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Archive for março, 2008

mar
28

Oi turma!!

Pois… Estou cheio de novidades, mas vamos uma de cada vez, “uma em
cada post”… Pra começar, trago aqui o prometido texto sobre o voto
facultativo; Entrei em contato com o Pedro Cardoso da Costa, e,
obviamente, ele me enviou. Como acho que é um assunto do interesse
geral, aqui está e vamos discuti-lo. Vamos ao texto:


VOTO FACULTATIVO

Eleição após eleição ouve-se falar sempre que o cidadão deve votar consciente, exercendo bem a cidadania e por conseqüência fortalecendo a Democracia. A
recomendação mais incisiva vem da imprensa; mas políticos e até a própria Justiça Eleitoral incentivam a conscientização sobre a importância de votar apenas quando
os pleitos estão próximos.
Esse equívoco é histórico, e vai se perpetuando. O argumento dos que defendem a permanência da obrigatoriedade limita-se e se esgota na tese, absurdamente
retrógrada, de que o brasileiro não sabe votar e é desinteressado pela política. Pode ser que o fato de ser forçado aumente a presença dos votantes, mas não aumenta
a legitimidade dos eleitos, pois quem vota apenas para cumprir seu dever não se interessa pela escolha do candidato, não participa das decisões após o pleito, dando
por completa a sua cidadania apenas com seu comparecimento às urnas.
O que deveria ser cobrado, e não é, seria o envolvimento da sociedade nas decisões administrativas dos eleitos. A começar por debates nas escolas de ensino
básico sobre as atribuições de cada Poder. A discussão didática se limita em dizer que o Poder Legislativo faz leis; o Executivo as executa; e o Judiciário força
o cumprimento. Um debate alienista e superficial e por demais incompleto. Uma participação efetiva poderia ser através do acompanhamento de um projeto de lei nas
Câmara e Senado Federais por um grupo de pessoas, presença nas votações das assembléias estaduais e nas câmaras municipais, por exemplo, ajudaria na conscientização
de como o parlamentar vota e como o dinheiro seria gasto. Visitas nestas casas demonstrariam os gastos desnecessários com futilidades. Simulações poderiam ser feitas
nas escolas. Isso, sim, contribuiria para o aperfeiçoamento da cidadania.
Muito mais distorcida é a destinação do dinheiro arrecado com multas por deixar de votar. Esse dinheiro vai para o chamado fundo partidário, que repassa
aos partidos políticos. Ora, os partidos são pessoas de Direito Privado, como outra qualquer, ao receber dinheiro de arrecadação pública, fere no mínimo a razoabilidade,
o bom-senso. Pouquíssimas pessoas sabem quanto se arrecada e nenhuma sabe dessa destinação. Seria muito mais justo o repasse a entidades de interesse social mais
relevante.
O Brasil tem tradição em ser o último a acabar com os absurdos. Foi assim com a escravidão que, seja justo, ainda continua, haja vista as mortes dos fiscais
do Trabalho em Unaí.
Com a obrigatoriedade do voto ocorre o mesmo. Não se lê nada nos editoriais dos jornais; não se ouve nenhum democrata falar nisso no rádio nem na televisão;
nenhum jornalista escreve sobre; não se sabe a posição de nenhum famoso a respeito, mesmo daqueles que são remunerados para falar bem ou mal de candidatos, e para
ter medo de outros. No Brasil o que é normal, razoável, regra, é exceção, e com os denominados formadores de opinião não poderia ser diferente. Eles são dolosa ou
inconscientemente coniventes, muito mais comprometidos em manter e eternizar a mediocridade do diminuto grupo político-administrativo do que com a Sociedade como
um todo. Dos atuais políticos só se pode esperar o que nos têm oferecido: muitas falcatruas, compra de parlamentares tupiniquins e desculpas imbecis pelo que nem
a eternidade tem sido suficiente para fazerem. Apesar de intolerável por caracterizar, no mínimo, atraso de civilidade, o voto obrigatório ainda não é visto como
um problema. Neste aspecto o Brasil está atrás de Bolívia e do Haiti.
Escrevi o primeiro texto sobre o fim do voto obrigatório em 1998. Somente o falecido Roberto Campos escreveu dois artigos no mesmo sentido.
O fim do voto obrigatório se faz imperioso até para tornar coerente a defesa decantada da democracia. Tornar um eleitor consciência tem se limitado em informar-lhe
a cor certa do botão que deva apertar na urna eletrônica. Elementar: não há democracia onde o voto é obrigatório! Eu nunca vou desistir.
Pedro Cardoso da Costa – Bel. Direito
Interlagos – SP


Pois então, gente? Infelizmente, não é a toa que quase ninguém quis
defender esse texto publicamente… Vou deixar pra expor minha opinião
completa sobre isso apenas depois que vierem alguns comentários, mas,
pra começar, não são os governantes que fazem o Brasil andar, e sim, nós,
brasileiros… Se o país vai mal, em parte somos responsáveis, por
exercermos nosso direito de cidadão apenas na urna e por obrigação, e
depois entregar tudo nas mãos daqueles que elegemos sem lembrar que se
não fossemos nós, eles não estariam lá; E por isso temos o direito de
cobrar…

Bom, por enquanto era isso; Em breve trago o texto sobre o voto
obrigatório, que o autor mensiona. Mas antes tenho mais umas coisinhas
pra falar, e uma viagem pra fazer.. Me aguardem!!

Abração e fico por aqui…

Fernando

mar
24

Oi turma!!

Pois.. Tirando o atraso, aqui vai mais um texto do Pedro Cardoso da
Costa, sobre certos governantes que quando “assumem o poder” tem um
determinado padrão financeiro e quando o deixam, bom, “por alguma rasão
esquisita”, estão 3 ou 4 vezes mais ricos que o que eram antes… Vamos
ao texto, e deixo o comentário para vocês…


Cidade Pobre X Prefeito Rico

Há dez anos escrevi um texto em defesa do voto facultativo. Uma década depois, quase ninguém o defendeu publicamente. O contra-senso é quase todos atribuírem
às reformas a solução de todas as mazelas políticas.
As eleições continuam sendo realizadas a cada dois anos. Uma serve de trampolim ao político da vez à eleição seguinte. O cidadão continua pagando pela propaganda
política gratuita no rádio e na televisão, à base de compensação de impostos.
A partir de determinado período deste ano, todos se encherão mais uma vez com as mensagens chatas, sem conteúdo algum, de pretensos candidatos que, além
de nem saberem falar corretamente, vão repetir exaustivamente os velhos clichês e as promessas bestiais de sempre.
Os candidatos farão declaração de bens e rendimentos junto aos respectivos pedidos de registro. Os eleitos, depois de quatro anos, duplicarão, quadruplicarão
seus bens, sem nenhuma outra atividade, apenas com o salário de prefeito. Alguns, praticamente sem nenhum bem na apresentação do registro, se tornarão fazendeiros,
empresários de emissoras de rádio e agência de revenda de automóveis de luxo. Essa ascensão é corriqueira, de conhecimento público, notório e generalizado.
Nas campanhas, prometerão tudo a todos, porque os eleitores votam nos candidatos que prometem mais. Trata-se de um círculo vicioso. Sem promessa fantasiosa,
o candidato não se elege. Como promete a todos, depois de eleito não tem como cumprir. Aí, os eleitores não contemplados são os primeiros a malhar o político que
elegeram.
De início, os prefeitos colocarão nos postos de direção, trarão para perto os servidores bajuladores, mesmo sem nenhuma competência. Mandarão para muito
longe funcionários excepcionais apenas por terem sido adversários políticos. Eis a principal ação de todos os prefeitos, em especial de cidades pequenas. Nas cidades
do Nordeste, a grande realização de cada prefeito é trazer, a preço de outro, uma banda de forró famosa para animar o São João de sua cidade. Por conta das despesas
com essas bandas, hospitais ficam sem esparadrapo, aulas são ministradas em currais de gado; alunos são transportados em espeluncas de ônibus; merenda escolar fica
no imaginário de alguns. A mudança de priorização virá quando as pessoas perceberem que essas ações não são por fatalidade. E as autoridades, especialmente o Ministério
Público, intercederem para exigir a penalização criminal por omissão de prefeitos, quando morrerem pessoas por falta de remédio, de equipamentos adequados e de médicos,
em função de priorizarem festas à Saúde.
A mudança mais perceptível é do patrimônio do prefeito eleito, que compra logo carrões, muitos importados. A cada ano sua riqueza se amplia a ponto do
município não comportá-la e expande a outros. Até agora, com tantos órgãos oficiais de fiscalização, não se tem notícia de nenhum condenado por enriquecimento sem
causa, com devolução do dinheiro ao Erário Público. Os mais renomados, como Orestes Quércia e Newton Cardoso, tornam-se capa da revista Veja. Os prefeitos de pequenas
e paupérrimas cidades guardam reservas para se tornarem deputados, quando reabrem as portas de suas residências aos seus munícipes. Os eleitores guardam os votos
para vendê-los literalmente ou trocá-los por outras promessas na próxima eleição. E viva o povo brasileiro!

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
Bel. Direito


E então? Detalhe: Estou tentando conseguir com o autor o texto que fala
sobre o voto facultativo, seria um assunto interessante pra a gente
discutir por aqui; assim que o conseguir, trago ele pra cá…

Abração e aguardo os comentários! Deixo pra botar minha opinião sobre o
assunto assim que eles vierem…

Fernando

mar
22

Pois é, gente.. E botando em dia os textos, trago aqui mais um que fala
um pouco sobre certos dinheiros gastos a mais (e de mais) em certos
cartões de crédito por aí..

Deixo os comentários pra vocês, vamos ao texto:


CPI DA TAPIOCA

O cartão corporativo foi criado para desburocratizar gasto com pequenas
despesas emergenciais dos servidores públicos federais. O que era para ser
uma facilidade virou armação para aproveitadores oportunistas, seguindo a
linha brasileira de oportunismo explícito,. O ápice da polêmica está na
tapioca que o ministro pagou com cartão. Não por ser tapioca, mas por que
pagou numa cidade onde não deveria.

Como pretendem que não dê em nada, criou-se uma comissão parlamentar de
inquérito para investigar o uso dos cartões. Todos fingirão que reprovam os
desvios com cartão e a farra continua.

Terminaram por distorcer a questão principal do abuso com o uso dos cartões.
Não se trata do valor, pois o dinheiro público tem que ser gasto como se
deve, independente do valor. Depois, os gastos são baixos somente comparados
a outros desvios gigantescos. O fato básico é que a maioria dos servidores e
agentes públicos lida com o dinheiro da sociedade como se fosse deles
individualmente.

Com os mais de cem mil pagos de táxi pela ministra da igualdade social –
haja igualdade! – daria para criar algumas bibliotecas simples em cidades e
vilarejos deste país. Mas isso não tem relevância diante da importância da
educação perante o conforto dos carros para cargo tão relevante!

O conceito de ética definido pelos altos escalões de Brasília, acompanhados
por grande parte da mídia, corresponde aos reais gastos indevidamente. Um
ministro que paga tapioca com cartão palaciano de forma indevida deveria ser
considerado a anta de todos, como Lula é de Diogo Mainardi. Pois, com tantos
bajuladores, qualquer um pagaria do próprio bolso. Mas a questão é de
princípios éticos. Relevante é saber que dinheiro público deve ser gasto com
algo de interesse público. Princípio legal que o Ministério Público deveria
mover ação sempre que ele fosse infringido. Mas, de novo, Brasília vai ter
que criar um manual para explicar a seus gestores de que dinheiro do povo
deve ser gasto em prol da população. Enquanto houver essa necessidade,
definitivamente este país vai continuar sendo que o que é: um covil de
pilantras sugando essa sofrida população. A dengue generalizada no Rio de
Janeiro só comprova.

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP

Bel. Direito


E então? Aguardo os coments…

Abração e até a volta, (daqui a pouco)…

Fernando

mar
22

Oi pessoal!

Pois.. Eu havia perdido o contato com o Pedro Cardoso da Costa, (lembram
dos textos dele?).. E agora recuperei… E tenho muita coisa nova dele
pra postar… Algumas vou comentar antes, outras não; Sabem como é…
Quando não se tem o que falar ou se tem pouco conhecimento sobre o
assunto, melhor não falar nada…

Mas.. Vamos ao que interessa: Vocês lembram Desses questionamentos aqui?
Pois.. Agora eu trago mais alguns pra a gente discutir… É pena que
haja a necessidade de eles serem feitos… Vamos a eles então:


Será Por quê!

1. Só os políticos e policiais brasileiros enriquecem com salários iguais aos de outras pessoas, que não conseguem a mesma
proeza? E nenhum órgão dês fiscalização
os pegam?

2. Milhões de brasileiros fumam e a rua é o cinzeiro de todos?

3. Os jornais, revistas não destinam uma coluna aos leitores comuns, e sempre afirmam que estes são seus principais clientes?

4. Todo prefeito consegue enriquecer num mandato ou em dois?

5. Os defensores dos pobres atribuem os crimes exatamente a estas pessoas?

6. Como se explica muitos afirmarem que a violência ocorre por falta de “Deus”, sendo o Brasil é o maior país católico do
Mundo?

7. Quase todos os professores incentivam aos alunos faltarem em dias úteis para emendar feriados?

8. As autoridades só tomam iniciativas após os desastres, ou depois de denúncias da imprensa, como a falsificação do leite?

9. Quanto mais se combate, mais o analfabetismo se eterniza?

10. Com mais cem mil políticos, nenhum deles enxerga ou reconhece algum problema social?

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
Bel. Direito


Bom… Só “defendendo o meu lado”, já que ele mencionou a violência ser
justificada por alguns devido à falta de “Deus”: Acho que já até
mencionei isso em um outro post mas por auto, vamos então ser práticos,
breves e ir direito ao assunto agora:
Realmente a falta ou não de Deus não justifica a violência, mas se a
gente for pensar, o Brasil ser o maior país católico do mundo não quer
também dizer que todos estejam seguindo os ensinamentos de Jesus Cristo,
afinal, uma religião, por si, não faz ninguém melhor, e todo mundo pode
ser hipócrita em qualquer uma, seja lá qual for; Em breve ainda vou
escrever um post sobre isso, mas adianto que religião não dá carteirinha
de bondade e retidão a ninguém.. Conheço milhares de pessoas que,
inclusive, não seguem religião nenhuma e não ficam indo a igreja todos
os domingos e falando de Jesus Cristo pra cá, bíblia pra lá, ETC.. E são
pessoas ótimas.. E já conheci também pessoas que se diziam católicas,
evangélicas, e ficavam de por que a bíblia diz isso, Jesus Cristo
Aquilo, e por que a igreja sei lá o que mais… E quando a gente iria
ver, tinham “outra cara por traz da que mostravam”…

Bom, mas também falo sobre isso num próximo post… Agora tem muita
coisa pra trazer pra “essa coisa aqui”…

Abração e até as próximas! (Que podem ocorrer ainda hoje)…

Fernando

mar
11

Oi turma!!

Tudo bem?

Pois.. Comigo tudo…

Por acaso vocês se lembram desse post aqui? Pois.. Se não lembram,
é hora de reler e lembrar… Motivo? Lembram que eu trouxe uma montagem
do Ezequiel sobre a História de Maria Quitéria? Pois.. Essa era uma
versão resumida da coisa; E agora ele me passou a versão completa, feita
pelo pessoal do estudiozéro, com seus próprios efeitos e jeito de
montar…
A “radionovela” tem 5 capítulos, e cada um mais envolvente que o outro,
na minha opinião… Os efeitos e as falas são tão perfeitas, que agente
parece estar no campo de treinamento lá com os soldados, ou até mesmo,
no meio do fogo na batalha… Mas.. Deixo para vocês ouvirem, e dizerem
(nos comentários dessa coisa), o que acharam… Vamos diretamente a
coisa então e chega de enrolação:

Número CAP. Ouvir Download da MP3
Capítulo 01 Ouvir Download da MP3
Capítulo 02 Ouvir Download da MP3
Capítulo 03 Ouvir Download da MP3
Capítulo 04 Ouvir Download da MP3
Capítulo 05 Ouvir Download da MP3

E então? Que tal? O negócio é uma verdadeira “viagem no tempo”, né? Bom,
quem quiser saber mais sobre a História de Maria Quitéria, no post que
eu indico ao início desse tem links pra 2 documentos bem
interessantes… Entrem lá e leiam.

Bom, fico por aqui e aguardo os comentários dessa coisa…

Abração e até a próxima!!

Fernando

mar
11

Oi turma!!

Pois.. Como sempre depois de algo sério, venho aqui bagunçar essa coisa
na seção de humor.. Esse texto recebi da Duda, que ainda não tem página
na web pelo que eu sei por isso não posto o link aqui, mas.. Assim que
li tive de trazer pra cá.. Leiam, e me digam o que acharam… Vamos a
ele:


País do PC

Coincidência ou não, mas desde o descobrimento, o Brasil é um
país ligado a PC .

01. Foi descoberto por PC (Pedro Cabral);

02. A primeira carta foi escrita por PC (Pero Caminha);

03. É conhecido como PC (País do Carnaval);

04. No Rio, a sede do governo era no PC (Palácio do Catete);

05. Atualmente, a sede do governo é no PC (Planalto Central);

06. Recentemente foi governado por um PC (Presidente Collor);

07. Que se apaixonou por um belo par de PC (Pernas da Cunhada);

08. E que estava envolvido com um outro PC (PC Farias);

09. Que foi denunciado por um outro PC (Pedro Collor);

10. E nós, PC (Pobres Coitados), enquanto outros PC
(Políticos Corruptos) acham que aqui é um PC-2 (País do
Caixa-dois)!!!

11. Ainda mais, hoje, sendo governado por um outro PC (Pé de
Cana)*


E então?? Eeitha que monte de verdades, né? Infelizmente…

Abração e aguardo os coments…

Fernando

mar
10

“Existem quatro coisas na vida que não se recuperam:
– a pedra, depois de atirada;
– a palavra depois de proferida;
– a ocasião, depois de perdida e
– o tempo, depois de passado.” – Almodóvar


Oi turma!! Tudo bem??

Pois é.. Agora como vocês viram, comecei o post de uma forma
diferente… É que, na realidade, a gente as vezes fica perplexo com
algumas situações e mesmo tentando prever os acontecimentos de acordo
com a análise de fatos anteriores, tudo foge do controle e acontece de
forma absolutamente diferente do que a gente esperava…

Como por exemplo, eu aqui, 4 e 25 da manhã, cansado e com um monte de
coisas pra fazer; É de se supor que vou dormir, né? Mas.. Pois… Mesmo
estando cansado, e com coisas pra fazer amanhã, (ou seria hoje?), a
insônia me leva a vir nessa coisa aqui, escrever…

Pois… E o assunto desse post acho que já deu pra adivinhar, olhando
pelo início incomum que eu dei a ele, certo? Mas antes de “começar a
raciocinar”, e botar em prática a minha característica de “maluco-pensador”,
falando em perdas, ganhos, ETC… quero avisar pra a turma que gostava
e que andou me cobrando desde que sumiu, que o “som de fundo” e a foto,
que estavam nessa coisa, acabaram de voltar… Por incrível que pareça,
tive paciência pra criar de novo o código que não deixa o som da vinheta
de entrada tocar duas vezes, e já coloquei tudo lá… Só ainda não
coloquei os links pra download da MP3 da vinheta, e pra pular
diretamente às postagens. Se vocês, que tem a paciência pra ler essa
baboseira que eu escrevo por aqui, acharem necessário, coloco de novo…
Mas, em fim.. Falando em perdas, ganhos, ETC… Essa é uma das pequenas
coisas que eu havia perdido, e recuperei… (de uma forma ou de outra).

E é sobre isso que venho “tentar” falar, aqui nesse post. Esses dias
ainda, fui, como todos sabem, fazer uma viagem pra Gravatal. Lá, como
sabem também, tive a felicidade de conhecer muitas pessoas maravilhosas
e que me deram um incentivo muito grande, musicalmente falando. Com
certeza eu não gostaria de perder o contato de nenhuma delas; Mas,
obviamente, com algumas isso sempre acaba acontecendo. O importante é a
marca positiva que elas deixam em nossa vida…

Algumas dessas pessoas, obviamente, eu cuidei de pegar contatos: Nome,
telefone, endereço, planeta, ETC… O SR.David, por exemplo, que vocês
devem ter visto a crônica que escreveu sobre mim; E também algumas
outras pessoas, (inclusive, algumas delas muito especiais)…

O interessante é que as vezes, a mente da gente não age na velocidade
que deveria, e agente sempre acaba esquecendo de pegar o contato de
alguém que deveria ter pego. E, obviamente, as vezes também, mesmo que
por poucos momentos de convivência, a marca positiva que algumas dessas
pessoas deixaram na gente fazem com que o arrependimento venha e nos
traga uma tristeza bem chatinha, inclusive por pensar que “nunca mais
vamos encontrá-las”… E isso realmente aconteceu; Eu, que tenho a mania
“gravacional” que todo (ou quase todo) o cego tem, registrei alguns
desses ótimos momentos lá nas águas de Gravatal. E, obviamente, ouvi a
voz (bem no fim da gravação) de uma dessas pessoas que não havia pego o
contato mas havia dado a ela um cartão, com meu e-mail, telefone, ETC…
E, naturalmente, pensava que nunca mais iria encontrá-la, quando de
repente me aparece um e-mail esquisito adicionado no meu MSN… Eu
aceitei, é claro, (afinal se fosse alguém mais esquisito que o e-mail eu
poderia remover e bloquear depois), e, a surpresa veio quando era
exatamente essa pessoa que eu pensava que “nunca mais iria encontrar”…
Daí, claro, entra também em jogo o interesse dela em me procurar, (o que
agradeço por ela ter tido), mas o que realmente importa é: Por que não
fui eu que tomei a iniciativa, se podia ter feito isso? É óbvio que o
fato de ela ter pego meu cartão, e depois me procurado, (uma iniciativa
dupla), pode propiciar o reencontro; Mas mesmo assim… Por que deixar
para depois, algo que pode ser feito agora? E eu, sinceramente, tenho as
vezes essa mania. As vezes por timidez em excesso, as vezes por
comodismo mesmo, em fim.. Talvez até por outros fatores; Mas já por
diversas vezes senti na pele o quanto custa o “deixar para depois”… É
claro que, como diz o texto do cabeçalho desse post:
“Existem quatro coisas na vida que não se recuperam:
– a pedra, depois de atirada;
– a palavra depois de proferida;
– a ocasião, depois de perdida e
– o tempo, depois de passado.”… Contudo, mesmo que o resto se poça
recuperar, de uma forma ou de outra, sempre pode demorar mais do que
esperamos, ou até mesmo vir de forma diferente da qual desejamos;
Portanto, nada melhor que “agir, e agora”, ao invés de deixar as coisas
correrem por si e fazer com que o tempo decida as nossas vidas, e não
a gente interferir no tempo pra manipular nosso futuro de acordo com
nossos ideais. É claro que, (como pretendo comentar aqui em um outro
post), nossa vida não se faz somente de nossa vontade e de nossas
escolhas; Mas a parte que cabe somente a nós, não tem por que não
“assumir o controle”.

E eu já posso dizer que aprendi essa lição, (recentemente…). Por
exemplo, ainda falando no Gravatal e suas conseqüências: Mesmo com todas
as promessas e com todo o incentivo que recebi por lá, ao invés de
“parar e esperar que as coisas venham”, como costumava fazer, estou
“buscando-as”, e tomando providências pra que elas venham o quanto
antes…

E, falando em providências, como vocês viram, hoje não fiz muito rodeio,
(como é o costume) e deixei “campo aberto” pra criar diversos outros
assuntos no futuro, nessa coisa. Mas são exatamente 5 e 14 da madrugada,
e algo me diz que eu devo conversar com o travesseiro, mesmo que seja
por pouco tempo, (afinal, tenho coisas pra fazer “hoje” que não posso
empurrar pra depois). Creio que ele esteja querendo me falar algumas
coisas “sonhisticas”, e por isso, vou indo, e, como sempre, aguardo os
coments…

Abração e vejo vocês nos comentários!!!

Fernando

mar
10

Oi turma!

Pois.. Depois de um post daqueles que arranca os pensamentos da gente
pra preparar, trago aqui mais uma coisinha light na seção de humor… É
claro que os professores de português de plantão, leitores dessa coisa
aqui, vão querer a minha cabeça, mas, em lugar disso, eu peço pra que em
vez da minha, arranquem a do cara que juntou essas “pérolas
redacionísticas”… Detalhe: Vocês vão ter que procurar, por que eu não
sei quem foi… Quem me passou isso foi o Dré, mas se vocês
estiverem pensando em arrancar a cabeça dele por q eu falei isso, eu
digo pra que pensem duas vezes, afinal ele não tem nada a ver com isso,
só me passou o negócio…

Vamos a ele então:


1. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, conforme deve ser do conhecimento de V. As.
Outrossim, tal prática advém de
esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.

2. Frases com apenas uma palavra? Corta!

3. Evite abrev., etc.

4. Não abuse das citações. Como costumava dizer meu pai: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.

5. Frases incompletas podem causar

6. A voz passiva deve ser evitada.

7. Seja mais ou menos específico.

8. Anule aliterações altamente abusivas.

9. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.

10. Quem precisa de perguntas retóricas?

11. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes, isto é, basta mencionar cada argumento
uma só vez. Em outras palavras,
não fique repetindo a mesma idéia.

12. Não abuse das exclamações! Seu texto fica horrível! Sério!

13. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar repetitiva. A repetição vai fazer com que a palavra seja
repetida.

14. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação

15. Evite frases exageradamente longas, por dificultarem a compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por
conterem mais de uma idéia central,
o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-las e seus componentes diversos,
de forma a torná-las compreensíveis,
o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular pelo uso de frases mais
curtas.

16. “não esqueça das maiúsculas”, como já dizia carlos machado, meu professor lá do colégio santa ifigênia, em salvador,
bahia.

17. Palavras de baixo calão podem transforma seu texto numa “!@#$%#@

18. Cuidado com a orthographia, para nao estrupar a língua.

19. Seja seletivo no emprego de gíria, bicho, mesmo que sejam maneiras. Sacou, galera?

20. Nunca use siglas desconhecidas, conforme recomenda a A.G.O.P.

21. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.

22. Seja incisivo e coerente. Ou talvez seja melhor não…

23. Exagerar é 100 bilhões de vezes pior do que a moderação.

24. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.

25. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”

26. Nunca generalize: generalizar é sempre um erro.

27. Estrangeirismos estão out, palavras de origem portuguesa estão in.


E então? Dá vontade de matar mesmo né? Mas fazer o que… Tem coisas
piores… Ainda trago elas aqui… Coisas que saem, digamos assim, em
certos vestibulares perdidos e que eu andei recebendo.. É só eu achar
que boto aqui… Não sei se essa também veio de vestibulares, mas… De
qualquer forma, “eitha coisa cruel”!!!

Fui!!! E aguardo os comentários.

Fernando

mar
09

Oi turma!!

Tudo bem??

Pois… Comigo tudo… Agora que tenho um servidor decente pra fazer
esse tipo de coisa, (como streaming on demand e coisas do tipo), trago
para vocês um cd gravado com o Ricardo, (o mesmo que me passou aquele
material do Wilmutt e que gravou comigo aquela música que está na seção
de humor dessa coisa, a “Amigo Punk”).

O nome do CD é “Finalmente, após 2 anos”, e o motivo? A gente passou dois
anos naquela coisa de “vamos fazer um cd,…” e nada do cd sair. Daí,
num dia de “revorta interior”, no inverno de 2003, a gente pegou e fez o
cd duma vez e ele está aí… Gravação caseira, mas as músicas na minha
opinião ficaram legais… De qualquer forma, vocês ouçam, e digam o que
acharam nos comentários dessa coisa… Vamos a ele então:

Número Nome Ouvir Download da mp3
01 A rosa Ouvir Download da MP3
02 Gente humilde Ouvir Download da MP3
03 A hora do trem passar Ouvir Download da MP3
04 Io che amo solo te Ouvir Download da MP3
05 Trem das cores Ouvir Download da MP3
06 Clave de lua Ouvir Download da MP3
07 A rota do indivíduo (ferrugem) Ouvir Download da MP3
08 Besa-me mucho Ouvir Download da MP3
09 O mundo é um moinho Ouvir Download da MP3
10 Três cores da pampa Ouvir Download da MP3
11 Maninha Ouvir Download da MP3

Detalhe: Cada música é 1 que canta, por exemplo: A 1 é o Ricardo, a 2
sou eu, a 3 é ele, e assim alternadamente…

Espero que gostem do brinquedo! E comentem, principalmente… Levei uma
hora e meia pra organizar esse negócio, (somando tudo) e se ele ficar
com 0 comentários ou até mesmo poucos, suspendo a seção de humor dessa
coisa de novo… Além de suspender esse tipo de post também.. E o
motivo, vocês já sabem, quem ainda não sabe, leia esse post aqui,
e vai entender…

Bom, fico por aqui e espero que gostem do brinquedo.. Em breve irei
trazer mais músicas minhas pra cá…

Abração e agente se fala… (pelos comentários!)

Fernando

mar
05

Oi turma!!

Tudo bom?

Pois.. Aqui tudo…

E parece que a mudança de endereço deu certo né? Por que ninguém
comentou nada, reportando bug, nem nada mais… E acho que não foi por
falta de visitas por que ontem teve mais de 40!

De qualquer forma se encontrarem algum problema, comentem! Tenho a
impressão de que o sistema está até mais rápido agora… Certo?

Bom, mas chega de enrolação e vamos ao que interessa:

Eu já tenho isso guardado a 597 anos, e estava pra colocar aqui a um
tempo, já… Mas só agora criei vergonha na cara e resolvi fazer… Bom,
confiram, e depois digam o que acharam.. É claro que alguns corintianos
leitores dessa coisa aqui vão querer minha cabeça em uma bandejinha bem
pequenininha, mas.. Fazer o que, né? Não podia deixar de publicar essa
joça mesmo assim.. Vamos lá:

E então, que tal??? Digam o que acharam nos coments, é claro… E se
quiserem arrancar minha cabeça, tudo bem, mas façam isso na seção de
comentários também.. Virtualmente é um pouquinho melhor, se é que vocês
me entendem…

Fui!!! E até a próxima…

Fernando