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Archive for the ‘Humor’ Category

fev
28
Tempo de leitura: < 1 minuto

Oi turma!!

Tudo bom?

Pois… Comigo tudo… E, claro, depois de trazer algo sério, não podia
deixar de bagunçar essa coisa aqui trazendo mais algo pra encher a seção
de humor, né? Os meus comentários pessoais vão ficar pra depois do texto
senão perde a graça.. Vamos a ele:


Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.
Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe:
– Oh, bucéfalo anácrono! Não o
interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha
habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa
e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno
e honrado, dar-te-ei com minha bengala
fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinquagésima potência que o vulgo denomina
nada.
E o ladrão, confuso, diz:
– Dotô, eu levo ou deixo os pato?


Eeeitha! E então, que tal? Coitado do ladrão, né? O sujeito conseguiu
acabar com ele literalmente só com o “poder da palavra”!!! Aah, seria
bom se todos fossem assim…

Até mais e aguardo os coments! E, claro, quem ainda não leu não esqueça
de ler o post que está abaixo!!!

Abração e até a próxima…

Fernando

fev
02
Tempo de leitura: < 1 minuto

Oi turma!!

Tudo bem?

Pois.. Aqui, depois do susto da rádio, tudo incrivelmente legal..
Falando em rádio, alterei toda a ordem de programação musical, e agora,
parece que a coisa ficou interessante.. Quem quiser dar uma
conferidazinha, vá em frente!

E falando em ouvir, depois de um tempão sem postar nada de humor nessa
coisa aqui, quero avisar que estou com o “arsenal de bagunças
humorísticas” renovado, e por isso.. Em breve teremos vários posts além
desse de hoje nessa categoria..

Mas.. Hoje trago a vocês, “A verdadeira história de Romeu e Julieta e
companhia limitada”… Foi uma montágem feita pelo Diniz que ficou algo
assim… Muito interessante!

Não vou dizer mais por que vocês vão ter que “ouvir o barulhinho que
faz” pra conferir… Vamos lá aos links então:

E então, que tal? Essa montagem tem a participação das seguintes
pessoas:

Leondeniz Cândido de Freitas – Montagem e personagem Romeu.
Duda Zimmermann Becker – Julieta
Marco Antonio de Queiroz – Narrador
Ezequiel – Narrador inicial e personagem Baltazar.
André Baldo – Frei Lourenço
Osmar Pavesi – Porteiro
Juliano Machado – Tebaldo
Vitor Uchoa – Capeletti, pai de Julieta

Que tal? Dá vontade de arrancar as cabeças de todos eles quando chega o
final, claro, contudo… Ficou legal né? Digam o que acharam nos
coments!

Abração e fico aguardando eles..

Fernando

, , ,

set
09
Tempo de leitura: 3 minutos

Oi turma!!

Tudo bem?

Pois.. Comigo tudo..

Recebi isso do Dré, a uns dias atrás, e, digamos,
não podia deixar de trazer esse textinho pra vocês.. Eu posso dizer que
“revortei”, de certa forma, quando li, até por que sou um defensor do
socialismo, se bem que acho que só funcionaria se o mundo inteiro fosse
socialista, ou se, pelo menos, os países que não são cooperassem com os
que são, e não os “punissem por ser”, como faz os EUA com Cuba e
outros.. Se bem que pelo que sei, o “embargo” não é só uma punição pelo
socialismo, e sim, também pela não tolerância às divergências
governamentais, ou seja: É uma forma que alguns encontraram de “punir”
aqueles que não se submetem às suas leis, mesmo que não estejam no mesmo
país… Mas bom.. quem quiser falar mais sobre isso, sinta-se livre nos
comentários…

E, agora, chega de criticar, e vamos rir um pouco:


Enterro em Cuba


Toda a família em Cuba se surpreendeu quando chegou de Miami um ataúde
com o
cadáver de uma tia muito querida.

O corpo estava tão apertado no caixão que o rosto estava colado no visor
de
cristal….

Quando abriram o caixão encontraram uma carta, presa na roupa com um
alfinete, que dizia assim:

Queridos Papai e Mamãe.

Estou lhes enviando os restos de tia Josefa para que façam seu enterro
em
Cuba, como ela queria.

Desculpem por não poder acompanhá-la, mas vocês compreenderão que tive
muitos gastos com todas as coisas que, aproveitando as circunstâncias,
lhes
envio.

Vocês encontrarão, dentro do caixão, sob o corpo, o seguinte:
12 latas de atum Bumble Bee,
12 frascos de condicionador,
12 de xampu Paul Mitchell,
12 frascos de Vaselina Intensive Care (muito boa para a pele. Não serve
para
cozinhar!),
12 tubos de pasta de dente Crest,
12 escovas de dente,
12 latas de Spam das boas (são espanholas),
4 latas de chouriço El Miño.

Repartam com a família, sem brigas!

Nos pés de titia estão um par de tênis Reebok novos, tamanho 39, para o
Joseíto (é para ele, pois com o cadáver de titio não se mandou nada para
ele, e ele ficou amuado).

Sob a cabeça há 4 pares de “popis” novos para os filhos de Antônio, são
de
cores diferentes (por favor, repito não briguem!).

A tia está vestida com 15 pulôveres Ralph Lauren, um é para o Robertinho
e
os demais para seus filhos e netos.

Ela também usa uma dezena de sutians Wonder Bra (meu favorito), dividam
entre as mulheres;

Também os 20 esmaltes de unhas Revlon que estão nos cantos do caixão. As
três dezenas de calcinhas Victoria’s Secret devem ser repartidas entre
minhas sobrinhas e primas.

A titia também está vestida com nove calças Docker’s e 3 jeans Lee.
Papai,
fique com 3 e as outras são para os meninos.

O relógio suíço que papai me pediu está no pulso esquerdo da titia.

Ela também está usando o que mamãe pediu (pulseiras, anéis, etc).

A gargantilha que titia está usando é para a prima Rebeca, e também os
anéis
que ela tem nos pés.

E os oito pares de meias Chanel que ela veste são para repartir entre as
conhecidas e amigas, ou, se quiserem, as vendam (por favor, não briguem
por
causa destas coisas, não briguem).

A dentadura que pusemos na titia é para o vovô, que ainda que não tenha
muito o que mastigar, com ela se dará melhor (que ele a use, custou
caro).

Os óculos bifocais, são para o Alfredito, pois são do mesmo grau que ele
usa, e também o chapéu que a tia usa.

Os aparelhos para surdez que ela tem nos ouvidos são para a Carola. Eles
não
são exatamente os que ela necessita, mas que os use mesmo assim, porque
são
caríssimos.

Os olhos da titia não são dela, são de vidro. Tirem-nos e nas órbitas
vão
encontrar a corrente de ouro para o Gustavo e o anel de brilhantes para
o
casamento da Katiuska.

A peruca platinada, com reflexos dourados, que a titia usa também é para
a
Katiuska, que vai brilhar, linda, em seu casamento.

Com amor, sua filha

Carmencita.

PS-1: Por favor, arrumem uma roupa para vestir a tia para o enterro e
mandem
rezar uma missa pelo descanso de sua alma, pois realmente ela ajudou até
depois de morta.

Como vocês repararam o caixão é de madeira boa (não dá cupim); podem
desmontá-lo e fazer os pés da cama de mamãe e outros consertos em casa.

O vidro do caixão serve para fazer um porta-retrato da fotografia da
vovó,
que está, há anos precisando de um novo. Com o forro do caixão, que é de
cetim branco (US$ 20,99 o metro) Katiuska pode fazer o seu vestido de
noiva.

Na alegria destes presentes, não esqueçam de vestir a titia para o
enterro!!!
Com amor,
Carmencita.

PS-2: Com a morte de tia Josefa, tia Blanca caiu doente.

Se quiserem antecipar algum pedido…


E então?? Que tal? Loucura total, né?? Francamente… Bom, mas deixo
para os leitores comentarem, eeeee.. E aguardo-os por aqui..

Abração e aguardo os coments!

Fernando

jun
09
Tempo de leitura: 3 minutos

Oi turma!!

Lembram que eu havia prometido por algum tempo não postar mais coisas de
humor nessa jóça? Pois.. O que prova que as vezes agente.. Digamos
assim.. Tem que engolir o que diz…

Na verdade, eu havia falado da questão do humor por falta de movimento,
nessa coisa, mas agora, como parece que o negócio ta melhorando, estou,
digamos assim.. “quase voltando” com a seção de humor, então..

E a história que trago hoje é o seguinte: Sabem aquele negócio que
agente lê, super empolgado pra que logo chegue o final, e quando ele
chega.. Dá vontade de distribuir alguns cascudos, pra quem escreveu e
quem mandou também?

Pois.. Assim é.. Leiam o texto abaixo, e depois.. Não arranquem minha
cabeça, por que “eu”, não tenho culpa… Vamos a ele:


A História Do Tchum


Eduarda Zimmermann Becker

Gaspar, SC

Estrelando: Diniz!

Certa tarde lá estava Diniz. Da janela de seu apartamento observava o
movimento de Curitiba quando, de repente, ouviu de longe um coral:
“Queremos ver o tchum! Queremos ver o tchum!”
Esperou que a turma se aproximasse e lá vinha André, Duda, Evangel,
Magno, Renato, Alex, Estevão, Luana (Que comandava o coral, fazendo um
ritmo no bongô) e mais muitas pessoas. Todos cantavam alegremente:
“Queremos ver o tchum! Queremos ver o tchum!”.

Sem entender o que acontecia, Diniz resolveu descer e seguir a turma,
pois ficou curioso para também ver e saber o que era o tal do Tchum.
Andou alguns minutos, mantendo uma pequena distância do grupo e os viu
entrar num salão enorme, quando ia entrando, o segurança Luidi, com toda
sua pose disse: “Onde você pensa que vai?” Assustado com aquele vozerão,
Diniz respondeu: “Quero saber o que é esse tchum”
Sem perder tempo, Luidi foi logo dizendo: “não não não, meu caro! Para
ver o Tchum temos uma senha, não é qualquer um que pode vê-lo. Se quiser
ver o Tchum amanhã, é necessário pagar uma quantia de R$50000,00. E
também precisa seguir a turma que virá vestida com um macacão preto e um
coelhinho azul, de pelúcia”

Diniz estranhou aquela história de coelhinho, macacão mas, concordou em
pagar o dinheiro e prometeu aparecer com a turma, no dia seguinte.

Na mesma hora, Diniz já aguardava-os na frente do prédio, vestido como
fora pedido e carregando nos braços o coelhinho. Lá vinha a turma:
“Queremos ver o Tchum! Queremos ver o Tchum!” Diniz foi logo
seguindo-os. Ao chegarem, todos entraram e o pobre Diniz foi barrado
por Luidi: “Desculpe-me, inesperadamente a senha mudou e a quantia
aumentou. Para ver o Tchum, você terá que voltar amanhã, mas com um
chapéu e havaianas amarelas e pagar agora R$100000,00”
Inconformado com aquilo, mas ao mesmo tempo curioso, Diniz pagou mais o
que lhe foi pedido e prometeu voltar com chapéu e havaianas amarelas.

No dia seguinte lá estava Diniz, chapéu e havaianas amarelas, menos
dinheiro no bolso pois Luidi já lhe tirara R$150000,00. Tudo para ver o
Tchum.
Lá vinha a turma, num coral com centenas de vozes: “Queremos ver o
Tchum! Queremos ver o Tchum!” Diniz juntou-se a eles e rezava para que
não fosse barrado na entrada do salão. Ao chegarem… Novamente todos
entraram e Luidi, com sua força e determinação, segurou o coitado do
Diniz e disse: “Novamente senha e quantia nova! Se amanhã quiser ver o
Tchum, venha com um cinturão de couro e botas pretas. Paga-me agora
R$150000,00.”
Já sem entender nada, mas morrendo de curiosidade, Diniz pagou o que
Luidi o pediu e prometeu aparecer no dia seguinte.

Lá estava ele, cinturão de couro e botas pretas, menos R$300000,00 no
bolso. Tinha certeza que naquele dia veria o Tchum.
O coral comandado por Luana vinha chegando, Diniz seguiu os passos
deles até o salão. Luidi encontrava-se na porta e Diniz gelou dos pés à
cabeça: “Suma, entre nesse salão e vá ver o Tchum!” Exclamou Luidi.

Numa felicidade inexplicável Diniz correu para dentro do salão e
cantava junto: “Queremos ver o Tchum! Queremos ver o Tchum!”
O local estava lotado, só se ouvia “Queremos ver o Tchum! Queremos ver
o Tchum!” As cortinas estavam fechadas e Diniz não via o momento do tal
Tchum chegar.

De repente abriram as cortinas e, no meio do palco havia um enorme
panelão quente. Vinha todo vestido de preto, Ezequiel, que com toda
força na voz perguntou: “Querem ver o Tchum?” E o povo gritava:
“Siiiiiiiiiiim! Queremos ver o Tchum!”
Novamente Ezequiel perguntou: “Têm certeza de que querem ver o Tchum?”
O povo desesperado: “Temos, queremos ver o Tchum”
Diniz já sem paciência gritava “Tchum! Tchum!”

Então, Ezequiel vira de costas e, quando volta está com uma pequena
xícara de água e, antes de jogar o conteúdo em qualquer lugar diz:
“Então vejam o Tchum!”
Jogou a água no panelão, que ao encontrar a superfície quente, fez:
“Tchum!”


Pois bem.. O Diniz prometeu, digamos assim.. “dar o troco”, só que isso
ele também prometeu pra mim a 3 anos com uma que aprontei pra ele, e até
agora o troco não veio, “to esperando ainda”, portanto…

Abração e leiam, se divirtam e principalmente, comentem!

Fernando

maio
12
Tempo de leitura: < 1 minuto

Oi turma!!!

Tudo bem??

Pois.. Achei aqui, nos meus velhos arquivos, também, uma coisinha muito
interessante.. Só faltou o bip do final.. Não sei quem fez, mas.. Eis a
saldação da secretaria eletrônica do Lula!! Recebi isso no início de
2003.. E só agora que fui me lembrar dele! Vocês vão reparar que a voz..
Ficou igualzinha!!! Existem muitas imitações “lulasticas” por aí, mas..
Essa eu respeitei…

Bom, vamos a ela:

Ouvir! Baixar!
Ouvir! Download da mp3!

Que tal??? Interessante, né?? E igualziiinho!!!

Digam o que acharam nos coments…

Abração!

Fernando

maio
01
Tempo de leitura: 2 minutos

Oi turma!!

Eu denovo aqui..

Agora.. Bom.. Falando em uma letra só, recebi isso do Dré, hoje, e
não podia deixar de compartilhar também esse com vocês, já que falamos
em uma letra só.. Vamos a ele:


O cara chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz: – Faz favor, firmeza, fineza fazer frango frito! – Pois
não, com quê, cavalheiro? – Farofa, feijão
e fritas. – Deseja beber alguma coisa? – Fanta. – Um pãozinho para esperar a refeição? – Faça fatiado. O garçom serve o
cliente inconformado com o fato dele falar
tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição. – Vai querer sobremesa? – Frutas frescas. – Tem alguma preferência?
– Figos Fatiados. Depois da sobremesa,
ainda curioso, o garçom pergunta: – O senhor deseja um café? – Forte Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas
perguntas: – E então, como estava
o cafezinho? – Frio, fraco, fedorento, formiguinhas flutuando no fundo e fazendo fofoca. Aí o garçom decide desafiá-lo a
fim de testar até onde ele vai. – Qual é
sua graça? – Fernando Fagundes Faria Filho. – De onde o senhor vem? – Fortaleza. – O senhor trabalha? – Fui ferreiro. –
Deixou o serviço? – Fui forçado. – Por que?
– Faltou ferro. – E o que o senhor fazia? – Ferrolho, ferradura, faca… ferragens. – O senhor torce por algum time? – Fui
Framengo… – E deixou de ser por que?
– Fez feio. – Qual é o seu time agora? – Fruminense. – O senhor é casado? – Fui. – E sua esposa? – Faleceu. – De que? –
Fome e frio. O garçom perde a calma e diz:
– Escute aqui, se você falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta. – Foi formidável,
figura. Fazendo fiado, fácil, fácil
fico freguês!O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita: – Ei, espere aí!, ainda falta uma palavra! O homem responde,
sem se virar: – Foda-se!


E então??? Não é tão uma letra só quanto o do Pedro Paulo pintor, mas..
Respeitei também.. E vocês? Digam nos comentários!!

Abração!

Fernando

maio
01
Tempo de leitura: 2 minutos

Oi turma!!

Pois.. Hoje tive de mandar esse texto pro Dré, e, resolvi
compartilhar ele com vocês… E agora vocês vão ver o poder da língua
portuguesa! Vamos a ele:


POUCO POLIDO PORTUGUÊS? POSSIVELMENTE PERFEITO.

“Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava
portas,paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu
pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para
poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para
Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.
Porém,pouco praticou, pois Padre Pafúncio pediu para pintar panelas,
porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para
pedir permissão para permanecer praticando pinturas, preferindo,
portanto, Paris. Partindo para Paris,passou pelos Pirineus, pois
pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos,porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos,
preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam
precipitar-se principalmente pelo Pico, pois pastores passavam pelas
picadas para pedirem pousada,provocando provavelmente pequenas
perfurações, pois, pelo passo percorriam,permanentemente, possantes
potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios
pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar
pobreza,precisaria percorrer pontos perigosos,pestilentos, perniciosos,
preferindo Pedro Paulo precatar-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo.Pensava poder prosseguir
pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento,
provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir
prontamente para Portugal.
Povo previdente! Pensava Pedro Paulo… Preciso partir para Portugal
porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos
portugueses.
Passando pela principal praça parisiense, partindo para Portugal,
pediu para pintar pequenos pássaros pretos.
Pintou, prostrou perante políticos, populares, pobres, pedintes.
– Paris! Paris! – proferiu Pedro Paulo – parto, porém penso pintá-la
permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai
Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu
prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para
prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso
percorrido pelo pai.
Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal.
Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: – Pediste
permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.
Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas
porcarias?
– Papai – proferiu Pedro Paulo – pinto porque permitiste, porém
preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar
perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos
pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para
praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram
pescar para poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo,
pegaram pacus, piaparas, pirarucus.
Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para
procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai
Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional
perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena
parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe
para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos.
Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando
prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas.
Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando…”

Permitam-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar
para pensar… Porra!


E então?? Que acharam?? Deve ter dado trabálho pro carinha que escreveu,
né??eeeeee… Aguardo os comentários!!!

Abração!!

Fernando

maio
01
Tempo de leitura: < 1 minuto

Oi turma!!

Tudo bom??

Pois é… Vasculhando mais uma vez nos meus arquivos, achei isso.. Foi
feito durante o período de propaganda política de 2002, e bom… Foi
divertido!! Até por que eu participei, vocês vão encontrar minha voz
lá..

A montágem foi feita pelo Diniz, e bom, tem vozes de várias pessoas…

Ah.. E que tal esse partido político?? Os outros prometem e não fazem..
Esse, pelomenos não promete!!!

Vamos a ele:

Ouvir! Baixar!
Ouvir! Download!

E então? Que tal a coisa?? Comentem e digam o que acharam!!!!

Abração!!

Fernando

abr
28
Tempo de leitura: 2 minutos

Oi turma!!

Tudo bom??

Aqui, tudo..

Pois é.. Recebi isso por e-mail do Dré, e não pude deixar de mandar…

Trata-se daqueles verbos que vem sofrendo modificações gramaticais por
conta da globalização, informatização, e outras “zações” mais…

Vamos ver o que vocês acham?
Ah.. Quem tem preguiça de ler, não tem problema, pode assistir aqui, e,
enquanto isso, ir lendo outros posts.. Quem quiser ler pra ser mais
rápido, vá em frente!

Vamos ao texto:


VERBOS NOVOS E HORR?VEIS

Ricardo Freire

Não, por favor, nem tente me disponibilizar alguma coisa, que eu não quero.
Não aceito nada que pessoas, empresas ou organizações me disponibilizem. É
uma questão de princípios. Se você me oferecer, me der, me vender, me
emprestar, talvez eu venha a topar. Até mesmo se você tornar disponível,
quem sabe, eu aceite. Mas, se você insistir em disponibilizar, nada feito.

Caso você esteja contando comigo para operacionalizar algo, vou dizendo
desde de já: pode ir tirando seu cavalinho da chuva. Eu não operacionalizo
nada para ninguém e nem compactuo com quem operacionalize. Se você quiser,
eu monto, eu realizo, eu aplico, eu ponho em operação. Se você pedir com
jeitinho, eu até implemento, mas operacionalizar, jamais.
O quê? Você quer que eu agilize isso para você? Lamento, mas eu não sei
agilizar nada. Nunca agilizei. Está lá no meu currículo: faço tudo, menos
agilizar. Precisando, eu apresso, eu priorizo, eu ponho na frente, eu dou um
gás. Mas agilizar, desculpe, não posso, acho que matei essa aula.

Outro dia mesmo queriam reinicializar meu computador. Só por cima do meu
cadáver virtual. Prefiro comprar um computador novo a reinicializar o
antigo. Até porque eu desconfio que o problema não seja assim tão grave. Em
vez de reinicializar, talvez seja o caso de simplesmente reiniciar, e
pronto.

Por falar nisso, é bom que você saiba que eu parei de utilizar. Assim, sem
mais nem menos. Eu sei, é uma atitude um tanto radical da minha parte, mas
eu não utilizo mais nada. Tenho consciência de que a cada dia que passa mais
e mais pessoas estão utilizando, mas eu parei. Não utilizo mais. Agora só
uso. E recomendo. Se você soubesse como é mais elegante, também deixaria de
utilizar e passaria a usar.

Sim, estou me associando à campanha nacional contra os verbos que acabam em
“ilizar”.

Se nada for feito, daqui a pouco eles serão mais numerosos do que os
terminados simplesmente em “ar”.

Todos os dias, os maus tradutores de livros de marketing e administração
disponibilizam mais e mais termos infelizes, que imediatamente são
operacionalizados pela mídia, reinicializando palavras que já existiam e
eram perfeitamente claras e eufônicas.

A doença está tão disseminada que muitos verbos honestos, com currículo de
ótimos serviços prestados, estão a ponto de cair em desgraça entre pessoas
de ouvidos sensíveis.

Depois que você fica alérgico a disponibilizar, como vai admitir, digamos,
“viabilizar”?

É triste demorar tanto tempo para a gente se dar conta de que
“desincompatibilizar” sempre foi um palavrão.

Precisamos reparabilizar nessas palavras que o pessoal inventabiliza só para
complicabilizar.

Caso contrário, daqui a pouco nossos filhos vão pensabilizar que o certo é
ficar se expressabilizando dessa maneira. Já posso até ouvir as reclamações:
“Você não vai me impedibilizar de falabilizar do jeito que eu bem
quilibiliser”.

Problema seu. Me inclua fora dessa.


E então??? Que tal o texto? Ou o vídeo? Eeeee… Digam o que acharam nos
comentários dessa coisa…

Abração e até a próxima!

Fernando

abr
28
Tempo de leitura: < 1 minuto

Oi turma!!

Bom, ainda alimentando a parte das “coisas de quem não tem nada pra
fazer” nesse blog, e, naturalmente, dando margem pra que elas façam
menos ainda… (ou mais??), trago agora, uma gravaçãozinha feita por não
sei quem, não sei onde, mas que.. Digamos assim:
Quem ainda não ouviu falar no jaws? Pois.. Pra quem não ouviu, resumindo
rapidamente, é um leitor de telas para windows.. Ou seja: Um cara que
pega tudo que o windows mostra na tela e transforma em voz…

Agora.. Imaginem que alguém resolveu pegar esse leitor de telas, e fazer
uma espécie de “conversa entre pai e filho” com ele! Ou seja: O jawsão
pai, conversando com o jawsinho filho,eeeee.. Vamos conferir:

Ouvir! Baixar!
Ouvir! Download!

E então??? Vê se pode um negócio desses né??? Aguardo os comentários!!!

Abração!!

Fernando

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