada dia que passa mais
e mais pessoas estão utilizando, mas eu parei. Não utilizo mais. Agora só
uso. E recomendo. Se você soubesse como é mais elegante, também deixaria de
utilizar e passaria a usar.

Sim, estou me associando à campanha nacional contra os verbos que acabam em
“ilizar”.

Se nada for feito, daqui a pouco eles serão mais numerosos do que os
terminados simplesmente em “ar”.

Todos os dias, os maus tradutores de livros de marketing e administração
disponibilizam mais e mais termos infelizes, que imediatamente são
operacionalizados pela mídia, reinicializando palavras que já existiam e
eram perfeitamente claras e eufônicas.

A doença está tão disseminada que muitos verbos honestos, com currículo de
ótimos serviços prestados, estão a ponto de cair em desgraça entre pessoas
de ouvidos sensíveis.

Depois que você fica alérgico a disponibilizar, como vai admitir, digamos,
“viabilizar”?

É triste demorar tanto tempo para a gente se dar conta de que
“desincompatibilizar” sempre foi um palavrão.

Precisamos reparabilizar nessas palavras que o pessoal inventabiliza só para
complicabilizar.

Caso contrário, daqui a pouco nossos filhos vão pensabilizar que o certo é
ficar se expressabilizando dessa maneira. Já posso até ouvir as reclamações:
“Você não vai me impedibilizar de falabilizar do jeito que eu bem
quilibiliser”.

Problema seu. Me inclua fora dessa.


E então??? Que tal o texto? Ou o vídeo? Eeeee… Digam o que acharam nos
comentários dessa coisa…

Abração e até a próxima!

Fernando

abr
22

Oi turma!!

Mais uma vez eu aqui, alimentando a seção de humor dessa coisa…

É incrível.. As vezes passo dias, dias e dias sem publicar nada, mas,
quando resolvo aparecer, é uma desgraceira total… Bom, pelomenos vocês
vão ter muito o que ler, nos próximos dias, se eu não aparecer denovo,
né?

Bom, vamos ao que interessa:
Vocês, por acaso, acham que esse mundo é “doido”? Pois eu, depois de ler
esse texto, acho.. Na verdade, o Dré me passou
esse texto a 659 anos atrás, e nunca pensei em botar ele aqui.. De
qualquer forma, agora ele ta vindo. Leiam, e digam o que acharam, ok??


Rússia
* Cerca de 400 funcionários de hospital da cidade de Nizhni Novgorod, na
Rússia, receberam estrume com pagamento. Na Rússia, o pagamento com
mercadorias não é exatamente novidade, mas antes esses funcionários
recebiam carne e manteiga. Em 1994, trabalhadores foram pagos com
absorventes íntimos.

Japão

* Por 13 anos um japonês manteve o corpo de seu pai congelado esperando
que ele ressuscitasse. O cadáver foi encontrado pela polícia em julho de
2001, depois que os vizinhos reclamaram do mau cheiro.
* No final do mês de setembro de 2001, para vencer a maratona de Berlim,
na Alemanha, a japonesa Naoko Takahashi tomou suco de insetos. A bebida,
considerada energética e feita com vespas gigantes, é muito popular no
Japão. E como é 100% natural, não é considerada droga.

Escócia

* Chegou em março de 2001, na cidade de Aberdeen, uma carta enviada da
Austrália em janeiro de 1889. Sim, a carta escrita por um homem cujo
sobrenome era Colin, demorou 112 anos para chegar ao destino. A
senhorita Wardrop, destinatária, não estava mais no número 32 da rua
Carden Place.

Polônia

* Na cidade de Slupca, enquanto o padre rezava em um funeral, um som
começou a ser ouvido do caixão, já sepultado com o corpo. Todos saíram
correndo, exceto a viúva, que desmaiou no local. Quando todos se
acalmaram, a mulher lembrou que havia esquecido o celular ligado no
bolso do paletó do falecido.

Rússia

* Uma astróloga anunciou em 5 de julho de 2005 que iria processar a Nasa
porque um de seus projéteis colidiu com o cometa Tempel 1. Segundo ela,
isto alterou os mapas astrais e distorceu os horóscopos que ela havia
preparado.

Brasil
* No início do mandato de 2001, na cidade catarinense Mirim Doce, o
prefeito Henrique Perón estava despachando de um orelhão, pois os
telefones da prefeitura tinham sido cortados. Para falar com ele, as
pessoas ligavam para a lanchonete da dona Terezinha, que o chamava.

Estados Unidos

* No dia 4 de julho de 2001, um americano explodiu uma casa de Kansas
City com fogos de artifício. O homem fez uma festinha com amigos na
noite anterior e soltou fogos. Como o barulho incomodou os vizinhos, a
polícia foi chamada e esconderam os fogos foram escondidos no forno da
casa. Cerca de 3 horas da manhã, o homem resolveu fazer uma lasanha e
ligou o forno, sem lembrar do que tinha lá dentro. A casa explodiu e
algumas pessoas se feriram, mas ninguém gravemente.
* O empresário Robert Medvee teve motivos para ficar duplamente bravo
com o furacão Ivan. Além de destruir sua casa, em 2004, o fênome natural
o levou para cadeia. É que, ao revirar os escombros do local, os
técnicos do governo descobriram um enorme material de pedofilia. Foram
necessárias 20 caixas para retirar os disquetes, os CDs, fitas de vídeos
e fotos.

Ã?ndia
* No final de julho de 2001, uma chuva colorida atingiu algumas
regiões de Kerala, na �ndia. As gotas tinham as cores vermelha,
amarela e preta e os cientistas não souberam explicar o fenômeno.
Alguns arriscaram que a chuva pode ser resultado de impurezas da
atmosfera ou da coloração do solo.

China
* Um chinês aficcionado pela internet reclamou com o governo porque
o cartório de Zhengzhou não quis registrar seu filho com o nome de
“@”. Segundo o pai internauta, a escolha do símbolo para batizar o
garoto não se deve apenas pelo fato dele ser usado na rede. Ele também
soa parecido com a expressão chinesa “te amo”. O cartório justificou a
recusa alegando que a lei do país proíbe símbolos ou cifras nos nomes
dos cidadãos.

* Em outubro de 2004, a empresa Fufang, que produz roupas,
brinquedos, sapatos e chapéus, registrou a expressão Happy Birthday
(“Feliz Aniversário”) como marca exclusiva. Assim, a frase não poderá
mais ser usada em produtos dos Estados Unidos, Japão ou países da
União Européia.

Alemanha
O jornal Express publicou que o alemão Karlpeter Arens, que morava na
cidade de Dusseldorf, ia e voltava ao escritório pelas escadas do
prédio, mas não para fazer exercício. É que ele já havia ficado preso em
elevadores 40 vezes. Quando os colegas de trabalho ficaram sabendo
disso, passaram a evitar os elevadores quando ele estava presente. Na
primeira vez que o incidente aconteceu, Karlpeter tinha 6 anos e passou
oito horas trancado no cubículo.

Inglaterra
Um jogo de cricket realizado no dia 15 de julho de 2001, em Bradford,
Inglaterra, quase deixou os árbitros malucos. Por quê? Segundo o jornal
The Sun , por pura coincidência os 22 jogadores da partida, todos de
origem indiana, se chamam Patel.

Austrália

* O australiano Sam Lynch quase destruiu um restaurante ao descobrir que
o prato que havia pedido tinha ervilhas. Tudo isso porque ele havia
alertado ao garçom que sua namorada não podia comer as bolinhas verdes e
mesmo assim o prato veio com o vegetal. Ele sujou o computador do caixa,
destruiu janelas e portas e jurou matar o gerente.

França

* Para amenizar o tédio que tomava conta de sua vida, uma mulher de
Orléans vivia ligando para os bombeiros de sua cidade. Nos três
primeiros meses de 2000, ela tinha feito 6.700 telefonemas. Em apenas um
domingo, foram 475 ligações. Acabou presa.

Irlanda

* O curioso caso foi registrado num diário de medicina psicológica: uma
mulher de 32 anos dizia ser paquerada pelo Pato Donald, o ranzinza
personagem da Disney. Ela estava tão convencida da paquera que mandou
instalar uma antena parabólica no quintal de sua casa para melhor
comunicar-se com o pato. Certa vez, ela despiu-se, subiu na casa e
uniu-se a ele ao lado da parabólica.

Gana

* O feiticeiro Aleobiga Aberrina disse aos habitantes de sua cidade,
Accra, que tinha inventado uma fórmula para tornar seu corpo à prova de
balas. Passou a loção no corpo e pediu a um homem da aldeia que atirasse
nele. O homem atirou e o feiticeiro morreu na hora. O povo, irado,
tentou linchar o atirador, mas ele conseguiu escapar com vida.

Irã

* No fim do ano 2000, uma menina de 10 anos pediu o divórcio porque seu
marido, um rapaz de 15 anos, a agrediu. Por quê? Ela queria brincar de
boneca em vez de cuidar da casa. Eles estavam casados havia apenas oito
dias.

Vietnã

* Ela bem que tentou fazer com que o marido largasse a amante, mas não
conseguiu. Assim, uma mulher de Hanói decidiu vender o cônjuge para a
rival pelo equivalente a 516 dólares. O episódio aconteceu em março de
2001 e, segundo o jornal Thanh Nien , a amante logo aceitou a oferta.

Inglaterra
* Numa viagem de trabalho que fez à Irlanda, o mecânico de aviões
britânico Anthony McKenzie deixou um recado na secretária eletrônica
de sua mulher: ?eu te amo?. Quando chegou em casa, na cidade de Mold,
no País de Gales, ouviu a mensagem e teve um acesso de fúria. Acusou a
esposa de traição e a agrediu. Condenado em um tribunal, ele teve que
cumprir 50 horas de trabalho comunitário, 12 meses de reabilitação e
viver por seis meses num albergue de recuperação, além de ter que
pagar 100 libras à mulher. A notícia foi publicada no tablóide The Sun
em outubro de 2001.

Estados Unidos
No mês de janeiro de 2001, uma mulher de 55 anos tentou matar seu
marido, um médico de 72 anos, porque ele tomou Viagra, ficou excitado e
investiu contra ela. A mulher tentou sufocá-lo colocando um travesseiro
sobre a cabeça dele e jogando seu peso em cima.

Iugoslávia
* Segundo informações da agência de notícias EFE de outubro de 2001, uma
muçulmana da República de Montenegro foi ao médico pela primeira vez aos
55 anos porque sentia uma pequena dor. Chegando lá, descobriu que tinha
dois corações. Ela disse que isso explicava sua fama de ser a mulher que
menos se cansava na ladeia onde vive.

Inglaterra

* O hospital Dorset County proibiu às enfermeiras do setor de
cardiologia o uso de tanguinhas. Eles alegam que batimento cardíaco dos
pacientes safenados se altera quando as enfermeiras com tanga entram no
quarto, o que pode comprometer o sucesso do tratamento.

Egito

* O jornal Al Wafd publicou que na cidade de Daqahliya, no Egito, um
médico e uma enfermeira começaram a brigar durante uma cirurgia. Eles já
andavam discutindo, mas a gota d’água foi quando ela, depois de ficar
passando os instrumentos errados para ele, colocou o dedo no órgão que
estava sendo operado e disse para o médico cortar mais. Ele se irritou e
começou a bater nela.

Turquia
* O jornal turco Hurriyet publicou que o motorista de ônibus Recep
Yavrucu, da Turquia, sofreu um assalto e teve a orelha cortada no final
de 2001. Por medo, Recep nunca tinha ido ao médico e achou que não
seria aquele o momento de ir. Ele mesmo resolveu o problema, colando a
orelha com cola instantânea.

* Você está em um bar jogando dominó. O que pode cair na sua cabeça?
O teto? Um lustre? Na Turquia, Ethem Sahin foi internado depois de uma
vaca caiu em cima dele. O homem fraturou uma perna e levou sete pontos
na cabeça. O animal foi para em cima do telhado do bar, que fica
situado junto à uma encosta e caiu em cima dele


E então? Esse mundo é ou não “anormal”? Digam o que acharam nos
coments…

Abração!

Fernando