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“Existem quatro coisas na vida que não se recuperam:
– a pedra, depois de atirada;
– a palavra depois de proferida;
– a ocasião, depois de perdida e
– o tempo, depois de passado.” – Almodóvar


Oi turma!! Tudo bem??

Pois é.. Agora como vocês viram, comecei o post de uma forma
diferente… É que, na realidade, a gente as vezes fica perplexo com
algumas situações e mesmo tentando prever os acontecimentos de acordo
com a análise de fatos anteriores, tudo foge do controle e acontece de
forma absolutamente diferente do que a gente esperava…

Como por exemplo, eu aqui, 4 e 25 da manhã, cansado e com um monte de
coisas pra fazer; É de se supor que vou dormir, né? Mas.. Pois… Mesmo
estando cansado, e com coisas pra fazer amanhã, (ou seria hoje?), a
insônia me leva a vir nessa coisa aqui, escrever…

Pois… E o assunto desse post acho que já deu pra adivinhar, olhando
pelo início incomum que eu dei a ele, certo? Mas antes de “começar a
raciocinar”, e botar em prática a minha característica de “maluco-pensador”,
falando em perdas, ganhos, ETC… quero avisar pra a turma que gostava
e que andou me cobrando desde que sumiu, que o “som de fundo” e a foto,
que estavam nessa coisa, acabaram de voltar… Por incrível que pareça,
tive paciência pra criar de novo o código que não deixa o som da vinheta
de entrada tocar duas vezes, e já coloquei tudo lá… Só ainda não
coloquei os links pra download da MP3 da vinheta, e pra pular
diretamente às postagens. Se vocês, que tem a paciência pra ler essa
baboseira que eu escrevo por aqui, acharem necessário, coloco de novo…
Mas, em fim.. Falando em perdas, ganhos, ETC… Essa é uma das pequenas
coisas que eu havia perdido, e recuperei… (de uma forma ou de outra).

E é sobre isso que venho “tentar” falar, aqui nesse post. Esses dias
ainda, fui, como todos sabem, fazer uma viagem pra Gravatal. Lá, como
sabem também, tive a felicidade de conhecer muitas pessoas maravilhosas
e que me deram um incentivo muito grande, musicalmente falando. Com
certeza eu não gostaria de perder o contato de nenhuma delas; Mas,
obviamente, com algumas isso sempre acaba acontecendo. O importante é a
marca positiva que elas deixam em nossa vida…

Algumas dessas pessoas, obviamente, eu cuidei de pegar contatos: Nome,
telefone, endereço, planeta, ETC… O SR.David, por exemplo, que vocês
devem ter visto a crônica que escreveu sobre mim; E também algumas
outras pessoas, (inclusive, algumas delas muito especiais)…

O interessante é que as vezes, a mente da gente não age na velocidade
que deveria, e agente sempre acaba esquecendo de pegar o contato de
alguém que deveria ter pego. E, obviamente, as vezes também, mesmo que
por poucos momentos de convivência, a marca positiva que algumas dessas
pessoas deixaram na gente fazem com que o arrependimento venha e nos
traga uma tristeza bem chatinha, inclusive por pensar que “nunca mais
vamos encontrá-las”… E isso realmente aconteceu; Eu, que tenho a mania
“gravacional” que todo (ou quase todo) o cego tem, registrei alguns
desses ótimos momentos lá nas águas de Gravatal. E, obviamente, ouvi a
voz (bem no fim da gravação) de uma dessas pessoas que não havia pego o
contato mas havia dado a ela um cartão, com meu e-mail, telefone, ETC…
E, naturalmente, pensava que nunca mais iria encontrá-la, quando de
repente me aparece um e-mail esquisito adicionado no meu MSN… Eu
aceitei, é claro, (afinal se fosse alguém mais esquisito que o e-mail eu
poderia remover e bloquear depois), e, a surpresa veio quando era
exatamente essa pessoa que eu pensava que “nunca mais iria encontrar”…
Daí, claro, entra também em jogo o interesse dela em me procurar, (o que
agradeço por ela ter tido), mas o que realmente importa é: Por que não
fui eu que tomei a iniciativa, se podia ter feito isso? É óbvio que o
fato de ela ter pego meu cartão, e depois me procurado, (uma iniciativa
dupla), pode propiciar o reencontro; Mas mesmo assim… Por que deixar
para depois, algo que pode ser feito agora? E eu, sinceramente, tenho as
vezes essa mania. As vezes por timidez em excesso, as vezes por
comodismo mesmo, em fim.. Talvez até por outros fatores; Mas já por
diversas vezes senti na pele o quanto custa o “deixar para depois”… É
claro que, como diz o texto do cabeçalho desse post:
“Existem quatro coisas na vida que não se recuperam:
– a pedra, depois de atirada;
– a palavra depois de proferida;
– a ocasião, depois de perdida e
– o tempo, depois de passado.”… Contudo, mesmo que o resto se poça
recuperar, de uma forma ou de outra, sempre pode demorar mais do que
esperamos, ou até mesmo vir de forma diferente da qual desejamos;
Portanto, nada melhor que “agir, e agora”, ao invés de deixar as coisas
correrem por si e fazer com que o tempo decida as nossas vidas, e não
a gente interferir no tempo pra manipular nosso futuro de acordo com
nossos ideais. É claro que, (como pretendo comentar aqui em um outro
post), nossa vida não se faz somente de nossa vontade e de nossas
escolhas; Mas a parte que cabe somente a nós, não tem por que não
“assumir o controle”.

E eu já posso dizer que aprendi essa lição, (recentemente…). Por
exemplo, ainda falando no Gravatal e suas conseqüências: Mesmo com todas
as promessas e com todo o incentivo que recebi por lá, ao invés de
“parar e esperar que as coisas venham”, como costumava fazer, estou
“buscando-as”, e tomando providências pra que elas venham o quanto
antes…

E, falando em providências, como vocês viram, hoje não fiz muito rodeio,
(como é o costume) e deixei “campo aberto” pra criar diversos outros
assuntos no futuro, nessa coisa. Mas são exatamente 5 e 14 da madrugada,
e algo me diz que eu devo conversar com o travesseiro, mesmo que seja
por pouco tempo, (afinal, tenho coisas pra fazer “hoje” que não posso
empurrar pra depois). Creio que ele esteja querendo me falar algumas
coisas “sonhisticas”, e por isso, vou indo, e, como sempre, aguardo os
coments…

Abração e vejo vocês nos comentários!!!

Fernando

4 Responses to “Sem título, pois não achei um condizente com o texto…”

  1. Vc sabe quem
    março 10th, 2008 at 14:07 | #1

    Nando,

    Agora só existem 2 coisas na vida que não se recupa, já que você recuperou:
    – a ocasião, depois de perdida e
    – o tempo, depois de passado.

    E também tem o UNIVERSO que conspira a nosso favor, nos dando novas chances e infinitas possibilidades.

    Bem que queria te dar um CASCUDÃO agora.

  2. março 10th, 2008 at 15:15 | #2

    Aa, não… As outras duas coisas, “a pedra e a palavra”, continuam
    exatamente onde estão.. A lei da substituição não funciona aqui, e
    também nada muda essas duas coisas, recuperando ou não seja lá o que
    for…

    O que acontece é que algumas dessas coisas as vezes estão associadas a
    outros elementos mais fortes, e que são absolutamente recuperáveis, seja
    da forma que for. Por exemplo: A ocasião, não se recupera, mas a marca
    que deixamos nas pessoas (e que elas deixam em nós) vai fazer com que,
    se forte o suficiente, se crie outra ocasião; O tempo (normalmente) não
    tem como voltar atrás, mas podemos aproveitar o tempo corrente, seja
    como for, pra criar novas oportunidades e, a partir delas, modificar
    nosso futuro de acordo com nossos ideais…

    Um cascudo duplo!!Eeee..

    Fernando

  3. Você sabe quem
    março 21st, 2008 at 14:31 | #3

    Fernando…

    Quando você desapartece no meu mundo, até entendo, mas quando desaparece do Blog, fico preocupada.

    Tá tudo bem?? Algo errado?

    Posso ajudar??

    Cascudos

  4. março 21st, 2008 at 16:25 | #4

    Ooi Lu!!

    Não, não é problema não, até tentei te chamar a pouco no skype… O
    problema é q além de ter tido uma semana maluca, eu só visito essa coisa
    aqui pra postar quando tenho algo interessante pra dizer e paciência pra
    postar.. E eu até tenho algumas histórias pra contar, só que tava
    faltando saco pra escrever,eee.. Hoje acho que resolvo isso e venho por
    aqui mais uma vez..

    Beijo e cascudo..

    Fernando

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